Ana Lamelas

Biometric technology for recognition

Nowadays it is more essential than ever to ensure that users feel safe when using a service, a mobile app and when registering on a website. The user’s priority is to know that their data is properly protected. And consequently biometric technology for recognition plays an increasingly crucial role as one of the safest and most efficient ways to authenticate user access to mobile devices, personal email accounts and even online bank accounts.

Biometrics has become one of the fastest, safest and most efficient ways to provide protection to individuals, not only because it is a requirement of authentication for each person as a citizen of a country – considering that fingerprints are some of the data collected and stored for legal purposes and documents – but also because it is the most casual (and reliable) way to protect our cellphones. The advantages of using biometric technology for recognition are efficiency, precision, convenience and scalability.

In IT, biometrics is primarily found connected to identity verification by using a person’s physical or behavioral features – fingerprints, facial recognition, voice recognition and even retina/iris recognition. We are referring to technologies that measure and analyze features of the human body as a way to allow or deny access.

But how does this identification work in the backend? Software that recognises specific points of presented data as starting points. These starting points are then processed and transported to a database which, in turn, uses an algorithm that converts information into a numeric value. It is this value that is compared to a user’s registered biometric entry, the scanner detected and the user’s authentication approved or denied, depending on whether there is a match or not.

The process of recognition can be carried out in two ways: comparing one value to others or comparing one value to another. The process of recognition of one value to others happens when the sample of a user is submitted to a system and compared to samples of other individuals; while the process of authentication of one value to another works with only one user, comparing the provided data to previously submitted data – as with our mobile devices.

There are countless biometric readings, these being some of the most common:

  1. Fingerprinting (one of the most used, economical biometric technologies for recognition, since it has a significant degree of accuracy. In this type of verification, various points of a finger are analysed, such as endings and unique arches). Examples: apps from Médis, MBWay or Revolut;
  2. Facial recognition using a facial image of the user, composed of various identification points on the face, with the ability to define the distance between the eyes and the nose, for example, and the bone structure and lines of each feature of the face. This reading has some percentage of failure, depending on whether the user has a beard or sunglasses. Examples: Apple’s Face ID;
  3. Voice recognition (recognition is carried out from an analysis of the vocal patterns of an individual, adding a combination of physical and behavioral factors). However, it is not of the most reliable method of recognition). Examples: Siri, from Apple, or Alexa, from Amazon;
  4. Retina/iris recognition (being the least used, retina/iris recognition works by storing lines and geometric patterns – in the case of the iris – and with the blood vessels in the eyes – in the case of the retina. Reliability is very high, but so are the costs, which makes this method of recognition less often used). Read this article on identity recognition in the banking industry;
  5. Writing style (behavioural biometrics based on writing style) (lastly, a way to authenticate a user through their writing – for example, a signature – since the pressure on the paper, the speed of the writing and the movements in the air are very difficult to copy. This is one of the oldest authentication tools, used mainly in the banking industry). Read the article on Read API, Microsoft Azure.
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Sorteio Agile Portugal 2019 – Termos e Condições

Termos e Condições de Participação no Sorteio de 2 bilhetes para o evento Agile Portugal 2019

A participação no sorteio “Bilhetes para o evento Agile Portugal 2019 – Porto” é promovida pela Xpand Solutions – Informática e Novas Tecnologias, Lda (adiante designada por Xpand IT) e implica a total aceitação dos Termos e Condições de Participação aqui designados.

Regras de participação:

  1. O sorteio é online e decorrerá de dia 24 de maio de 2019 até 28 de maio de 2019 nas contas oficiais de Facebook – https://www.facebook.com/XpandITPortugal/ e LinkedIn – https://www.linkedin.com/company/xpand-it da Xpand IT. A Xpand IT reserva-se o direito de alterar as datas do sorteio.
  2. São válidas as participações no sorteio que cumpram todos os seguintes requisitos:
  • Maiores de 18 anos;
  • Residentes em Portugal;
  • Atuais ou novos seguidores das contas oficiais de Facebook e LinkedIn que participem no sorteio;
  • Pessoas com contas ativas no Facebook e LinkedIn e cujos perfis à data da participação sejam passíveis de identificação como pertencentes às pessoas que as utilizam;
  • Pessoas que não estejam envolvidas ou tenham vínculo com as promotoras do Agile Portugal 2019 bem como com a Xpand IT.
  1. O sorteio destina-se a oferecer exclusivamente 2 bilhetes individuais para o evento Agile Portugal 2019 (https://2019.agilept.org/), a decorrer no dia 31 de maio, no Porto.
  2. O apuramento dos vencedores será feito pela Xpand IT através de sorteio aleatório com recurso à plataforma random.org.
  3. É proibida a participação no sorteio da Xpand IT para fins contrários à Lei e que sejam suscetíveis de causar prejuízo a terceiros, ou que, de qualquer forma, lesionem a sua honra, dignidade, imagem, intimidade, crenças, ideologias, crenças religiosas ou qualquer outro direito reconhecido legalmente. O participante não pode assumir a identidade de outra pessoa utilizando para o efeito dados de identificação desta.

