Ana Lamelas

3 mitos e 3 verdades sobre Jira Software: apenas uma ferramenta para equipas de TI?

O Jira Software é uma plataforma de gestão que permite às equipas coordenar todas as etapas do seu trabalho, atribuir tarefas a diferentes elementos, fazer o tracking e disponibilizar reports. Mas que verdades escondidas podemos revelar sobre esta plataforma? Conheça 3 mitos e 3 verdades sobre Jira Software, e formule a sua opinião sobre este software de planeamento.

Mito 1: O Jira é uma ferramenta apenas para equipas técnicas

Vamos tirar já este mito do caminho: o Jira Software não foi feito apenas para equipas técnicas! Embora na génese do seu desenvolvimento estejam as práticas de desenvolvimento de software e as etapas que constituem todo o seu progresso, desde a fase de testes até ao deploy, o Jira Software pode ser adaptado a qualquer realidade, de qualquer equipa. Prova disso mesmo foi a implementação de Jira numa Instituição Particular de Solidariedade Social, a Associação Crescerbem, assegurada pela Xpand IT, ou, ainda, a adaptação deste software à nossa equipa de Marketing, que, desta forma, pôde começar a trabalhar sob a metodologia Scrum.

Na prática, seja de que dimensão for a sua equipa, e independentemente do ramo ou da indústria, Jira Software pode ser a solução para melhorar a produtividade e organização que tanto procura. Se quiser saber mais sobre este mito, assista à talk Agility for All, da nossa Collaboration & Dev Tools Manager, Sofia Neto Canário. Vai ver que temos razão.

Mito 2: Implementar Jira Software torna a sua equipa automaticamente ágil

Apesar de o Jira Software ser uma ferramenta direcionada para equipas agile, e apesar de melhorar a produtividade e organização, não é por implementar uma ferramenta como esta que todos os problemas que identifica na sua equipa irão desaparecer como que por magia. A implementação de Jira Software é apenas uma parte do puzzle que tem de montar: para tornar a sua equipa realmente numa equipa ágil, pressupõe-se que altere também o seu mindset.

De nada vale pedir à sua chefia a implementação de uma ferramenta de planeamento e de report, se depois não está disposto a seguir grande parte das boas práticas descritas no manifesto Agile – algumas das quais pode ler aqui. Pode parecer uma frase demasiado “inspiradora” para o assunto em causa, mas a verdade é que a mudança começa na sua forma de pensar. Jira Software é o complemento que torna real, muito mais prático e muito mais ágil, esse pensamento, incutindo nas equipas o espírito da colaboração.

Mito 3: Com Jira não são necessárias outras ferramentas de comunicação

O Jira é uma ferramenta que funciona muito melhor quando conjugada com outras ferramentas dentro do ecossistema Atlassian. Por isso, não pode esperar que alavanque a comunicação dentro das equipas sozinha – nem foi desenvolvida com esse propósito.

A comunicação entre os membros de uma equipa, presencial ou remota, é fundamental para manter os projetos on-track e para resolver possíveis entraves que possam surgir. Para além disso, existem outras opções como o Jira Service Desk ou o Confluence, que, em conjunto, fomentam a comunicação e promovem, mais uma vez, a colaboração não só entre os membros da mesma equipa, mas entre toda a organização.

 

Agora que já desmistificámos 3 mitos recorrentes sobre Jira Software, se quiser saber mais, assista ao webinar Jira Software para Equipas Agile.

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3 myths and 3 truths about Jira Software: is it just a tool for IT teams?

Jira Software is a management platform that allows teams to manage all stages of their work, assign tasks to different members and track and make reports. But what are the hidden truths we can reveal about this platform? Get to know 3 myths and 3 truths about Jira and see what you think about this planning software.

Myth 1: Jira is just for technical teams

Let’s get this myth out of the way directly: Jira Software was not designed just for technical teams! Even though its development originated through software development practices and the respective stages of the process, from testing to deploy, Jira Software can be adapted to any reality for any team. Evidence of this can be found in the implementation of Jira by Xpand IT in an individual institution for social solidarity, Associação Crescerbem, or even the adaptation of the software for our Marketing team, who were then able to start working using Scrum methodology.

