January 2019

Vantagens de implementar Big Data na sua empresa

Big Data não é uma ‘tendência’. É uma necessidade inerente à larga maioria das organizações de grande dimensão ou mesmo de pequenas e médias empresas, que já não conseguem retirar valor efetivo dos dados que produzem através de ferramentas de Business Intelligence mais ‘tradicionais’. Big Data tem um papel muito importante a impulsionar negócios e são muitas as empresas que já estão conscientes disso mesmo. Segundo a Forbes, o mercado mundial de Big Data (software e serviços) irá crescer de 42 Biliões de dólares em 2018 para 103 Biliões de dólares no ano de 2027.

Por isso, as vantagens de implementar Big Data na sua empresa são muitas e ter uma estratégia bem definida é meio caminho para que consiga tomar decisões sustentadas, que podem ditar o sucesso do seu negócio.

O que é Big Data

Entende-se por Big Data a capacidade de analisar e/ou processar grandes quantidades de dados, quer por via do seu volume, quer pela quantidade de “data points” gerados. O conceito de Big Data aparece quando as empresas se deparam com um volume tão grande e tão constante de dados, que as ferramentas mais convencionais de processamento e análise já não conseguem ser eficazes.

Os dados podem ser estruturados, semiestruturados ou não estruturados. Dados estruturados são, por exemplo, os dados provenientes da atividade de compra e venda de uma organização. São informações obtidas através de um formulário ou através de tabelas operacionais. Os dados não estruturados ou semi-estruturados são informações geradas sem ordem definida e provenientes de fontes tão diversas como redes sociais, logs de utilizadores em aplicações web ou mobile, partilha de opiniões ou partilha de ficheiros, por exemplo.

Segundo dados da Harvard Business Review, só cerca de 20% dos dados que chegam às empresas são estruturados, sendo os restantes 80% semiestruturados ou não estruturados. Para além disso, a percentagem de dados estruturados que é utilizada para apoiar tomadas de decisão e extrair insights é de menos de 50%, sendo que esta cai para apenas 1% quando falamos em dados não estruturados ou semi-estruturados.

Podemos caracterizar o conceito de Big Data através de 4 Vs:

  • Volume (quantidades massivas de dados são geradas e necessitam de ser armazenadas e processadas. De acordo com o site Statista, só em 2018 foram gerados 10.6 zettabytes, provenientes de cloud data centres a nível global);
  • Velocidade (a velocidade de geração, processamento e análise de dados pode ser mais importante do que o volume, já que informação real-time ou near-real time oferece uma grande agilidade às empresas que têm uma estratégia de Big Data bem implementada);
  • Variedade (os dados podem ser originados através de várias fontes, como bancos de dados comuns, redes sociais, páginas web, transações financeiras, e-mails, sensores (IoT), ficheiros de áudio, texto, vídeo, arquivos, fóruns, etc). Veracidade (no fundo, a veracidade permite definir se os dados gerados são confiáveis, através da sua fonte ou origem);

Valor (os dados gerados têm realmente valor para a empresa? É necessário avaliar se aqueles dados, de facto, irão gerar novas oportunidades, aumentar receitas ou otimizar custos, por exemplo).

Vantagens de implementar uma estratégia bem definida

Sabemos, então, que a implementação de uma estratégia de Big Data tornou-se numa necessidade para as grandes organizações, e que o foco da questão deixou de ser “utilizar ou não utilizar Big Data”, para passar a ser “como utilizar Big Data da forma mais eficiente”.

Sabemos, também, que Big Data abre portas para tomadas de decisão mais sustentadas, com base em análises extremamente complexas, e que permite retirar insights muito importantes para otimizar as informações recolhidas. Assim, a decisão de implementar uma estratégia de Big Data deve partir das equipas ligadas às áreas de negócio, e não dos departamentos de TI, que devem garantir a execução técnica do projeto, da forma mais eficiente.  No fundo, são essas equipas (as de negócio) que vão retirar valor dos dados recolhidos para a realização do seu trabalho diário e para a definição estratégica.

Mas quais são as verdadeiras vantagens da implementação de um projeto de Big Data? O que é que as empresas trarão como vantagem competitiva para o seu negócio? Identificámos três das principais vantagens de implementar Big Data na sua empresa:

Vantagem 1: Tomadas de decisão fundamentadas

Através das análises de dados realizadas por tecnologias de Big Data é possível encontrar padrões de compra ou de comportamento que apoiam tomadas de decisão por parte dos departamentos de negócio. Por exemplo, se a equipa de marketing tiver a informação de que determinada família compra o mesmo produto todos os meses, poderá despoletar fluxos de mailing digital ou físico (se for o caso) de descontos para esse produto, com o intuito de garantir a fidelização daqueles clientes.

Vantagem 2: Redução de custos

Os dados gerados para ou por uma empresa são armazenados, processados e analisados, levando à descoberta de importantes insights de negócio ou mesmo de lacunas e falhas. Ao trabalhar sobre dados previamente analisados e ao ter acesso a, por exemplo, tendências constantes de comportamento ou de compra, as empresas conseguem lançar campanhas mais eficazes, que atingem diretamente o target pretendido e que, por isso, podem apresentar um ROI maior. Desta forma, a otimização da aplicação de budget vai tornar as equipas mais eficientes – aumentando também a sua produtividade.

Vantagem 3: Possibilidade de prever situações futuras

Em Big Data, por norma, podem realizar-se três tipos de análises que se complementam entre si: Descriptive analytics (é o tipo de análise que descreve aquilo que acontece, muitas vezes em real-time. Recorrendo à agregação de dados e a data mining, é possível aceder a uma fotografia do passado e perceber qual a razão de determinado desvio ou alteração ou, então, apenas sumarizar um determinado aspeto); Predictive analytics (este é o tipo de análise que descreve aquilo que poderá ocorrer no futuro, recorrendo a modelos estatísticos e algoritmos, e oferecendo cenários de situações estatisticamente prováveis); Prescritive analytics (com base em otimização, algoritmos de simulação, machine learning e modelos computacionais, este é um tipo de análise bastante complexo, que pretende responder à questão “o que devemos fazer em determinada situação?”. No fundo, os cenários criados irão funcionar como prescrições de diferentes ações e dos seus resultados finais, permitindo à empresa optar pelo cenário que apresenta um menor grau de risco).

Exemplos de aplicação prática

Agora que sabe quais as vantagens de implementar Big Data na sua empresa e como definir objetivos específicos e mensuráveis, a questão que se coloca é, de facto, como tirar partido dos dados que a sua organização gera, dependendo do tipo de área em que atua.