Modo e condições de participação

  1. A participação no sorteio deve ser feita exclusivamente da seguinte forma:
    • Seguir a conta oficial de Facebook e LinkedIn da Xpand IT;
    • Fazer like no post do Facebook e LinkedIn da Xpand IT sobre o Agile Portugal 2019;
    • Fazer 1 (um) comentário e “taggar” dois amigos no post. 
  2. Serão aceites todas as participações feitas até às 10h00 do dia 28 de maio.
  3. Por cada conta de Facebook e LinkedIn será validado para efeitos do sorteio 1 (um) comentário.
  4. Não serão validados quaisquer comentários que contenham afirmações com linguagem imprópria, conteúdos difamatórios e/ou caluniosos, que sejam suscetíveis de causar prejuízo a terceiros e de lesionar a dignidade, honra, crenças e imagem de outras entidades ou utilizadores de contas de Facebook ou LinkedIn. A Xpand IT reserva-se o direito de eliminar comentários e/ou bloquear contas que tenham os comportamentos acima descritos.
  5. O sorteio realiza-se no dia útil em que o sorteio termina, após as 10h00 do dia 28 de maio.
  6. A comunicação aos vencedores é feita através de mensagem privada na conta de Facebook ou LinkedIn e só se concretiza após a indicação pelo utilizador dos seguintes dados pessoais:
    • nome (primeiro e apelido);
    • email profissional válido;
    • empresa.
  7. A comunicação dos vencedores é feita através das contas oficiais de Facebook e LinkedIn da Xpand IT, com identificação das contas vencedoras através de um post.
  8. Será disponibilizada online, no portal https://www.xpand-it.com/pt-pt/, na área exclusiva do sorteio, uma página web com toda a informação, termos e condições de participação sobre o sorteio.

Entrega do prémio

  1. Os 2 bilhetes de entrada no evento Agile Portugal 2019 serão entregues por email (através do email profissional fornecido), ao longo do dia 28 de maio.
  2. A entrega do prémio é da inteira responsabilidade da Xpand IT não podendo ser assumida por outra entidade ou pelos promotores do evento.
  3. A Xpand IT pode dar lugar à substituição do prémio a todo o tempo, comunicando assim que possível aos vencedores.
  4. Cada bilhete é individual e intransmissível, não podendo ser substituído no dia por outro prémio, convertido em dinheiro ou transmitido a outra pessoa, por qualquer razão.
  5. Em caso de cancelamento do evento, não haverá lugar ao reembolso do prémio.

Tratamento de dados pessoais

  1. A Xpand IT garante a reserva da identidade de cada participante.
  2. A Xpand IT, nos fins estritos de desenvolvimento e persecução do sorteio, irá recolher e fazer o tratamento dos dados dos participantes vencedores, podendo incluir os mesmos num ficheiro de propriedade exclusiva da Xpand IT, que os salvaguardará.
  3. Os participantes vencedores poderão exercer os seus direitos de cancelamento e/ou retificação dos seus dados mediante solicitação escrita dirigida à Xpand IT ou através do email data.protection@xpand-it.com.
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5 Business Intelligence books you have to read

At Xpand IT, we believe that business intelligence goes way beyond reports and dashboards. We are expert providers of BI solutions, developing projects with the ever-present goal of adding value to any business. Many companies have already placed their bets on data analysis software, recognising the huge potential that such insights represent to progress. However, there is still a small percentage of companies unable to recognise the proper value of internal data analyses and which, therefore, choose not to provide them to their clients. And so, we’ve picked 5 great business intelligence books for you to read, to help you discover more about adopting a complete BI strategy suited to your own situation. In this digital era, we’ve chosen physical formats to help you understand modern BI strategies that you can implement, going way beyond the standard pattern.

As stated by John Owen: “Data is what you need to do analytics. Information is what you need to do business.”

1. Business Intelligence Guidebook: From Data Integration to Analytics

1st Edition, November 2014

This is one of the more comprehensive books about business intelligence and data integration, touching on simple topics as well as vastly more complex architecture. The author guarantees that after reading this book you will be able to develop a BI project, launch it, manage it, and deliver it on time and to a budget. You will also be able to implement a complete strategy for your company – supported by the tools he introduces.