In reality, the size of the team does not matter, nor the field or industry, because Jira Software could be just the solution to improve productivity and organisation you’ve been looking for. If you want to know more about this myth, watch the talk Agility for All by Sofia Neto Canário, our Collaboration & Dev Tools Manager. You will see we are right.

Myth 2: Implementing Jira Software makes your team automatically more agile

Even though Jira Software may be a tool meant for agile teams, and even though it can improve productivity and organisation, all the problems of your team will not disappear like magic as soon as you implement it. Implementing Jira Software is only a piece of the puzzle you are trying to put together. In order to make yours a truly agile team, you will also need to change your mindset and theirs.

Your leadership will not benefit from a planning and reporting tool if you are not available to follow the good practices of the Agile manifesto – some of which you can read here. This may seem like just another inspirational quote, but the truth is that “change starts with how you think”. Jira Software is the supplement that makes those thoughts real, more practical and more agile by implementing a collaborative mentality in your teams.

Myth 3: With Jira, you don’t need other communication tools

Jira is a tool that works at its best alongside other tools within the Atlassian ecosystem. So, you cannot expect that it will improve communication in your teams by itself – nor was it developed for that purpose.

Communication between team members, in person or remotely, is essential for keeping projects on track and resolving any obstacles that may arise. Furthermore, there are other options such as Jira Service Desk or Confluence that, alongside each other, enhance communication and promote, once again, collaboration not only between the members of the same team, but across the whole of your organisation.

Now that we have unravelled these 3 recurring myths about Jira Software, feel free to contact us if you need to implement Jira Software or any of other Atlassian tools.

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Economia de Experiência: 3 tendências para 2020

O conceito de economia de experiência não é novo, mas a sua constatação evidente e a consciencialização por parte das empresas vêem-se agora impulsionadas pelas possibilidades que a era digital proporciona e pela crescente utilização dos chamados dispositivos edge (smart watches, smart tvs, smart cars, home assistants…).

Joseph Pine e James Gilmore teorizaram sobre nós, enquanto consumidores modernos, e acordaram-nos para a realidade de que procuramos algo mais nas transações económicas, uma compra não é só a simples troca de dinheiro por um bem ou serviço. Estamos mais exigentes, e procuramos experiências memoráveis. Por isso mesmo, os autores argumentaram que cada venda realizada a um cliente deve ser tratada como um evento em si.

Mas quando é que um serviço faz a transição e pode passar a ser considerado uma experiência? Quando é altamente customizado. Como disse Joseh Pine, “Existe um antídoto para a comoditização e este chama-se customização”. Quando desenhamos uma oferta de forma tão apropriada e tão customizada para um determinado cliente, deixamos de ter um serviço e passamos a ter uma experiência de valor acrescentado – e, de facto, estamos dispostos a pagar um valor muito superior para usufruir de uma boa experiência.

Um dos exemplos clássicos desta quarta dimensão da oferta económica é o Starbucks. Quando vamos ao Starbucks não dizemos que vamos beber um café – porque, efetivamente, não vamos. Vamos, sim, pela experiência: pela decoração, pelo cheiro da loja, pelo coffe barista, pelas edições especiais de Halloween ou de Natal, pelo encontro com os amigos e porque somos tratados como um cliente único e especial. Somos chamados pelo nome. No Starbucks transforma-se uma simples mercadoria – café – numa verdadeira experiência premium. E é este o segredo. Veja-se outros exemplos semelhantes como a Uber, o Spotify ou a Airbnb.

Atualmente, as possibilidades de oferecer experiências diferenciadoras aos consumidores são infinitas, com toda a tecnologia que temos disponível e com a quantidade de dados que conseguimos recolher, e as aplicações mobile terão de ser uma forte aposta se as empresas quiserem realmente fidelizar os seus clientes. Por exemplo, aquilo que um consumidor com filhos pequenos pretende é que quando chegar ao supermercado, mesmo que as fraldas ou o leite não estejam na sua lista de compras, se estiverem em promoção, receba uma notificação a dar conta disso mesmo – experiência!

3 tendências para 2020

1. Dados Operacionais vs. Dados de Experiência

“Data is the new oil”, certo? Certo. No entanto, será que os dados que hoje em dia são recolhidos são aqueles que mais importam para uma marca conseguir proporcionar a melhor experiência aos seus clientes?