Aqui ficam alguns exemplos de aplicação prática:

  • Dados provenientes de sensores em sistemas de transportes;
  • Análise de dados financeiros para evitar fraudes (deteção de utilização de um cartão de crédito por um user não habitual, por exemplo).
  • Análise de tráfego de rede;
  • Web analytics (em sites de e-commerce);
  • Monitorização de menções nas redes sociais, com o intuito de avaliar se os sentimentos são positivos ou negativos em relação à marca/empresa;
  • Recomendação de filmes, viagens, hotéis, produtos, com base nas pesquisas e compras dos indivíduos;
  • Informações sobre trânsito e previsões de horas mais problemáticas.
Ana LamelasVantagens de implementar Big Data na sua empresa
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Advantages of implementing Big Data in your company

Big Data is not a ‘trend’. It is a necessity associated with most large, or even medium or small, companies that can no longer get sufficient value from the data produced by more traditional Business Intelligence tools. Big Data plays an important role in boosting business, and many companies are already aware of that. According to Forbes, the global market for Big Data (software and services) will grow from 42 trillion dollars, in 2018, to 103 trillion dollars in 2027.

There are many advantages to implementing Big Data in your company, and having a well-defined strategy is a halfway house to being able to make well-informed decisions, which can be a key to success for your business.

What is Big Data?

Big Data is the ability to analyse and/or process very large amounts of data, based either on its volume or on the number of ‘data points’ generated. The concept of Big Data comes to the fore when companies face such a great flow of data that conventional processing and analysis tools cannot handle it effectively.

Data can be structured, semi-structured or unstructured. Structured data are, for example, data from purchases or sales from an organisation or information from forms or operational tables. Unstructured or semi-structured data are information generated without an established order and from sources such as, for example, social media, user logs in web or mobile apps, sharing of opinions or files.

According to data from Harvard Business Review, only 20% of the data that gets to companies is structured, while the other 80% is semi-structured or unstructured. Moreover, the percentage of that structured data that is used to support decision-making and to extract insights is less than 50%; however, for semi-structured or unstructured data, that percentage falls to 1%.

The Big Data concept can be characterised by five Vs:

  • Volume: massive amounts of data are generated and need to be stored and processed. According to the website Statista, already in 2018, 10.6 zettabytes were generated worldwide from cloud data centres.
  • Velocity: the velocity of generating, processing and analysing data can be more important than volume, since real-time or near-real time information provides great agility to companies that have a Big Data strategy implemented.
  • Variety: data can originate from various sources, such as normal data bases, social media, web pages, financial transactions, emails, sensors (IoT), audio, text or video files, archives, forums, etc.
  • Veracity: is the generated data reliable, according to its source or origin?
  • Value: do the generated data have true value for a company? It is necessary to assess if those data will, in fact, generate new opportunities, increase income or optimise costs, for example.

Advantages of implementing a well-defined strategy

So, we know that implementing a Big Data strategy has become a necessity for large organisations, and the focus has changed from “whether to use Big Data” to “how to use Big Data more efficiently”.

We also know that Big Data opens doors to better informed decision-making, based on extremely complex analysis, and that it allows the collection of important insights to optimise the information gathered. Consequently, the decision to implement a Big Data strategy must come from business teams and not from the IT departments that must ensure the technical execution of the project in the most efficient way. Basically, it is those business teams that will get value from the gathered data for their daily work and for the definition of  strategy.

However, what are the true advantages of implementing a Big Data project? What will be the advantages to the competitiveness of your business? We identify three of the main advantages of implementing Big Data in your company:

Advantage 1: Informed decision-making

With data analysis carried out by Big Data technologies, it is possible to find purchase or behaviour patterns that support decision-making from business departments. For example, if a marketing team has information that a certain family buys the same product every single month, it can send discounts for that same product through digital or physical mailing, in order to ensure that the customers stay faithful.

Advantage 2: Reduced costs

Data generated from or for a company are stored, processed and analysed, resulting in finding important business insights or the identification of gaps and errors. Working on data previously analysed and having access, for example, to constant behaviour or purchase trends, allows companies to launch more efficient campaigns that reach directly to the desired target and, therefore, can register a better ROI. This way, optimising the use of a budget will make teams more efficient – also increasing their productivity.

Advantage 3: Possibility to predict future situations

Usually, in Big Data, there are three types of analysis that can be carried out and complement each other:

  • Descriptive analytics, the type of analysis that describes what is happening, often in real-time. By the use of data aggregation and data mining, it is possible to access a picture from the past and understand the reason for a departure or a change – or just summarise a certain aspect.
  • Predictive analytics, the type of analysis that predicts what might happen in the future, relying on statistics and algorithms and providing scenarios of statistically probable situations.
  • Prescriptive analytics, based on optimisation, simulation algorithms, machine learning and computational models; this is quite a complex type of analysis, which seeks to answer the question “what should we do in a given situation?” Basically, the scenarios created will work as specifications of different actions and their expected outcomes, allowing the company to choose the scenario that represents least risk, for example.

Practical examples

Now that you know the advantages of implementing Big Data in your company and how to establish specific and measurable goals, the question is: how can you benefit from the data generated from the organisation, based on the area it impacts?

Here are a few practical examples:

  • Data from sensors in transportation systems;
  • Analysis of financial data to prevent fraud (for example, by detecting the use of a credit card from an unusual user);
  • Analysis of network traffic;
  • Monitoring mentions on social media to assess if the emotions towards a brand/company are positive or negative;
  • Information on traffic flows to predict which times will be more problematic.
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Tableau & Jira: A new way to look at your projects

Tableau is a self-service BI platform that allows the identification of valuable insights and provides advanced analysis, visualisations and the capability to share information quickly. As we all know, with the digital transformation era and with all the information surrounding our daily lives, the need to make decisions based on facts increases – this implies the ability to look at data and to be able to analyse and make decisions based on that data. Decisions taken on operational teams are no different, and in a service desk management team (and in bug fixing), having access to the numbers is the path to optimising teams and getting better results.

So, integrating Tableau and Jira is a new way to look at your projects because even though Jira offers some options to create reports or to get essential metrics, only with a tool such as Tableau will your team be able to cross-reference data with other data sources and create great looking dashboards or advanced analytics. This blog post aims to explain in detail how it is done.

Tableau is a visualisation tool, and it is divided into three modules: Tableau Desktop (allows the connection to all types of databases and enables the creation of business rules, field nomination and an overview of all data); Tableau Server (where you can publish views and share information with other team members – granting and removing access, writing comments and editing views); and Tableau Data Prep (which is an ETL tool that helps users prepare data and extract data from a variety of sources, transform that data and output it, saving much precious time).