If you’re looking for a reliable source of information, capable of explaining the best practices, the best approaches, and presenting a complete overview of the entire life cycle of a BI project, adaptable for companies of any size, don’t look any further: this is the right book for you.

2. Data Strategy: How to Profit from a World of Big Data, Analytics and the Internet of Things

Bernard Marr – 1st Edition, April 2017

The author starts from the premise that less than 0.5% of all generated data is currently being analysed and used, building a compelling narrative to convince company leaders to invest in business intelligence strategies, focusing on the benefits for business growth.

Complemented with case studies and real examples, this book explains how to translate the data generated by companies into insights to support the strategic decision-making process. This aims to improve companies’ business practices and performance, with a vital combination of Big Data, Analytics and Internet of Things.

3. Agile Data Warehouse Design: Collaborative Dimensional Modeling, from Whiteboard to Star Schema

Lawrence Corr and Jim Stagnitto – 1st Edition, November 2011

This is a book for professionals looking to implement data warehousing and business intelligence requirements, turning them into dimensional models, with the help of BEAM (Business Event Analysis & Modeling) – an agile methodology for dimensional models that aims to improve communication between data warehouse designers, BI stakeholders and their development teams.

If you want to implement this methodology in your company or if you’re just curious about this approach, we strongly recommend you to explore this book, which includes, amongst other topics, subjects such as data modelling, visual modelling and data stories, using the 7 Ws (who, what, when, how many, why and how).

4. Successful Business Intelligence: Unlock the Value of BI & Big Data

Cindi Howson – 2nd Edition, November 2013

This is not the most recent edition, but the wealth of information it contains still makes it one of the best must-have business intelligence books you can read. The author, Research Vice President at Gartner and BI analyst, has conducted a study with the objective of identifying analytics strategies implemented by some of the biggest players in the market.

This book provides much more than just theory. It is a valuable manual that tells stories and lays out successful BI approaches, explaining why the strategies implemented cannot be the same for every company. Additionally, the book includes tips on how to achieve an adequate alignment between a company’s BI strategy and its commercial objectives.

5. Business Intelligence – Da Informação ao Conhecimento

Maribel Yasmina Santos and Isabel Ramos – 3rd Edition, September 2017

This is the only Portuguese book on our list, and it’s very comprehensive, explaining the basic concepts of data analysis and demonstrating how BI technologies can be implemented – from the data warehouse storage process to the analysis of the data (online analytical processing and data mining), outlining how the resulting knowledge can be used by companies to support decision-making.

An essential book, whether you’re a professional searching for a complementary source of information or you’re simply looking for reasons to implement a business intelligence strategy in your company

If you would like to know more about some of the topics mentioned above, or if you want to implement your own BI strategy, get in touch with us today!

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5 livros de Business Intelligence que não pode deixar de ler

Na Xpand IT, acreditamos que Business Intelligence vai muito para além de relatórios e dashboards: somos experts em soluções de BI, e desenvolvemos projetos sempre com o intuito de acrescentar valor aos negócios. São muitas as empresas que já apostam em softwares de análise de dados e que reconhecem o potencial que a recolha de insights representa para as organizações. No entanto, ainda existe uma franja de empresas que não reconhecem o devido valor à análise de dados internos e que não os fornecem, por sua vez, aos seus clientes. Por isso, reunimos um conjunto de 5 livros de Business Intelligence que não pode deixar de ler, se quiser apostar numa estratégia de BI completa e adequada à sua realidade. Na era digital, escolhemos formatos físicos para ajudá-lo a compreender as estratégias de BI modernas que pode implementar, e que vão muito para além do padrão comum.

Como disse John Owen: “Data is what you need to do analytics. Information is what you need to do business.”

1. Business Intelligence Guidebook: From Data Integration to Analytics

Rick Sherman – 1ª edição, novembro 2014

Este livro é um dos livros mais completos sobre os temas de Business Intelligence e Data Integration, e aborda desde os tópicos mais simples até às arquiteturas mais complexas. O autor garante que, depois de ler este livro, será capaz de desenvolver um projeto de BI e de lançá-lo, geri-lo e entregá-lo a tempo e dentro do budget. Conseguirá, ainda, implementar uma estratégia completa na sua empresa – utilizando o suporte das ferramentas indicadas.

Se aquilo que procura é uma fonte de informação fidedigna que lhe explique quais as melhores práticas, as melhores abordagens, e que lhe apresente um overview completo de todo o ciclo de vida de um projeto de BI, adaptável a empresas de qualquer dimensão, não procure mais: este é o livro indicado.