Na economia de experiência o que conta é a emoção, são os sentimentos e são os valores. E a recolha de dados tem estado centrada em dados operacionais sem ter em conta dimensões mais humanas. Por isso, como referido na talk Customer Directions: Five-Star Experience Economy, a propósito do IDC Directions 2019, as empresas devem focar-se em 5 pilares fundamentais:

  • Personalização (é necessário conhecer o cliente e falar com ele para perceber qual o seu estilo de vida, hábitos de consumo, etc);
  • Confiança (passar a mensagem aos clientes de que a marca nunca lhes irá falhar);
  • Empatia (respeitar cada cliente e as suas emoções);
  • Delivery;
  • Engagement (capacidade de relacionamento com os consumidores).

Com o cliente no centro das preocupações das empresas e com os sistemas preparados para recolher este tipo de insights – com poderosos CMS, por exemplo – tornar-se-á mais simples utilizar aquilo que sabem sobre nós realmente a nosso favor.

2. Personalização, personalização, personalização

A personalização das interações deve ser assegurada em todas as comunicações. Não basta recebermos e-mails diferentes dos nossos amigos, tendo em conta os nosso hábitos de consumo: queremos receber também newsletters customizadas, push-notifications no momento certo, descontos personalizados por mensagem… no fundo, os consumidores pretendem que as marcas antecipem as suas necessidades e que possam responder às suas questões nos momentos em que as suas necessidades se revelam.

3. Distribuição da experiência omnicanal

Se coloco um produto no meu carrinho num website, espero que esse mesmo produto me apareça na aplicação mobile. A experiência deve ser transversal aos vários canais de uma marca, e esta omnicanalidade começa nas plataformas digitais e termina nos dispositivos do nosso quotidiano, que agora são cada vez mais inteligentes: relógios, carros, televisões e até máquinas de lavar roupa (75% dos dados gerados hoje em dia já provém de dispositivos edge).

Conclusão

Vivemos numa era totalmente digital, e a forma como percecionamos o mundo, como nos relacionamos, como consumimos serviços ou produtos mudou por completo. As marcas têm forçosamente de se focar cada vez mais na experiência que oferecem aos seus consumidores, se quiserem captar a sua atenção num universo virtual cada vez mais competitivo.

Pine e Gilmore previram que as empresas teriam de centrar o seu negócio nas experiências que oferecem aos seus consumidores, e que é essa memória da experiência que se torna no seu produto – as empresas/ marcas que conseguem criar e oferecer essa experiência encontram neste modelo a sua vantagem competitiva.

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Experience Economy: 3 trends for 2020

The concept of ‘experience economy’ is not new, but clear recognition and awareness of it by businesses is now driven by the possibilities offered by the digital age and growing use of so-called edge devices (smartwatches, smart TVs, smart cars, home assistants… ).

Joseph Pine and James Gilmore theorised about us, as modern consumers, and woke us up to the reality that we seek something more from economic transactions; that a purchase is no longer just a simple exchange of money for a product or service. We are ever more demanding, and we increasingly seek memorable experiences. That’s why the authors argue that every sale to a customer should be treated as a standalone event.

But when does a service make the transition and can be considered an experience? When it is highly customised. As Joseph Pine said, “There’s an antidote to commoditisation; and it’s called customisation”. When we design an offer that is completely appropriate and perfectly customised for a particular customer, we move beyond service to a value-added experience – and, in fact, we are willing to pay a much higher price to enjoy this.

One of the typical examples of this ‘fourth dimension of economic supply’ is Starbucks. When we go to Starbucks, we don’t say we’re going to have a cup of coffee – because we’re not. What we really look forward to is the experience; the decor, the aroma, the barista coffee shop, the special Halloween or Christmas editions, meeting up with friends and because we’re always treated as a unique, special customer. We even get called by our name. At Starbucks, a simple commodity – coffee – becomes a true premium experience. And that’s the secret. Look at other similar examples such as Uber, Spotify or Airbnb.

Currently, the possibilities of offering differentiating experiences to consumers are endless, with all the technology that we have available and the amount of data that we can collect, and mobile applications will have to be a strong bet if companies want to really retain their customers. For example, what a consumer with small children wants is a notification that milk or nappies are on offer today, right as they walk through the doors of the supermarket, even if these items were not on their shopping list – experience!

3 trends for 2020

1. Operational data vs. experience data

“Data is the new oil”, right? Right. However, is the data collected today what a brand most needs to be able to give its customers the best experience?