Jira, as a project management tool, is not intended to analyse data in detail or to extract insights. It does have some features to create reports or to obtain some information: it has widgets; but if your team has different needs, for example, if your team truly needs to cross-reference data, you will need Tableau (because Jira can only access its own data). For example, to compare data from Jira with a timesheet application to see if the time registered in one app matches the time logged on the other app, you would need to install the All-In-One Tableau connector.

The All-In-One (AIO) Tableau connector is an app for Jira that implements a Web Data Connector (WDC) for Tableau. The WDC enables connections to data through HTTP when the data source does not have a Tableau native connector. The data is obtained and placed in an extract that becomes available to either Tableau Desktop or Server.

Setup

For an app to connect to Tableau through the WDC, you need to whitelist the corresponding URL available on the server. Make sure your sysadmin performs this step, and be aware that multiple keys will be generated, so the URL pattern and command need to be something along these lines:

tabadmin whitelist_webdataconnector -a  https://yourJIRAdomain/plugins/servlet/aio-tb/public/tableauconnect(.*)

Connecting to data

  1. Open Jira
    1. Obtain your AIO connector URL. Each URL provides access on behalf of a particular user, ensuring you will only have access to your own projects:
  1. On Tableau Desktop:
    1. Select the WDC connection type
    2. Paste the URL and click enter
    3. Define a name for this connection – perhaps the project name – and a JQL Query (to get all issues from a project, use: project = PROJECTID)
    4. Choose the fields or subjects of fields to retrieve, and click continue
    5. Depending on your selection, the WDC makes available multiple labels that you can now join as normal Tableau data sources
    6. Start your analysis
    7. Publish if you want to share

The result

You can now explore Jira data, create powerful dashboards, extract the most valuable insights and increase your team performance – all with a fantastic tool called Tableau!

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Tableau & Jira: uma nova forma de olhar para os seus projetos

O Tableau é uma ferramenta de self-service BI que permite a identificação de insights valiosos e que oferece análises avançadas, visualizações e a capacidade de partilhar informação rapidamente. Como sabemos, com a era da transformação digital, e com toda a informação que rodeia as nossas vidas quotidianas, a necessidade de tomar decisões baseadas em factos aumenta – isto implica que se olhe para os dados e que se consiga analisar e tomar decisões com base nesses mesmos dados. As decisões tomadas pelas equipas operacionais não são diferentes, e numa equipa de service management (e também nas de correção de bugs) ter acesso aos números é o caminho para otimizar a performance das equipas e atingir melhores resultados.

Assim, a integração de Tableau e Jira é a nova forma de olhar para os seus projetos porque, embora a ferramenta Jira ofereça algumas opções para a construção de relatórios ou para verificar métricas essenciais, apenas com uma ferramenta como Tableau a sua equipa será capaz de cruzar dados de várias fontes, de criar dashboards realmente apelativos ou de proceder a análises mais avançadas. Este blog post pretende mostrar em detalhe como esta integração é realizada.

Tableau é uma ferramenta de visualização e divide-se em três módulos: Tableau Desktop (permite a conexão a todos os tipos de bases de dados e permite a criação de regras de negócio, nomeação de campos e um overview sobre todos os dados); Tableau Server (no qual podem ser publicadas views e partilhar informações com outros membros da equipa – dar e retirar acessos, escrever comentários e editar visualizações); e o Tableau Data Prep (uma ferramenta de ETL que ajuda os utilizadores a preparar e extrair os dados de diferentes bases de dados, a transformá-los e a extraí-los, poupando tempo).

O Jira, como um software de gestão de projetos, não é especializado na análise de dados nem na extração de insights. Como descrito acima, possui algumas características que permitem a criação de relatórios e a obtenção de alguma informação, tem widgets, mas se a sua equipa apresenta necessidades diferentes – por exemplo, se a sua equipa apresenta a necessidade de cruzar dados de diferentes bases de dados – irá precisar de uma ferramenta como Tableau (já que o Jira apenas consegue aceder aos seus próprios dados). Por exemplo, para cruzar dados do Jira com dados de uma aplicação de registo de tempo (timesheets), e para verificar se o tempo registado num local corresponde ao tempo registado no outro, o utilizador irá precisar do conector All-In-One de Tableau.

O All-In-One Tableau Connector (AIO) é uma aplicação para o Jira que implementa um Web Data Connector (WDC) para Tableau. Este WDC possibilita a ligação dos dados através de HTTP quando a fonte de dados não tem um conector nativo de Tableau. Os dados obtidos são colocados num extract, disponível tanto no Desktop como no Server.

Setup

Para que a aplicação se conecte ao Tableau através do WDC, é necessário colocar como whitelist o URL correspondente no Server. Garanta, apenas, que o sysadmin efetua este passo e saiba que múltiplas chaves vão ser geradas, sendo que o padrão URL e o comando têm de estar algures nesta linha:

tabadmin whitelist_webdataconnector -a  https://yourJIRAdomain/plugins/servlet/aio-tb/public/tableauconnect(.*)

Conexão aos dados

  1. Abra o Jira
    1. Obtenha o seu URL do All-In-One connector. Cada URL permite o acesso a um utilizador em específico, garantindo que só terá acesso aos seus projetos:
  1. No Tableau Desktop:
    1. Selecione o tipo de conexão WDC;
    2. Cole o URL e clique no enter;
    3. Defina o nome para esta conexão, talvez o nome do projeto e a JQL Query (para conseguir todos os issues de um projeto utilize: project = PROJECTID);
    4. Escolha os campos ou os assuntos dos campos que pretende recuperar e clique em continuar;
    5. Dependendo da sua seleção, o WDC disponibiliza vários marcadores que pode agora juntar como fonte de dados normal de Tableau;
    6. Comece a sua análise;
    7. Publique a análise se pretender partilhá-la.

O resultado

Pode agora explorar os dados do Jira, criar poderosos e apelativos dashboards, extrair os insights mais valiosos e aumentar a performance da sua equipa, com uma ferramenta fantástica chamada Tableau!

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Flutter – A broad Introduction

According to statista, by 2020, mobile apps are expected to generate around 189 billion US dollars in revenues via app stores and in-app advertising. Nowadays, companies see the mobile app not only as the business itself, but also as a means to advertise their brand, and are trying to reduce the time to market as much as possible in order to keep up with the competition.

Currently, there are two main operating systems running on smartphone devices: Android and iOS. Together, they make up almost 100% of the smartphones sold in the first quarter of 2018. These different platforms have their own design constraints, their own toolsets and their own programming languages, but each platform is merely building a user interface. Why should development across these two user surfaces be so different?

Many technologies have already addressed the necessity to unify development for the existing platforms, and names like Microsoft’s Xamarin and Facebook’s ReactNative have emerged as the most prominent cross-platform development solution.