2. Data Strategy: How to Profit from a World of Big Data, Analytics and the Internet of Things

Bernard Marr – 1ª edição, abril 2017

O autor parte da premissa de que menos de 0.5% dos dados gerados estão a ser, neste momento, analisados e utilizados, e constrói uma narrativa que pretende convencer os líderes das empresas a apostar em estratégias de de Business Intelligence, focando-se nas mais-valias para o crescimento dos negócios.

Complementado com casos de estudo e exemplos reais, este exemplar explica como traduzir os dados gerados pelas empresas em insights de apoio a tomadas de decisão estratégicas, com o objetivo de melhorar a performance e o negócio das empresas através da conjugação entre Big Data, Analytics e Internet of Things.

3. Agile Data Warehouse Design: Collaborative Dimensional Modeling, from Whiteboard to Star Schema

Lawrence Corr e Jim Stagnitto – 1ª edição, novembro 2011

Este é um livro para os profissionais que procuram implementar os requisitos de Data Warehousing e de Business Intelligence e torná-los em modelos dimensionais, através da BEAM (Business Event Analysis & Modeling) – uma metodologia agile para os modelos dimensionais que tem como objetivo melhorar a comunicação entre os designers do Data Warehouse, os BI stakeholders e todo o departamento de desenvolvimento de ambas as partes.

Se pretende implementar esta metodologia na sua empresa ou se, apenas, tem curiosidade em saber mais sobre esta abordagem, aconselhamos a explorar este livro que inclui, entre outros, tópicos como: data modeling, visual modelling, ou data stories, utilizando os 7 Ws (who, what, when, how many, why and how).

4. Successful Business Intelligence: Unlock the Value of BI & Big Data

Cindi Howson – 2ª edição, novembro 2013

Não é o exemplar mais recente, mas a riqueza de informação que traz faz com que continue a ser um dos grandes livros sobre Business Intelligence que não pode mesmo deixar de ler. A autora, Research Vice President na Gartner e BI Analyst, levou a cabo um estudo cujo objetivo foi identificar as estratégias de analytics implementadas por alguns dos maiores players no mercado.

Este livro é mais do que um exemplar teórico, é um manual valioso que conta histórias e abordagens de sucesso a BI, e que explica porque é que as estratégias a implementar não podem ser iguais para todas as empresas. Para além disso, inclui dicas sobre como conseguir um bom alinhamento entre a estratégia de BI e os objetivos de negócio de uma empresa. Sem dúvida, um dos melhores livros sobre esta temática.

5. Business Intelligence – Da Informação ao Conhecimento

Maribel Yasmina Santos e Isabel Ramos – 3ª edição, setembro 2017

Este é o único livro de origem portuguesa na lista, e é bastante completo, já que explica desde o conceito mais básico da análise de dados, até à demonstração de como as tecnologias de BI são utilizadas – através do armazenamento em Data Warehouses até à análise destes dados (On-Line Analytical Processing e Data Mining), e de como o conhecimento adquirido pode ser aproveitado pelas empresas para sustentarem as suas tomadas de decisão.

Um livro obrigatório, quer seja um profissional da área à procura de uma fonte de informação complementar, quer procure motivos para implementar uma estratégia de Business Intelligence na sua empresa.

Se precisa de saber mais sobre algum dos tópicos acima mencionados, ou se pretende implementar uma estratégia de BI, fale connosco!

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ITIL: boas práticas para melhorar o seu IT Service Management

ITIL é um acrónimo para Information Technology Infrastructure Library e é um conjunto de boas práticas que permitem melhorar a operação e a gestão de todos os serviços de IT de uma empresa. Quando implementado pelas organizações, este conjunto de práticas torna-se uma mais-valia inequívoca, uma vez que apresenta vantagens como a melhor gestão de riscos, o fortalecimento das relações com os clientes, a melhoria da produtividade e mesmo a redução de custos.

Desenvolvida no ano de 1980 pela Central Computer and Telecommunications Agency (CCTA) – pertencente ao governo Britânico – esta é a principal framework que permite estabelecer um bom IT Service Management (ITSM). Começou por ter mais de 30 livros, que aglomeravam inúmeras fontes de informação e que descreviam as boas práticas que as TI deveriam seguir. Neste momento, a ITIL conta com cinco livros que abordam os vários processos e funções (sendo 26 o número total de processos que podem ser adotados pelas empresas).

Em 2005 esta framework foi finalmente reconhecida e adquiriu o selo de aprovação ISO/IEC 20000 Service Management, por se encontrar em conformidade com o standard pretendido e por estar alinhado, de facto, com as melhores práticas em Tecnologias da Informação.