In the experimental economy what really counts is emotion, feelings and values. And data collection is often focused on operational data without taking into account these more human aspects. Therefore, as mentioned in the talk Customer Directions: Five-Star Experience Economy, regarding the IDC Directions 2019, companies should focus on 5 fundamental principles:

  • Personalisation (get to know your customer and talk to them to in order to understand their lifestyle, consumption habits, etc.);
  • Trust (sending the message to customers that the brand will never fail them);
  • Empathy (respecting every customer and their emotions);
  • Delivery; and
  • Engagement (ability to relate to consumers).

With the customer at the heart of companies’ concerns and with systems prepared to gather this kind of insight – with powerful CMS, for example – it will become easier to use what they know about us to our advantage.

2. Personalisation, personalisation, personalisation

The personalisation of interactions must be assured throughout all communications. It is not enough for us to receive different emails from our friends, taking into account our consumption habits: we also want to receive customised newsletters, push notifications at the right time, messages containing personalised discounts… Basically, consumers want brands to anticipate their needs and be able to answer their questions as these needs unfold.

3. Distribution of the omni-channel experience

If I put a product in my basket on a website, I hope the same product will appear on my mobile application. The experience must be common to the various channels of a brand, and this omniscience begins on digital platforms and ends on the devices supporting our daily lives, which are now increasingly intelligent; watches, cars, televisions and even washing machines (75% of the data generated today already comes from edge devices).

Conclusion

We live in a fully digital age, and the way we perceive the world, how we relate, how we consume services or products has changed completely. Brands have to focus more and more on the experience they offer their consumers if they want to capture our attention in the increasingly competitive virtual universe.

Pine and Gilmore predicted that companies would have to focus their business on the experiences they offer their consumers, and that it’s that memory of these experiences that becomes their product – the companies/brands that have the ability to create and offer this angle find their competitive advantage in this model.

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Iniciativas 2º semestre: onde vamos estar?

O 2º semestre começa em setembro e nós, apesar de ainda estarmos em julho, já estamos a preparar a nossa presença em alguns eventos de referência. Como é hábito, a Xpand IT faz questão de participar em eventos organizados por outras empresas de referência, porque demonstrar o nosso expertise é um dos nossos grandes objetivos ao longo do ano. Para além disso, queremos sempre estar onde está a inovação. Por isso é importante para nós compreender as novas tendências, discutir novas tecnologias com os nossos pares e descobrir novas abordagens.

DSPA Insights: 19 e 20 de setembro

O primeiro evento no qual estaremos presentes será o DSPA Insights 2019. Este é um evento organizado pela Associação Portuguesa de Data Science, cujo foco principal é debater o que de melhor se faz nas áreas de data science e de inteligência artificial, tanto a nível nacional como a nível internacional. Esta será a segunda edição desta conferência, que se irá realizar no campus da Nova SBE, nos dias 19 e 20 de setembro.

Porque este ano lançámos a nova unidade de Data Science, faz sentido para a Xpand IT marcar presença neste evento, abordar diferentes formas de encarar diferente projetos que tem vindo a desenvolver e apresentar alguns pontos de vista em relação a esta nova área de atuação, através de uma apresentação com o título: Operationalize Dara Science Solutions – How to tackle Enterprise Challenges.

IDC Directions 2019: 17 de outubro

A segunda conferência externa na qual iremos participar será organizada pela IDC e é, hoje em dia, um evento de referência na área das tecnologias de informação em Portugal. O IDC Directions 2019 decorrerá no dia 17 de outubro, no Centro de Congressos do Estoril – à semelhança das edições dos anos anteriores – e, para 2019, o mote é: Multiplied Innovation: Scaling a Technology Revolution.

São esperados mais de 1400 participantes, e cerca de 30 oradores de várias empresas de referência em Portugal, entre os quais Serge Findling, Vice President of Research, Digital Transformation da IDC; Heath Salwner, Start with Why Igniter (Simon Sinek Disciple).

Como habitual, a Xpand IT estará presente enquanto Silver Expositor, e terá um stand no piso superior, no qual garantirá dinâmicas sempre voltadas para as áreas tecnológicas em que atua.