Google is known for its awesome products but has never endorsed a long-term, supported, fully cross-platform project until recently. Read this Flutter introduction and discover all about the project.

1. What is Flutter?

According to Google, the enterprise behind the project, Flutter is a brand new technology that allows the crafting of high-quality native interfaces on iOS and Android with a single shared code base, using a programming language called Dart, also developed by Google.

With a free and open source SDK, Flutter is used by developers and organisations around the world and works with a centralised programming language and unified core. Additionally, Flutter integrates with standard, popular development environments and tools such as Visual Studio Code and IntelliJ.

This combination of key features enables fast development, a high performant result and high maintainability.

2. The Flutter project timeline

Flutter is quite new. Therefore, its timeline is fairly small and compact (for now!).

  • In early 2015, the project was up and running and known as ‘Sky’. It ran on Dart and was already capable of rendering screens at a 120 frames-per-second;
  • In 2016, Google unveiled their plans and codebase for a new operating system (OS) known as ‘Google Fuchsia’. This new OS is rumoured to be the successor to Android for universal devices, and its apps are entirely written in Flutter;
  • After maturing, the initial release took place in 2017. The alpha version, numbered as v0.0.6, was publicly available and developers could jump on this technology.
  • In May 2018, during Google IO, Flutter was finally shipped in its official beta release.
  • In September 2018, Google released the second preview of version 1.0.

Fuchsia is a new OS with a dedicated micro-kernel that runs on universal devices, from embedded systems to smartphones, tablets and personal computers. It is already clear that Flutter is not going to disappear or be abandoned any time soon. Google is boldly and consistently investing in Flutter, as can be seen from its presence in I/O 2017 and I/O 2018.

3. What makes Flutter different?

Flutter is not a new, ground-breaking, unseen solution. It is rather a new option for the competitive cross-platform world. But what value is Flutter bringing to this prolific environment? There are, of course, some points of differentiation.

Unlike ReactNative, which bridges Javascript to native code with a noticeable performance loss, or Xamarin.Android & Xamarin.iOS, which compile a single C# codebase into native code – thus requiring two completely distinct UI constructions – Flutter seems to overcome its competitors’ most common flaws. Skipping mid-level bridging and interpretation, leveraging powerful ahead-of-time compilation and making use of the flexible Skia Graphics Library, Flutter is all about widgets.

A widget represents an atomic area on the screen and its corresponding logic (e.g. Input Field, Button, Image, List). These small building blocks are fast, very responsive and customisable. Flutter’s solid and high-quality user interfaces come from the fact that you can combine, interweave and compose widgets in order to achieve larger, more complex screens.

Despite the existence of many community-developed widgets, Google’s Flutter team provides the most relevant ones. These widgets were built under Google’s material design or Apple’s Cupertino.

Another major advantage of Flutter is hot reload. This feature allows code to be incrementally added and executed in real time, instead of having to recompile code over and over again, reducing implementation and test time.

Just like most cross-platform technologies, Flutter allows interaction between its Dart codebase and native components, be they hardware or existing libraries. By leveraging this possibility, it can delegate difficult, expensive functionalities to native implementations and collect the results with great ease so they can be further used by the single codebase. For instance, it can use the battery service of each OS to obtain the device battery status.

3.1. Flutter vs. Xamarin

Xamarin.Android and Xamarin.iOS allow the developer to centralise code logic in a single C# codebase. This powerful feature prevents code duplication and minor logic bugs and speeds up the output process by saving development time. Nonetheless, in order to achieve platform dedicated UIs, the developer must implement the UI separately for each supported platform. Xamarin.Forms can help circumvent this necessity, but native UI implementation is usually the preferred option due to its flexibility.  Once ready to run, code is compiled and deployed to the app.

Flutter’s “Write Once Run All” approach is different, relying on the Skia Graphics Library to render its UI, mimicking native UI components. Just like Xamarin, the logic is centralised in a single Dart codebase.
While we can achieve a “written once” UI that runs perfectly on both platforms, it is recommended not to combine platform-specific UI guidelines in order to prevent UX ‘alienation’ (iOS users are certainly accustomed to their Cupertino-styled apps, while Android users have a more diverse range of styles). In order to dodge this issue, Flutter allows the implementation of different UIs for each platform in a similar way to Xamarin.

The development process isn’t solely based on the cross-platform technology, but also on the whole ecosystem, which includes libraries and plugins. Xamarin is already an established technology, more mature than Flutter, and can call on the support of the most used third party plugins. However, despite the fact that Flutter was only recently developed, it already features an extensive set of third party libraries, just like Xamarin, as well as continuous development tools.

The bottom line of this comparison is that Xamarin emerges as a more consolidated technology, while Flutter, still under significant development, is quickly growing and learning from its competitors how to achieve a solid backbone for the coming months.

3.2. Flutter vs. ReactNative

ReactNative is a cross-platform technology built by Facebook and designed to develop mobile and web apps. Similar to Flutter, ReactNative centralises development in a single codebase and allow developers to write apps for both Android and iOS.

Despite sharing the same codebase, ReactNative embraces differences among platforms and allows platform-specific customisations. ReactNative developers have to rely on third-party UI libraries; this is seen as a disadvantage when compared to the out of the box Flutter UI components.

Facebook built ReactNative as a robust platform, with lots of optimisations. Despite being hard to extract, performance metrics depend on features, algorithms, components amongst many other aspects.

The most relevant consideration to make is the fact that ReactNative apps are developed in JavaScript and, therefore, with a JavaScript engine under the hood, introducing a considerable overhead, as the implementation is not compiled into native code.

ReactNative has been in the market for some years, which translates, in a clear way, to a more mature and consolidated state when compared to Flutter. But besides that, Flutter allows the usage of many JavaScript libraries thus permitting companies to reuse components and to include non-mobile JavaScript developers into mobile projects.

As a result of this ever-moving ecosystem, many third-party libraries were ported from native libraries while others were created specifically for this platform.

4. So far so good. What about real, live, business use cases?

Even though Flutter is still in beta, it is encouraging to note the strong early adoption of the SDK, with some high-profile examples already published. One of the most popular is the companion app to the award-winning Hamilton Broadway musical. Built by Posse Digital, this app has an extensive user base and an average rating of 4.5 on the Play Store (as of July 2018).

Recently, in May 2018, the Chinese e-commerce giant Alibaba announced their adoption of Flutter for Xianyu, one of their flagship apps with over twenty million monthly active users. Alibaba praises Flutter for its consistency across platforms, the ease of generating UI code from designer redlines, and the ease with which their native developers have learned Flutter.