A ITIL sofreu algumas revisões ao longo da sua história e conta já com 4 versões, tendo a última sido lançada no início de 2019. Esta versão, mais atual, mantém um enorme foco e preocupação com a automatização de processos, de forma a otimizar o tempo dos profissionais, e com a integração dos departamentos de IT nos negócios – de forma a melhorar a comunicação entre equipas e pessoal técnico e não técnico. A versão 4 apresenta novas formas de responder aos desafios da tecnologia moderna, e pretende caminhar para ser cada vez mais agile e colaborativa.

Para implementar ITIL numa empresa não basta ler os livros existentes. É necessário ter profissionais dedicados a esta área, com o mindset indicado, e garantir formações e certificações tanto para a empresa como para esses profissionais. A certificação, de acordo com a versão 4 do ITIL, divide-se em dois patamares: ITIL Foundation e ITIL Master – cada um com os seus exames e conteúdos programáticos. No módulo ITIL Foundation existem duas possibilidades: a certificação ITIL Managing Professional (que oferece certificação como ITIL Specialist) e a certificação ITIL Strategic Leaders (que, por sua vez, inclui certificado para ITIL Strategist e ITIL Leader). Após completar as certificações do nível Foundation, pode dar o salto para o nível Master – a certificação mais elevada que pode ter no ITIL 4. No quadro abaixo pode verificar o esquema completo:

ITIL

O ITIL divide-se em cinco grandes áreas – Service Strategy; Service Design; Service Transition; Service Operations e Continual Service Improvement – sendo que cada área apresenta os seus processos. Embora esta framework apresente, ao todo, 26 processos, não é necessário que as empresas os adotem na sua totalidade. Cabe aos profissionais de IT, e, no limite, ao CTO, definir quais os procedimentos a integrar nas equipas. Aqui ficam alguns exemplos dos processos mais utilizados:

ITIL
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ITIL: sound practices to improve your IT service management

ITIL is an acronym for Information Technology Infrastructure Library, a set of good practices designed to facilitate a significant improvement to the operation and management of all the IT services within a company. When implemented by an organisation, this set of practices becomes an unequivocally beneficial asset, as it comes with several advantages, such as the improvement of risk management, the strengthening of client relationships, an increase in productivity and reduced costs.

Developed in 1980 by the Central Computer and Telecommunications Agency (CCTA) – a British government agency – it is the primary framework for sound IT Service Management (ITSM). It began with more than 30 books comprising numerous sources of information, and describing good practices to follow in relation to IT services. Currently, ITIL runs to 5 books covering its various processes and functions (and a total of 26 processes that can be adopted by companies).

In 2005 the framework was finally formally recognised and given the ISO/IEC 20000 Service Management seal of approval for compliance with desired standards, and for being truly aligned with Information Technology best practice.

ITIL went through various revisions and there are now 4 different versions, with the most recent being released at the start of 2019. This updated version maintains a strong focus on automating processes in order to maximise professional time and the business integration of IT departments, in order to improve communication between teams and technical and non-technical staff. Version 4 features new ways to tackle the challenges of modern technology and its main goal is to become ever more agile and cooperative.

Reading current books on the subject simply won’t give you enough background to effectively implement ITIL for your company, however. You need to engage professionals dedicated specifically to the field, and guarantee adequate training and certifications for both the company and these professionals. Current certification, in accordance with the 4th version of ITIL, is divided into two levels: ITIL Foundation and ITIL Master – each one with its own unique examinations and programme content. There are two options under the ITIL Foundation module: ITIL Managing Professional (which certifies an ITIL specialist), and the ITIL Strategic Leaders certification (encompassing both ITIL Strategist and ITIL Leader certificates). After completing foundation accreditation, you can then leap into master level – the highest certification available in ITIL 4. You can review the full scheme using the table below:

ITIL

ITIL is divided into five major areas – Service Strategy, Service Design, Service Transition, Service Operations and Continual Service Improvement – and each area has individual processes. Although this framework provides 26 processes in total, companies are not obligated to adopt them in their entirety. It is up to the IT professionals and ultimately the CTO to define appropriate procedures to integrate into teams. Below you can find some examples of the most commonly used processes:

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Xpand IT entra no ranking FT1000: Europe’s Fastest Growing Companies

É com muito orgulho que a Xpand IT anuncia a sua entrada no ranking Europe’s Fastest Growing Companies, do reconhecido jornal internacional Financial Times! Com um crescimento sustentado que ultrapassou os 45% em 2018, a Xpand IT foi considerada uma das 1000 empresas em toda a Europa que mais depressa cresceu, tendo em conta os resultados consolidados entre 2014 e 2017.