Web Summit 2019: 4 a 7 de novembro

A Web Summit é já uma conferência de referência mundial, na qual as maiores tecnológicas se juntam para inspirar, apresentar inovações, e fomentar negócio. Este é um evento que se caracteriza por juntar alguns dos melhores oradores do mundo, provenientes de várias áreas, mas também grandes investidores e empresários, que procuram apostar em novas tecnologias ou em start-ups promissoras.

A Xpand IT estará, mais uma vez, presente nesta conferência, este ano com um espaço maior, mais interativo, e com a promessa de novas dinâmicas. Visitem-nos no stand, conheçam os nossos projetos, e levem convosco os nossos brindes!

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A new strategic market: we’ve arrived in Sweden!

Xpand IT is a Portuguese company supported by Portuguese investment, and it is extraordinary how quickly we have expanded within Portugal. At the end of 2018, the company realised a growth of 45% and a revenue of around 15 million euros, which led Xpand IT to be distinguished in the Financial Times’ Ranking of 2019 (FT1000: Europe’s Fastest Growing Companies). Xpand IT was one of just three Portuguese technology companies to be featured in this ranking.

However, Xpand IT always seeks to grow further. We want to share our expertise with all four corners of the world and deliver a little bit of our culture to all our customers. It is true that Xpand IT’s international involvement has been increasing substantially, with 46.5% of our revenue coming from international customers at the end of last year.

This growth has been supported by two main focal points: exploring strategic markets such as Germany and the United Kingdom (where we now have a branch and an office), and strong leverage of the product we register. Xray and Xporter, both associated with Atlassian ecosystems, are used by more than 5 thousand customers in more than 90 countries! And new products are expected this year, in both artificial intelligence (Digital Xperience) and business intelligence.

This year, Xpand IT’s internationalisation strategy is to invest in new strategic markets in Europe: namely the Nordic countries. Sweden will be the first country focused on, but the goal is to expand our initiatives to the rest of them: Norway, Denmark and Finland.

There are already various commercial initiatives in this market, and we can count on support from partners such as Microsoft, Hitachi Vantara and Cloudera, all already well-established in countries like Sweden. Moreover, cultural barriers and different time zones do not represent a significant impact, which make this strategy an attractive investment prospect for 2019.

In the words of Paulo Lopes, CEO & Senior Partner at Xpand IT: “We are extremely proud of the growth the company has experienced in recent years and expect this success to keep on going. Xpand IT has been undergoing its internationalisation process for a few years now. However, we are presently entering a 2nd phase, where we will actively invest in new markets where we know that our technological expertise paired with a unique team and unique culture can definitely make a difference. We believe that Sweden makes the right starting point for investment in the Nordic market. Soon we will be able to give you even more good news about this project!…”

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Novo mercado estratégico: chegámos à Suécia!

A Xpand IT é uma empresa portuguesa, com capital português, e a dimensão nacional que já atingiu é, de facto, extraordinária. Terminou o ano de 2018 com um crescimento de 45% e uma faturação a rondar os 15 milhões de euros, o que levou à distinção alcançada no ano de 2019 no Ranking do Financial Times (FT1000: Europe’s Fastest Growing Companies). A Xpand IT foi uma das três tecnológicas portuguesas a estar presente neste importante Ranking.

No entanto, na Xpand IT queremos crescer sempre mais. Queremos partilhar o nosso expertise pelos quatro cantos do mundo e levar um pouco da nossa cultura a todos os nossos clientes. E a verdade é que a participação internacional da Xpand IT tem também crescido substancialmente, tendo fechado o ano anterior com um total de 46,5% das suas receitas provenientes de clientes internacionais.

Este crescimento tem sido sustentado por dois fortes eixos de atuação: a exploração de mercados estratégicos, como por exemplo, Alemanha e Reino Unido (onde já temos uma subsidiária e escritório) mas também pela forte alavancagem a nível de produto que se tem registado. O Xray e o Xporter, ambos bastante associados ao ecossistema Atlassian, são utilizados por mais de 5000 clientes, em mais de 90 países! Para este ano estão previstos lançamentos de novos produtos, em áreas como Inteligência Artificial (Digital Xperience) ou Business Intelligence.

Este ano, a estratégia de internacionalização da Xpand IT passa por apostar em novos mercados estratégicos na Europa: os países nórdicos. A Suécia será o primeiro país a estar sob foco, mas o objetivo é alargar as iniciativas aos restantes: Noruega, Dinamarca e Finlândia.