A more complete and organised Flutter portfolio can be found here.

5. Last but not least, what can we conclude?

Based on everything we’ve covered in this article, the conclusion is that Flutter has great potential to solve some of the pains of cross-platform development, but it’s still not clear when it can be a real alternative – this will really depend on the project. It’s not even fair to compare Flutter to Xamarin or ReactNative due to the difference in the maturity of the platforms. However, we think there’s great potential in the technology, and this is why we keep investigating, trying and comparing. With several modern IDEs at its disposal, a stable, developer-friendly modern language and unified output, this technology is bound to earn its place in the digital world.

As soon as Google pushed Flutter through Alpha into a Beta phase, the odds of its success grew exponentially, thus drawing the attention of the mobile community. Mobile experts around the world have found in Flutter what they were looking for as they strived for new, fresh options. Let’s see how it evolves – we’ll definitely be a part of what is to come.

Escrito por:

Pedro Pires

Mobile Developer at Xpand IT

André Baltazar

Developer at Xpand IT

José Camacho

.NET Developer at Xpand IT

Pedro PiresFlutter – A broad Introduction
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Flutter – Introdução completa

Segundo o site Statista, é esperado que as aplicações móveis gerem cerca de 189 biliões de dólares em retorno através das Apps Stores e através de anúncios in-app, já no próximo ano de 2020. Hoje em dia, as empresas olham para as aplicações mobile não só como um negócio, mas também como uma forma de fazer publicidade à sua marca, ao mesmo tempo que tentam reduzir significativamente o time-to-market para que possam acompanhar a concorrência.

Atualmente, existem dois grandes sistemas operativos para smartphones: Android e iOS. Juntos, constituem 100% dos aparelhos vendidos no primeiro quarter de 2018. Estas plataformas são diferentes, e, por isso, cada uma tem os seus próprios constrangimentos a nível de design, as suas próprias ferramentas e as suas próprias linguagens de programação, mas cada plataforma cria, apenas, um user interface. Se assim é, porque é que o desenvolvimento nestes dois surfaces deve ser assim tão distinto?

Muitas tecnologias já endereçaram a necessidade que existe de unificar o desenvolvimento para ambas as plataformas, e nomes como a Xamarin da Microsoft ou o ReactNative do Facebook emergiram como soluções de desenvolvimento multiplataforma.

Já a Google, conhecida pelos seus fantásticos produtos, ainda não tinha apresentado nenhum projeto a longo-prazo para o desenvolvimento cross-platform. Até agora. Deixamo-los, então,  com esta introdução ao Flutter, para que fique a conhecer tudo sobre este novo projeto da Google.

1. O que é o Flutter?

Segundo a Google, a empresa por trás deste projeto, o Flutter é uma nova tecnologia que permite a criação de interfaces nativas de alta qualidade em iOS e Android, partilhando a mesma base de código, e utilizando uma linguagem de programação chamada Dart – também desenvolvida pela Google.

Com um SDK open source e gratuito, o Flutter é, neste momento, utilizado por developers e empresas um pouco por todo o mundo, já que funciona através de uma linguagem de programação centralizada e código unificado. Para além disso, o Flutter permite a integração com ambientes de desenvolvimento mais populares e estandardizados, e com ferramentas como o Visual Studio Code e o IntelliJ.

Esta combinação de características permite um desenvolvimento muito mais rápido, um alto desempenho e também uma alta capacidade de manutenção.

2. A timeline do projeto Flutter

Este projeto é recente. Por isso, a timeline não é muito extensa (por enquanto!).

  • No ano de 2015, o projeto arrancou, conhecido pelo nome de ‘Sky’. Corria em Dart e já era capaz de renderizar ecrãs a 120 frames por segundo;
  • No ano seguinte, em 2016, a Google revelou os seus planos e o codebase para um novo sistema operativo (SO), que ficou conhecido por ‘Google Fucshia’. Diz-se que este novo SO pode vir a ser o sucessor do Android para todos os dispositivos, e as suas aplicações serão totalmente escritas em Flutter;
  • Depois de uma fase de maturação, o lançamento inicial aconteceu em 2017. A versão alpha, numerada v0.0.6, ficou disponível ao público e os developers puderam começar a explorar esta tecnologia partir desse momento;
  • Em maio de 2018, durante o evento Google IO, o Flutter foi finalmente lançado na sua fase beta;
  • Mais tarde, em setembro desse ano, a Google lançou a sua segunda preview da versão 1.0.

O Fuschia é, então, o novo sistema operativo com um micro-kernel dedicado, que corre nos mais variados dispositivos, desde sistemas integrados a smartphones, tablets e computadores pessoais. Neste momento, é claro que o Flutter não irá desaparecer tão depressa, já que a Google está constantemente a investir neste projeto, como se pode comprovar pela sua presença nos eventos I/O 2017 e I/O 2018.

3. O que torna o Flutter diferente?

O Flutter não é uma solução completamente inovadora. É, sim, uma nova opção que surge no competitivo mundo do desenvolvimento multiplataforma. Mas que tipo de valor é que o Flutter traz a este ambiente? Existem, claro, alguns pontos de distinção.

Ao contrário de ReactNative, que faz a ponte entre Javascript e código nativo com uma significativa perda de performance, ou Xamarin.Android & Xamarin.iOS, que compila uma única fonte de código em C# com código nativo – exigindo duas construções de UI completamente distintas – o Flutter parece superar as falhas mais comuns dos seus concorrentes. Ignorando interpretações de nível médio, aproveitando a poderosa compilação e utilizando a flexível Skia Graphics Library, o Flutter tem tudo a ver com widgets.

Um widget representa uma área atómica no ecrã e funciona através de lógica por correspondência (por exemplo, Campo de Entrada, Botão, Imagem, Lista). Estes pequenos blocos de construção são rápidos, muito responsivos e customizáveis. Os user interfaces sólidos e de alta qualidade que o Flutter oferece advêm do facto de que é possível combinar, interlaçar e compor widgets com o intuito de obter ecrãs maiores e mais complexos.

Apesar de existirem inúmeros widgets desenvolvidos pela comunidade, a equipa da Google responsável pelo Flutter desenvolve e fornece os mais relevantes. Estes widgets, por norma, são construídos no design de materiais da Google ou para o Cupertino, da Apple.

Outra grande vantagem do Flutter é o hot reload. Esta característica permite que o código seja adicionado de forma incremental e que este seja executado em tempo real, em vez de ter de recompilar o código uma e outra vez, reduzindo o tempo de implementação e também de testes.