Mais de 10 Milhões de faturação e cerca de 195 colaboradores foram os números que nos garantiram um lugar nesta lista, sendo que desde então já demos o salto para 15 Milhões de faturação e para mais de 245 colaboradores. Assim, das três empresas tecnológicas portuguesas presentes no ranking, a Xpand IT é a que apresenta melhores resultados a nível de faturação e de aquisição de novo talento.

Para Paulo Lopes, CEO & Senior Partner da Xpand IT, “Integrar o ranking Europeu FT 1000 é o reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver nos últimos anos. Somos reconhecidos pelo nosso know-how e expertise na área tecnologia, mas também por uma equipa e cultura únicas, focada na excelência e inovação, o que torna mais fácil atingirmos este tipo de resultados.”

O objetivo para este ano será manter a tendência de crescimento, não só através da expansão para novos mercados, mas também com o aumento da equipa, que em 2019 se espera que chegue ao redondo número de 300 Xpanders!

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7 passos para implementar um projeto de Data Science

Entende-se por data science o conjunto de métodos e processos aplicados a um problema complexo e concreto, com o intuito de o resolver. Pode ser utilizada a inferência de dados, o desenvolvimento de algoritmos e a tecnologia para analisar os dados recolhidos e entender alguns fenómenos, identificando padrões. É necessário que os data scientists tenham conhecimentos matemáticos e tecnológicos, e que tenham o mindset certo para atingir os resultados esperados.

O objetivo, no fundo, é que, através da unificação de conceitos como a estatística, a análise de dados e o machine learning, se possam desvendar comportamentos, tendências ou inferências em determinados dados, que não seriam possíveis identificar mediante uma análise simples. É a descoberta de valiosos insights que permitirá às empresas tomar melhores decisões de negócio e potenciar investimentos importantes.

Neste blog post desvendamos 7 passos importantes para que um projeto de data science possa ser implementado de forma a alcançar o sucesso.

1. Definir o tópico de interesse /pain-points da empresa

Para dar início a um projeto de data science é necessário perceber o que se estará a tentar descobrir. Que problema apresenta a empresa ou que objetivos se pretende atingir? De que tempo a empresa dispõe para trabalhar neste projeto? Como irá ser medido o sucesso?

Por exemplo, a Netflix utiliza técnicas avançadas de análise de dados  para descobrir padrões de visualização por parte dos seus clientes, de forma a tomar decisões mais acertadas sobre as séries que produzirá de seguida; já a Google utiliza algoritmos de data science para aprimorar a colocação e demonstração de banners em display, seja publicidade ou re-targetting

2. Obter os dados necessários

Depois de definido o tópico de interesse, o foco passa a estar na recolha dos dados fundamentais para elaborar o projeto, provenientes das bases de dados disponíveis. Existem inúmeras fontes de dados, sendo que as mais comuns são bases de dados relacionais, sendo que existem também fontes de dados semi-estruturadas. Outra forma de recolher os dados necessários é efetuar as ligações adequadas a web APIs ou retirar diretamente dos websites que se pretendam eventualmente analisar (web scraping).

3. “Polir” os dados recolhidos

Este é o passo seguinte – e o que se revela mais natural – já que depois de extraídos os dados das suas bases originais, é necessário filtrá-los. Este processo é indispensável, uma vez que ao analisar dados sem relevância os resultados poderão ser desvirtuados.

Em alguns casos, será necessário alterar dados e colunas, para verificar se não existem variáveis em falta. Por isso, um dos passos a ter em conta é a junção de informação proveniente de diversas fontes, para que, no final, se possa trabalhar com uma boa base, criando um workflow eficiente.

É, também, conveniente que os data scientists tenham conhecimento acerca de algumas ferramentas, como Python ou R, que lhes permitam realizar a tarefa de “polir” os dados da forma mais eficiente.

4. Explorar os dados

Quando os dados extraídos estiverem prontos e “polidos”, é necessário proceder a uma análise. Cada tipo de fonte de dados tem características diferentes, o que implica que tenham um tratamento também diferente. Neste ponto, o fundamental é que se criem estatísticas descritivas e que se testem hipóteses – variáveis significantes.

Depois de testadas algumas variáveis, o próximo passo é colocar os dados obtidos num software de data visualisation, para que se consiga encontrar algum padrão ou tendência.  E, agora sim, podemos passar para a inclusão da inteligência artificial e do machine learning.

5. Criar modelos analíticos avançados

Esta é a parte em que se modelam os dados recolhidos, tratados e analisados. É o momento de criar modelos para que se possam, por exemplo, predizer resultados futuros. No fundo, é nesta fase que os data scientists utilizam fórmulas de regressão e algoritmos para que se possam criar modelos preditivos e prever valores e padrões futuros, de forma a generalizar ocorrências e a tornar mais eficientes as decisões.