Esta aposta prende-se com o facto de já existirem diversas iniciativas comerciais neste mercado, e pelo incentivo de alguns dos nossos parceiros, como a Microsoft, Hitachi Vantara ou Cloudera, que já se encontram bem estabelecidos em países como a Suécia. Para além disso, o facto de as barreiras culturais e diferença horária não serem significativas, faz com que esta seja uma das nossas apostas para o ano de 2019.

Para Paulo Lopes, CEO & Senior Partner da Xpand IT: “Temos um enorme orgulho no crescimento que a empresa tem alcançado nos últimos anos e a nossa expectativa é que este sucesso se continue a verificar. O processo de internacionalização da Xpand IT já conta com alguns anos, sendo estamos a entrar numa 2ª fase, onde iremos apostar mais fortemente novos mercados onde sabemos que a nossa expertise tecnológica, aliada a uma equipa e cultura únicas, podem realmente fazer a diferença. Acreditamos que a Suécia é a aposta certa para a entrada no mercado dos países nórdicos. Em breve iremos dar mais novidades sobre esta aposta!…”

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Zwoox – Simplifica a ingestão de dados

O Zwoox é uma ferramenta de ingestão de dados, desenvolvida pela Xpand IT, e que facilita a importação e estruturação de dados para um cluster Hadoop.

Esta é uma ferramenta altamente escalável dado que se encontra totalmente integrada no Cloudera Enterprise Data Hub e tira total proveito de várias tecnologias Hadoop, como Spark, Hbase e Kafka. Com o Zwoox a necessidade de codificar data pipelines “à mão” é eliminada, qualquer que seja a fonte de dados.

Uma das maiores vantagens do Zwoox é o facto de acelerar a ingestão de dados, oferecendo inúmeras opções no que à importação de dados diz respeito permitindo inclusive replicar RDBMS DML em near real-time para estruturas de dados Hadoop.

Apesar de existirem várias ferramentas que permitem a importação de dados para clusters Hadoop, só com o Zwoox é possível efetuar esta importação de forma acessível, eficiente e altamente escalável, persistindo os dados em HDFS (com tabelas Hive) ou Kudu.

Algumas das possibilidades que o Zwoox oferece:

  • Automação de particionamento em HDFS;
  • Tradução de data types;
  • Carregamento total ou por deltas;
  • Tabelas de audit (com full history) sem impactos na performance;
  • Derivação de novas colunas de funções pré-definidas ou código “pluggable”;
  • Integração operacional com o Cloudera Manager.

Esta ferramenta encontra-se disponível no Cloudera Solutions Center e estará brevemente no site da Xpand IT. Por enquanto, pode também consultar o documento informativo sobre o produto.

Se precisa de saber mais sobre o Zwoox ou sobre ingestão de dados, contacte-nos.

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Zwoox – Simplify your Data Ingestion

Zwoox is a data ingestion tool, developed by Xpand IT, that facilitates data imports and structuring into a Hadoop cluster.

This tool is highly scalable, thanks to its complete integration with Cloudera Enterprise Data Hub, and takes full advantage of several different Hadoop technologies, such as Spark, Hbase and Kafka. Zwoox eliminates the need to encode data pipelines ‘by hand’, regardless of the data source.

One of Zwoox’s biggest advantages is its capability to accelerate data ingestions, offering numerous options for data import and allowing real-time RDBMS DML replications for Hadoop data structures.

Despite the number of different tools that allow data import for Hadoop clusters, only Zwoox is capable of executing the import in an accessible, efficient and highly scalable manner, maintaining data in HDFS (with Hive tables) or Kudu.

Some of the possibilities offered by Zwoox:

  • Automation and partitioning in HDFS;
  • Translation of data types;
  • Full or delta upload;
  • Audit charts (with full history) without impacting on performance;
  • Derivation of new columns with pre-defined functions or “pluggable” code;
  • Operational integration with Cloudera Manager.

This tool is available on Cloudera Solutions Center and will be available soon on Xpand IT’s website. Meanwhile, you can access our informative document. If you’d like to learn more about Zwoox or data ingestion, please contact us.