Tal como a maioria das tecnologias multiplataforma, o Flutter permite a interação entre a base de código de Dart e os componentes nativos, sejam eles hardware ou bibliotecas existentes. Ao incluir esta possibilidade, o Flutter pode delegar dificuldades, funcionalidades mais dispendiosas para implementações nativas e colecionar os resultados com grande facilidade, para que possam ser ainda mais utilizados pela sua única base de código. Por exemplo, é possível utilizar o serviço de bateria de cada sistema operativo para obter o estado da bateria do aparelho.

3.1. Flutter vs Xamarin

O Xamarin.Android e o Xamarin.iOS permitem ao developer centralizar a lógica do código numa única base em C#. Esta é uma característica muito poderosa que previne a duplicação do código, diminui a possibilidade de bugs, e acelera o processo de output, diminuindo o tempo de desenvolvimento. No entanto, para conseguir obter interfaces de utilizador (UI) dedicados àquela plataforma, o developer deve implementar todo o UI de forma separada para cada plataforma de suporte. O Xamarin.Forms pode ajudar a contornar esta necessidade, mas a implementação de UI nativo é sempre a melhor opção, já que oferece maior flexibilidade. Assim que o código está pronto, é compilado e entra em fase de deployment para a aplicação.

A abordagem do “Write Once Run All” do Flutter é diferente, já que conta com a Skia Graphics Library para renderizar todo o seu UI, imitando os componentes de UI nativos. Tal como a Xamarin, a lógica está centralizada numa única base de código em Dart.

Embora possamos obter um UI “written once” que corre perfeitamente em ambas as plataformas, é recomendada a não combinação de diretrizes de UI específicas de uma plataforma, de forma a prevenir a alienação da experiência do utilizador (UX) – os utilizadores do sistema iOS estão acostumados às aplicações em estilo Cupertino, enquanto os utilizadores de Android utilizam uma gama mais diversificada de estilos. Para minimizar esta questão, o Flutter permite a implementação de diferentes interfaces de utilizador para cada plataforma, tal como a Xamarin.

O processo de desenvolvimento não é apenas baseado na tecnologia multiplataforma, mas sim em todo o ecossistema, incluindo bibliotecas e plugins. A tecnologia Xamarin já se encontra mais estabelecida do que o Flutter neste momento, e portanto, pode contar com o suporte da maior parte dos plugins existentes. No entanto, independentemente do Flutter ter sido desenvolvimento há menos tempo, também conta já com extensas bibliotecas, bem como com ferramentas de desenvolvimento contínuo.

No fundo, aquilo que esta comparação pretende afirmar é que a tecnologia Xamarin é, neste momento, uma opção mais consolidada, sendo que o Flutter, ainda que se encontre em desenvolvimento, está a crescer muito depressa e a aprender com os seus concorrentes como se tornar mais sólido já durante os próximos meses.

3.2. Flutter vs ReactNative

ReactNative é uma tecnologia multiplataforma desenvolvida pelo Facebook e desenhada o desenvolvimento de aplicações para mobile e web. Semelhante ao Flutter, o ReactNative centraliza o seu desenvolvimento num único codebase e permite aos developers escreverem aplicações tanto para Android como para iOS.

Independentemente de partilharem a mesma base de código, o ReactNative apresenta diferenças entre plataformas e permite customizações específicas para cada uma delas. Os developers que trabalham esta tecnologia têm de confiar na utilização de bibliotecas de UI de terceiros, e isto é visto como uma desvantagem quando comparado com os componentes de UI do Flutter.

Esta tecnologia foi construída pelo Facebook para ser uma plataforma robusta, com inúmeras otimizações. Independentemente de ser difícil de extrair, o desempenho das métricas depende das características, algoritmos e componentes, entre muitos outros aspetos.

A consideração mais relevante a fazer é o facto de as aplicações de ReactNative serem desenvolvidas em JavaScript e, por isso, com um mecanismo de JavaScript na sua sustentação, o que faz com que exista uma sobrecarga considerável quando a implementação não é compilada em código nativo.

O ReactNative já está no mercado há alguns anos, o que se traduz, de forma clara, numa solução mais madura e consolidada quando comparada com o Flutter. No entanto, apesar desse pormenor, o Flutter permite a utilização de muitas bibliotecas JavaScript, possibilitando às empresas a colocação de developers tipicamente não-mobile, precisamente em projetos mobile.

Como resultado deste ecossistema em constante mudança, muitas bibliotecas de terceiros foram portadas de bibliotecas nativas, enquanto outras foram criadas especificamente para esta plataforma.

4. Até agora, tudo bem. Mas, e então, onde estão os casos de utilização reais e de negócio?

Apesar de o Flutter ainda se encontrar na sua fase beta, é bastante animador verificar a facilidade de adaptação do SDK, com alguns exemplos high-profile já publicados. Um dos mais populares é a aplicação Hamilton Broadway musical (vencedora de um prémio). Desenvolvida pela Posse Digital, esta app conta com uma extensa base de utilizadores e uma classificação média de 4,5 na Play Store (desde julho de 2018).

Também recentemente, em maio de 2018, o gigante do comércio chinês Alibaba anunciou a adoção do Flutter para o Xianyu, uma das suas principais aplicações, com mais de 20 milhões de utilizadores ativos todos os meses. O Alibaba confia no Flutter pela sua consistência entre plataformas, pela facilidade de geração de código UI a partir das diretrizes do designer, e pelo reduzido tempo de adoção dos developers à tecnologia.

Um portfólio mais extenso e completo de Flutter pode ser encontrado aqui.

5. Por fim, o que podemos concluir?

De facto, nem é justo comparar o Flutter a Xamarin ou a ReactNative, já que as diferenças de maturidade são ainda significativas. No entanto, como consideramos existir um grande potencial nesta tecnologia, continuaremos a investigar, a testar e a comparar. Até porque, com os modernos IDEs à sua disposição, com uma nova linguagem e com um output unificado, é óbvio que esta tecnologia está destinada a conquistar o seu espaço no mundo digital.

Assim que a Google incluir Flutter no Alpha para uma fase beta, as suas hipóteses de crescimento aumentam, atraindo atenção para a comunidade mobile. Já são muitos os mobile experts que encontraram no Flutter aquilo que procuravam: uma opção nova e eficaz. Vamos ver qual a sua evolução – quanto a nós, decididamente que faremos parte daquilo que está para chegar.

Escrito por:

Pedro Pires

Mobile Developer na Xpand IT

André Baltazar

Developer na Xpand IT

José Camacho

.NET Developer na Xpand IT

Pedro PiresFlutter – Introdução completa
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Sentiment Meter: the perfect mix between Gamification and Artificial Intelligence

The Sentiment Meter is an artificial intelligence (AI) solution conceived, developed and designed by Xpand IT and combines two components: gamification and artificial intelligence. It is a game of emotions in which, after the user fills in a small form, the software randomly selects an emotion that the user has to try to express to the best of their ability. After photographing this moment, the Sentiment Meter evaluates the user’s performance and gives the user a score. In fact, this game has turned out to be a real success, and it can be said that the Sentiment Meter is the perfect mix between gamification and artificial intelligence.