6. Interpretar os dados / recolher insights

Encontramo-nos praticamente no último nível de implementação de um projeto de data science. É a fase em que é necessário interpretar os modelos definidos e descobrir insights importantes para o negócio – encontrar generalizações para aplicar em dados futuros – e responder ou endereçar as questões que foram colocadas no início do projeto.

O objetivo de um projeto deste género é, precisamente, encontrar padrões que ajudem a empresas a tomar decisões: caso se deva evitar um comportamento ou repetir ações que tenham resultados manifestamente positivos.

7. Comunicar os resultados

A apresentação é também bastante importante, já que tem de ser claro para os stakeholders (muitas vezes, pessoal não técnico) quais os resultados do projeto. O data scientist tem de ter o “dom” de contar uma história, para que todo o processo faça sentido e para que encaixe na resolução do problema da empresa.

Se pretende saber mais sobre projetos de data science ou se procura aconselhamento, não hesite em contactar-nos.

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8 reasons why you should choose Atlassian solutions on data center version

A data center is an environment that allows to aggregate the necessary infrastructure to assure all systems of an organization keep functioning the right way, or, in this case, to deploy products and/or apps. Data centers are designed to ensure the traffic, processing and store of great amounts of data. Atlassian was specifically designed to work as one more option for your customers who can choose to deploy the products they use on the cloud, server or data center, such as Jira Software, Confluence or Jira Service Desk. Its five fundamentals are: high availability, scalability, performance, safety and, of course, cost.

If you use Atlassian tools, using them on the data center option is now a possibility. But is this the best solution for your company? Find out the 8 reasons why you should choose Atlassian on data center version and which is the best moment to upgrade.

Which are the advantages of Atlassian on data center?

  1. Scalability: Atlassian on data center was specifically designed to grow according to the needs of the companies. You can add nodes to your cluster, without ever needing to worry about performance losses or downtimes (when you plan upgrades, for example, you can activate the read-only feature, which will allow your customers to keep viewing the pages and searching while maintenance works on the background).
  2. High availability: the storage of all information in active clusters allows teams to access to be constantly and without being interrupted, therefore minimizing flaws that may exist on the company’s applications.
  3. SAML 2.0: Atlassian on data center uses this protocol in order to ensure compliance and simplify the login experience. This way, Atlassian ensures that the authentication system is safe (through specific tokens).
  4. Choosing an infrastructure: in the data center model, you can choose to implement the applications on-premise or in IaaS providers, such as Azure or Amazon Web Services.
  5. Disaster Recovery: Atlassian ensures that your business can keep functioning without any problems, with a complete Disaster Recovery strategy, whether the system interruption was total or partial.
  6. Verified ecosystem: all applications developed in data center environment are verified on their turnaround times, scales and databases supports.
  7. Performance warranty: as your organization grows, the need to maintain the quality of the work developed and performance also grow. Atlassian on data center can eliminate everything that sets your team back (for example, through project archiving, which allows you to find the information you are truly looking for).
  8. Control: you can have full control over the compliance, safety and regulation needs.

When should you upgrade?

Atlassian on data center grants you access to the same functionalities, applications and products than the server. Moreover, both options provide almost full control over your data and infrastructure. However, in comparison, the data center has a few advantages – when your company reaches a new growth level – because, for example, the server runs on only one node and the data center runs on multiple nodes.

The data center was precisely designed to accompany the customers of the server model when they grow and their organization reaches maturity. Therefore, when should you upgrade to data center? Have in mind the following variables:

Number of users: how many users access your apps on a daily basis? According to Atlassian, “apps like Jira Software, Confluence or Bitbucket need more stability when they reach 500 or 1000 users. In the care of Jira Service Desk the upgrades usually take place when 50 users are reached”.

Performance: with the growth of your company, its performance also needs to grow proportionally. To ensure that the performance of your systems is maintained, you should assess if the number of users allows to maintain the same quality.

Downtime: assessing the downtime costs for your company is essential. If you think the costs are high and you cannot work with them, maybe your solution may involve assessing your data center model.

Management: do you think you spend too much time managing requests and taking care of issues that should be simple? The data center provides Administrators a possibility to simplify countless tasks, such as take and grant access or manage requests to change passwords.

In case you need to assess which is the best option for your company, do not hesitate and contact us.