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Tecnologia biométrica de reconhecimento

Hoje, mais do que nunca, é fundamental que os utilizadores se sintam seguros ao utilizar um serviço, uma aplicação móvel ou a efetuar a inscrição num website. A prioridade para estes utilizadores é saber que os seus dados estarão, de facto, protegidos. Desta forma, a tecnologia biométrica de reconhecimento desempenha um papel fundamental, já que é uma das formas mais seguras e eficazes de autenticar o acesso dos utilizadores aos seus dispositivos móveis, às suas contas pessoais de e-mail ou mesmo às suas contas bancárias online.

A biometria tem-se tornado, então, uma das formas mais rápidas, seguras e eficazes de oferecer proteção aos indivíduos, não só por ser um dos requisitos de autenticação de cada pessoa enquanto cidadão de um país – ou não fosse a impressão digital um dos dados recolhidos e armazenados para efeitos de documentação legal – como por ser a maneira mais casual (e fiável) de proteger os nossos telemóveis. As vantagens de utilização de tecnologia biométrica de reconhecimento são, então, a eficácia, a precisão, a conveniência e a escalabilidade.

Nas TI, a biometria encontra-se maioritariamente ligada à verificação da identidade de alguém, através das suas características físicas ou comportamentais – impressão digital, reconhecimento facial, reconhecimento de voz ou mesmo a identificação da retina/ íris. Refere-se, então, a tecnologias que medem e analisam as características do corpo humano como forma de permitir ou negar acessos.

Mas como funciona esta identificação no backend? É utilizado um software que identifica pontos específicos dos dados apresentados, que são como pontos de partida. Estes pontos de partida são processados e transportados até uma base de dados que, por sua vez, utiliza um algoritmo que converte as informações num valor numérico. É este valor que irá ser comparado com a entrada biométrica registada do utilizador que o scanner detetou, e a sua autenticação é aprovada ou negada, consoante exista correspondência ou não.

O processo de identificação pode ser efetuado de duas formas: comparação de um-valor-para- muitos ou de um-valor-para-um. O processo de identificação de um-valor-para-muitos acontece quando uma amostra de um utilizador é submetida num sistema e comparada com amostras de outros indivíduos; já o processo de autenticação de um-valor-para-um funciona com apenas um utilizador, comparando os dados fornecidos com os dados anteriormente submetidos – como acontece  nos nossos dispositivos móveis.

Existem inúmeros tipos de leitura biométrica, sendo que estes são os mais comuns:

  1. Impressão digital (uma das tecnologias biométricas de identificação mais utilizadas e mais económicas, já que apresenta um grau de precisão bastante considerável. Na verificação de uma impressão são analisados vários pontos do dedo, como terminações e arcos únicos). Exemplos: aplicações Médis, MBWay ou Revolut;
  2. Reconhecimento facial (através de uma imagem facial do utilizador, constituída por vários pontos de identificação da face, é possível definir distâncias entre olhos e nariz, por exemplo, a estrutura óssea e os contornos de cada componente do rosto. Esta forma de leitura pode apresentar falhas consoante o utilizador tenha óculos de sol ou barba). Exemplo: Face ID da Apple;
  3. Reconhecimento de voz (a identificação é feita através de uma análise aos padrões de voz de cada indivíduo, juntando uma combinação entre fatores físicos e comportamentais. No entanto, não é das formas de reconhecimento mais fiáveis). Exemplos: Siri, da Apple, ou Alexa, da Amazon;
  4. Identificação pela íris/ pela retina (menos utilizada, a identificação pela íris/ retina acontece com o armazenamento dos contornos e padrões geométricos existentes – no caso da íris – e com a identificação de um indivíduo através de vasos sanguíneos no fundo dos olhos – no caso da retina. A garantia de fiabilidade é muito elevada, mas o custo é muito alto, o que faz com que não seja utilizada de forma massiva). Leia este artigo sobre identificação de identidade no setor da banca;
  5. Estilo de escrita (biometria comportamental baseada no tipo de escrita) (por fim, outra forma de autenticar um utilizador, é através da sua escrita – por exemplo, uma assinatura – já que a pressão no papel, a velocidade de escrita ou os movimentos exercidos no ar são muito difíceis de imitar. Esta é uma forma de autenticação mais antiga, utilizada fundamentalmente pela banca). Veja o artigo sobre a Read API, Microsoft Azure.
Ana LamelasTecnologia biométrica de reconhecimento
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