This game was born from the need to create something that would not only show Xpand IT’s technical abilities – ­from our new AI Solutions Centre – but also that would be able to entertain people coming to our stands in the countless events in which we take part. IDC Directions 2018 and Web Summit were the first conferences we took the Sentiment Meter to, and we can say that it did not go unnoticed. Here are some pictures of those moments:

The technology

The logic is very simple: the player spins the wheel of emotions, the computer selects an emotion/facial expression and the player simply has to express that emotion with his/her face. Finally, the interface scores to the player and he/she wins a prize. It seems quite simple; but, actually, what is behind this analysis of emotions is an intelligent algorithm from Microsoft: Azure Cognitive Services. In this case, we use the Face API, which allows processing and recognizing faces and identifies which emotion a person is expressing. This algorithm is fueled by each use and by the pictures taken all over the world.

The whole infrastructure is based on the cloud, in Azure. Some other Microsoft tools were also used, such as SignaIR, which manages interactions in real time between the screen that presents the game and the tablet that gives the commands to the person playing. Moreover, a .NET Core open source framework was used as the basis for this project, allowing for the development of web and cloud apps. The project’s front end was developed on the web with HTML, CSS and Javascript, also relying on some extensions, such as JQuery, Ajax and p5.js.

The team

This whole project would not have been possible without the teamwork of members from our Digital Xperience, UX/UI and Marketing teams, who were able to design and mastermind this solution: Francisco Correia, Senior Project Manager, and Ricardo Duarte, Developer, both from the Digital Xperience department; Marina Mendes, UX/UI Designer, and all the other members of the Marketing team who ensure its proper functioning during events.

 These are the screens of the game:

The Sentiment Meter sets the direction for what it is possible to do today by using artificial intelligence and good ideas born in simple conversations!

Ricardo Duarte, Developer at Xpand IT

With this project we were able to show that integrating Artificial Intelligence services can, even today, set the bar high, whether it concerns interactivity or decision-making.

Francisco Correia, Senior Project Manager at Xpand IT

We were able to bring the user closer to the interface by thinking in emotions and conveying them to technology in a fun and relaxed way.

Marina Mendes, UX/UI Designer at Xpand IT
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Sentiment Meter: a combinação perfeita entre Gamificação e Inteligência Artificial

Sentiment Meter é uma solução de inteligência artificial (IA) totalmente pensada, desenvolvida e desenhada pela Xpand IT, que junta dois componentes: a gamificação e a inteligência artificial. É um jogo de emoções no qual, após o preenchimento de um pequeno formulário, o software seleciona aleatoriamente uma emoção e o utilizador tem de a tentar expressar da melhor forma. Após a captura deste momento, o Sentiment Meter avalia o grau de excelência e atribui ao utilizador uma pontuação. De facto, este jogo revelou-se um verdadeiro sucesso e pode dizer-se que o Sentiment Meter é a combinação perfeita entra gamificação e inteligência artificial.

Este jogo surgiu da necessidade de criar algo que não só demonstrasse as capacidades da Xpand IT a nível técnico – enquadrado no nosso novo AI Solutions Center – como também que fosse capaz de divertir as pessoas junto dos nossos stands, ao longo dos inúmeros eventos nos quais participamos. IDC Directions 2018 e Web Summit foram as primeiras conferências para as quais transportámos o Sentiment Meter e podemos dizer que ninguém ficou indiferente. Aqui ficam algumas fotografias que ilustram estes momentos:

A tecnologia

A lógica é muito simples: o jogador roda a roleta de sentimentos, o computador seleciona um sentimento/expressão facial, e o jogador só tem de expressar através da sua cara aquela emoção. Finalmente, a interface atribui uma pontuação e o jogador ganha um prémio. Parece simples mas, na verdade, o que está por trás desta análise de sentimentos são algoritmos inteligentes da Microsoft: os Azure Cognitive Services. Neste caso, foi utilizada a Face API, que permite processar e reconhecer rostos, identificando que tipo de sentimento a pessoa em questão está a expressar. Este algoritmo é alimentado a cada utilização efetuada e através de imagens captadas um pouco por todo o mundo.

Toda a infraestrutura está alojada na cloud, em Azure, e foram também utilizadas algumas ferramentas Microsoft, como, por exemplo, o SignaIR, que gere a interação em tempo real entre o ecrã que apresenta o jogo e o tablet que comanda a ordem de quem joga. Para além disso, como base do projeto foi utilizada a framework open source .NET Core, que permite o desenvolvimento de aplicações web e cloud. Já o front end do projeto foi desenvolvido em web com HTML, CSS e JavaScript, recorrendo também a algumas extensões, tais como JQuery, Ajax e p5.js.

A equipa

Todo este projeto não teria sido possível sem o trabalho em conjunto, concretizado por elementos das equipas de Digital Xperience, UX/UI e Marketing, que conceberam e idealizaram esta solução: Francisco Correia, Senior Project Manager, e Ricardo Duarte, Developer, ambos da unidade de Digital Xperience; Marina Mendes, UX/UI Designer e todos os elementos que compõem a equipa de Marketing, que asseguram o seu bom funcionamento durante os eventos.

 Estes são os ecrãs de jogo:

O Sentiment Meter abre as portas para aquilo que é possível fazer no presente com recurso a inteligência artificial, e através de boas ideias, geradas em conversas!

Ricardo Duarte, Developer at Xpand IT

Com este projeto conseguimos mostrar que a integração de serviços de Inteligência Artificial tem a capacidade, já nos dias de hoje, de elevar a fasquia, tanto no campo da interatividade como das tomadas de decisão.

Francisco Correia, Senior Project Manager at Xpand IT

Conseguimos aproximar o utilizador da interface ao pensar em emoções e transportá-las para a tecnologia de uma forma divertida e descontraída.

Marina Mendes, UX/UI Designer at Xpand IT

O terceiro evento para o Sentiment Meter será o Building the Future, entre os dias 29 e 30 de janeiro. Este é um evento totalmente focado em temas como transformação digital, inteligência artificial, machine learning ou Big Data, e organizado pela Ativar Portugal, uma iniciativa da Microsoft pensada para potenciar a tecnologia como motor do crescimento económico em Portugal.

Não perca a oportunidade de experimentar o Sentiment Meter e de ficar com uma fotografia para recordar esta experiência de última geração!