Ana Lamelas8 reasons why you should choose Atlassian solutions on data center version
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8 razões para escolher soluções Atlassian na versão data center

Um data center é o ambiente que permite a agregação da infraestrutura necessária para manter em bom funcionamento todos os sistemas de uma organização, ou, neste caso, para efetuar o deploy de produtos e/ou aplicações. Os data centers são projetados para garantir o tráfego, o processamento e o armazenamento de enormes quantidades de dados, sendo que o da Atlassian foi especificamente concebido para funcionar como mais uma opção para os seus clientes, que poderão optar por efetuar o deploy dos produtos que utilizam, como Jira Software, Confluence ou Jira Service Desk, na cloud, no server ou no data center. Os seus cinco pilares principais são: a alta disponibilidade, a escalabilidade, o desempenho, a segurança e, claro, o custo.

Se utiliza ferramentas Atlassian, utilizá-las na opção de data center é, agora, uma hipótese. Mas será esta a melhor solução para a sua empresa? Descubra quais as 8 razões para escolher soluções Atlassian na versão data center e qual o melhor momento para fazer o upgrade.

Quais os benefícios do data center da Atlassian?

  1. Escalabilidade: o data center da Atlassian foi especificamente constituído para crescer à medida das necessidades das empresas. Poderá adicionar nodes ao seu cluster, sem se preocupar com perdas de performance ou com donwtimes (quando planear upgrades, por exemplo, poderá ativar a característica de read-only, que permitirá aos seus clientes continuarem a visualizar as páginas e a pesquisar enquanto os trabalhos de manutenção decorrem).
  2. Alta disponibilidade: o armazenamento de toda a informação em clusters ativos permite que o acesso por parte das equipas seja constante e ininterrupto, reduzindo falhas que possam existir por parte das aplicações empresariais.
  3. SAML 2.0: o data center da Atlassian utiliza este protocolo com o intuito de garantir a conformidade e simplificar a experiência de login. Desta forma, a Atlassian garante que o sistema de autenticação se encontra seguro (através de tokens específicos).
  4. Escolha de infraestrutura: no modelo de data center poderá optar por implementar as aplicações on-premise ou em fornecedores de IaaS, como Azure ou Amazon Web Services.
  5. Disaster Recovery: a Atlassian garante que o seu negócio poderá continuar a funcionar sem problemas, através de uma estratégia completa de Disaster Recovery, quer a interrupção de sistema tenha sido total ou parcial.
  6. Ecossistema verificado: todas as aplicações desenvolvidas em ambiente de data center são verificadas nos seus tempos de resposta, escala e bases de dados suportadas.
  7. Garantia de performance: à medida que a sua organização cresce, cresce também a necessidade de manter a qualidade do trabalho desenvolvido e da performance. No data center da Atlassian poderá eliminar todo o desperdício que atrasa a sua equipa (por exemplo, através do arquivamento de projetos, que lhe permite encontrar a informação que realmente lhe interessa).
  8. Controlo: poderá ter total controlo sobre as necessidades de compliance, de segurança e de regulamentação.

Quando deve fazer o upgrade?

O data center da Atlassian garante-lhe acesso às mesmas funcionalidades, aplicações e produtos do que o server. Para além disso, ambas as opções fornecem um controlo quase total sob os seus dados e a sua infraestrutura. No entanto, o data center apresenta algumas vantagens comparativamente – quando a sua empresa atinge um novo patamar de crescimento – já que, por exemplo, o server corre num único node e o data center corre em múltiplos nodes.

O data center foi, precisamente, projetado para acompanhar os clientes do modelo server,
à medida que estes crescem e a sua organização amadurece. Assim sendo, quando deve considerar fazer o upgrade para o data center? Tenha em conta as seguintes variáveis:

Número de utilizadores: quantos utilizadores acedem às suas aplicações numa base diária? Segundo a Atlassian, “aplicações como o Jira Software, o Confluence ou o Bitbucket necessitam de mais estabilidade quando atingem os 500 a 1000 utilizadores. No caso do Jira Service Desk, por norma, os upgrades acontecem quando se atinge os 50 utilizadores”.

Performance: à medida que a dimensão da sua empresa aumenta, também a performance tem de aumentar em proporcionalidade. Para garantir que a performance dos seus sistemas se mantem, deve avaliar se o número de utilizadores permite manter a mesma qualidade.

Downtime: é fundamental avaliar quais os custos de downtime para a sua empresa. Se considera que são custos elevados e que não os pode suportar, talvez a solução passe por avaliar o modelo de data center.

Administração: considera que passa demasiado tempo a gerir pedidos e a tratar de questões que deveriam ser simples? O data center oferece aos Administrators a possibilidade de simplificar inúmeras tarefas, tais como conceder e retirar acessos ou gerir pedidos de alteração de passwords.

Se precisa de avaliar qual a melhor opção para a sua empresa, não hesite em contactar-nos.

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