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2018 e as iniciativas na FCT – Wrap Up

Uma das principais características que define a Xpand IT é o facto de sermos extremamente “picky” com os nossos colaboradores. No entanto, sabemos reconhecer valor e talento onde ele realmente existe. Por isso mesmo, o ano 2018 marcou o início de uma relação com a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT), que se quer que seja duradoura e bastante positiva!

A primeira iniciativa a acontecer foi a nossa participação na JOBFEST, entre os dias 10 e 12 de outubro. A JOBFEST é a Feira de Empregabilidade e Empreendedorismo e é totalmente organizada pela Associação de Estudantes da FCT. Este ano celebrou-se a sua 19ª edição, mas, para a Xpand IT, esta feira de emprego foi uma estreia. Para além de um stand divertido (com direito a jogos e brindes), a Xpand IT ainda organizou um workshop de Big Data, lecionado por Nuno Barreto, o nosso Big Data Lead, e Ricardo Cardante, Big Data Engineer.

Aqui ficam algumas fotografias:

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Depois deste primeiro contacto, e tendo em conta o sucesso que demonstrou ser, a Xpand IT decidiu organizar outro workshop sobre Big Data, desta vez em parceria com o Núcleo de Informática da FCT. Vasco Lopes e Ricardo Gaspar – dois antigos alunos e atuais colaboradores da unidade de Big Data da Xpand IT – foram os dinamizadores e oradores desta iniciativa, que aconteceu no dia 28 de novembro e que, mais uma vez, se revelou um verdadeiro sucesso!

Finalmente, com o intuito de reforçar toda a relação construída com a instituição, a Xpand IT alargou o programa Missão Aproximar – Educação à Faculdade de Ciências e Tecnologia. A Missão Aproximar – Educação tem como objetivo apoiar estudantes de Engenharia Informática que demonstrem mérito académico e cuja situação social mereça essa atenção, tornando o seu percurso académico mais estável.

Assim, em parceria com o SASNOVA – Serviços de Ação Social da FCT, a Xpand IT compromete-se a atribuir uma bolsa de estudo a um estudante da licenciatura de Engenharia Informática para o ano letivo de 2018/2019, passando a ser três as instituições de ensino abrangidas por este programa – Instituto Superior Técnico, Instituto Politécnico de Viana do Castelo e, agora, a Faculdade de Ciências e Tecnologia.

Curiosos para espreitar os próximos passos das iniciativas FCT? Não percam todas as novidades aqui no Blog e nas nossas redes sociais.

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Engenharia Informática e de Computadores? Este Roadshow é para ti!

2019 está apenas a começar, mas os nossos planos já estão bem definidos. Queremos reforçar a presença nas melhores Faculdades de Engenharia do país porque encontrar novos talentos é uma prioridade para nós. Se és aluno de Engenharia Informática e de Computadores, este Roadshow é mesmo para ti!

Neste blogpost podes encontrar todas as Semanas Tecnológicas e Feiras nas quais estaremos presentes nos primeiros meses deste ano. De norte a sul do país, procura a tua Universidade e marca já as datas na tua agenda:

Talk A Bit – 26 de janeiro (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto)

A Talk A Bit é uma conferência inteiramente organizada por estudantes da Faculdade de Engenharia do Porto e, este ano, assinala a sua 7ª edição.

Com um crescimento significativo desde o ano 2013, a TAB contou com mais de 500 participantes no ano de 2018, esperando aumentar este número já em 2019.  Como temas principais, a Talk A Bit terá os tópicos que marcam o presente e o futuro da tecnologia, como Inteligência Artificial, Blockchain, Empreendedorismo ou as Smart Cities.

A Xpand IT irá estar presente enquanto patrocinador oficial e também orador, garantindo uma talk sobre Inteligência Artificial, por Sérgio Viana, Digital Xperience Lead da Xpand IT.

JORTEC – 1 de fevereiro (Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Almada)

As Jornadas Tecnológicas da FCT têm como principal objetivo mostrar as saídas profissionais e potencialidades de cada curso lecionado. Através de palestras e workshops, os alunos ficam a conhecer melhor o curso que frequentam, tendo ainda a possibilidade de entrar em contacto com empresas que atuam nas suas áreas de interesse, como engenharia do ambiente, eletrotécnica, química ou informática, por exemplo.

A Xpand IT irá estar presente na JORTEC pela primeira vez enquanto oradores, dinamizando uma talk de Big Data com Nuno Barreto e Ricardo Cardante.

SEI – 4 a 8 de fevereiro (Universidade do Minho, Braga)

A Semana da Engenharia Informática da Universidade do Minho é já uma participação clássica para a Xpand IT.

Este ano iremos estar presentes, uma vez mais, prontos para levar expertise e workshops interessantes a todos os alunos, nomeadamente um workshop de Business Intelligence – lecionados por alguns dos melhores profissionais a trabalhar na área – mas também para preparar momentos divertidos e oferecer alguns prémios! Fiquem atentos.

SINFO – 18 a 22 de fevereiro (Instituto Superior Técnico, Lisboa)

A SINFO é a maior conferência gratuita sobre tecnologia a acontecer em Portugal, e é inteiramente organizada por alunos do Instituto Superior Técnico. O objetivo da SINFO é aproximar os estudantes daquilo que de melhor se faz a nível mundial nas áreas da tecnologia e Engenharia Informática, dando-lhes também a oportunidade de comunicar com empresas que poderão ser os seus futuros empregadores.

Pelo 4º ano consecutivo, a Xpand IT marcará presença nesta semana informática, para partilhar conhecimento e esclarecer todas as dúvidas sobre a empresa que possam surgir. Iremos contribuir com um pitch sobre Inteligência Artificial, com Sérgio Viana! Podem contar com um stand animado e com brindes originais!

SET – 25 a 28 de fevereiro (Instituto Superior Técnico – Taguspark, Lisboa)

A Semana Empresarial e Tecnológica é uma iniciativa inserida no IST Career Weeks e acontece no Instituto Superior Técnico – Taguspark. O principal objetivo desta semana é mostrar aos estudantes quais as suas saídas profissionais e colocá-los em contacto direto com potenciais empregadores. Para além disso, a SET conta com prestigiados oradores nas mais diversas áreas da tecnologia.

A Xpand IT irá marcar presença nesta semana, oferecendo uma visão global sobre alguns dos projetos em que trabalha e mostrando um pouco daquilo que um futuro engenheiro informático poderá vir a desenvolver na sua vida profissional. Não esquecendo, claro, os jogos e os prémios do nosso stand!

 

Fiquem atentos às nossas redes sociais para saberem mais novidades em breve, e em primeira mão!

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