Ana Lamelas

A Xpand IT na WSO2 Con 2018

A WSO2 Con, conferência oficial da tecnologia WSO2, aconteceu este ano em três locais a nível mundial: nos EUA (São Francisco) em julho; na Ásia (Colombo) em agosto; e na Europa (Londres) em novembro. Como parceiro certificado e revendedor WSO2, a Xpand IT marcou a sua presença no evento Europeu, entre os dias 13 e 15 de novembro, no hotel Hilton London Bankside.

A edição europeia da WSO2 Con de 2018 focou-se essencialmente na visão da WSO2 sobre Integração Ágil e contextos de negócio orientados às API’s, num mundo onde as necessidades de integração estão a crescer com a proliferação de sistemas e aplicações.

Os três dias de apresentações cobriram a visão estratégica da WSO2 sobre integração, as suas definições arquiteturais e aplicabilidade, capacidades técnicas e aplicações de negócios dos seus produtos, bem como casos de sucesso de implementações WSO2 apresentadas pelos próprios clientes. Os intervalos durante as manhãs, horas de almoço e tardes também serviram para criar um ambiente de networking entre parceiros e clientes.

Adicionalmente, estava disponível um “Oxygen Bar”, onde vários experts de todas as áreas tecnológicas da WSO2 se mostraram sempre disponíveis para qualquer esclarecimento adicional sobre os produtos e sobre a sua utilização.

Dia 1 – Transformação Digital

A manhã do primeiro dia foi preenchida com várias keynotes, sendo o primeiro apresentado pelo atual CEO da WSO2, Tyler Jewell. Nesta keynote foi apresentada a visão estratégica da WSO2 para os próximos anos, reforçando a tendência na integração e as razões que justificam, cada vez mais, uma abordagem de “API first” pelas organizações. Esta mesma visão foi corroborada por Massimo Pezzini, Vice-Presidente da Gartner, com um olhar sobre o HIP (Hybrid Integration Platform) como um facilitador digital para as organizações. Da parte da tarde, existiram sessões em três contextos diferenciados, cada um com o seu tópico: a sala vermelha com Integração e Arquitetura, a sala amarela com Stream Processing e Identity Management, e a sala verde com Open Banking e casos de sucesso.

Dia 2 – Agilidade na Integração

Tendo a Agilidade como tema, o segundo dia começou com duas keynotes muito interessantes por parte de Aria van Bannekum, fundador do Agile Manifesto, e também do CTO e Co-fundador da WSO2, Paul Fremantle. Da parte da tarde iniciaram-se novamente as três sessões paralelas: na sala vermelha o foco foi em API Management; na sala verde, casos de sucesso centrados no ecossistema de API’s; e na sala amarela demonstrações completas de produtos WSO2.

Dia 3 – Ballerina

O último dia da conferência foi integrado com o evento Ballerina Day 2018. Apesar de complementado com sessões exclusivas para debater assuntos relacionados com o novo programa de parceiros, este dia foi completamente focado em Ballerina, uma linguagem de programação open-source e cloud native, que tem sido desenvolvida para WSO2 ao longo dos últimos três anos. Esta linguagem de programação tem como objetivo endereçar a falha criada por produtos middleware “não-ágeis” e pelas atuais linguagens de programação, que são ainda demasiado complexas para lidar com cenários de integração. A Ballerina promete simplificar esta complexidade e promover a agilidade, oferecendo capacidades de middleware com o mínimo de código possível.

Está também orientada para ambientes na cloud e DevOps, por isso, permite a integração com Docker e Kubernetes.

Fique com algumas fotografias captadas durante o evento.

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A Xpand IT tem o gosto de realizar o primeiro evento com o cunho da tecnologia WSO2 em Portugal, enquanto Certified Partner e Value-added Reseller no território nacional: o WSO2 Connect 2019Inscreva-se neste evento gratuito, e venha conhecer a plataforma que lhe permitirá colocar a sua empresa na liderança da transformação digital.

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Vantagens de implementar Big Data na sua empresa

Big Data não é uma ‘tendência’. É uma necessidade inerente à larga maioria das organizações de grande dimensão ou mesmo de pequenas e médias empresas, que já não conseguem retirar valor efetivo dos dados que produzem através de ferramentas de Business Intelligence mais ‘tradicionais’. Big Data tem um papel muito importante a impulsionar negócios e são muitas as empresas que já estão conscientes disso mesmo. Segundo a Forbes, o mercado mundial de Big Data (software e serviços) irá crescer de 42 Biliões de dólares em 2018 para 103 Biliões de dólares no ano de 2027.

Por isso, as vantagens de implementar Big Data na sua empresa são muitas e ter uma estratégia bem definida é meio caminho para que consiga tomar decisões sustentadas, que podem ditar o sucesso do seu negócio.

O que é Big Data

Entende-se por Big Data a capacidade de analisar e/ou processar grandes quantidades de dados, quer por via do seu volume, quer pela quantidade de “data points” gerados. O conceito de Big Data aparece quando as empresas se deparam com um volume tão grande e tão constante de dados, que as ferramentas mais convencionais de processamento e análise já não conseguem ser eficazes.

Os dados podem ser estruturados, semiestruturados ou não estruturados. Dados estruturados são, por exemplo, os dados provenientes da atividade de compra e venda de uma organização. São informações obtidas através de um formulário ou através de tabelas operacionais. Os dados não estruturados ou semi-estruturados são informações geradas sem ordem definida e provenientes de fontes tão diversas como redes sociais, logs de utilizadores em aplicações web ou mobile, partilha de opiniões ou partilha de ficheiros, por exemplo.

Segundo dados da Harvard Business Review, só cerca de 20% dos dados que chegam às empresas são estruturados, sendo os restantes 80% semiestruturados ou não estruturados. Para além disso, a percentagem de dados estruturados que é utilizada para apoiar tomadas de decisão e extrair insights é de menos de 50%, sendo que esta cai para apenas 1% quando falamos em dados não estruturados ou semi-estruturados.

Podemos caracterizar o conceito de Big Data através de 4 Vs:

  • Volume (quantidades massivas de dados são geradas e necessitam de ser armazenadas e processadas. De acordo com o site Statista, só em 2018 foram gerados 10.6 zettabytes, provenientes de cloud data centres a nível global);
  • Velocidade (a velocidade de geração, processamento e análise de dados pode ser mais importante do que o volume, já que informação real-time ou near-real time oferece uma grande agilidade às empresas que têm uma estratégia de Big Data bem implementada);
  • Variedade (os dados podem ser originados através de várias fontes, como bancos de dados comuns, redes sociais, páginas web, transações financeiras, e-mails, sensores (IoT), ficheiros de áudio, texto, vídeo, arquivos, fóruns, etc). Veracidade (no fundo, a veracidade permite definir se os dados gerados são confiáveis, através da sua fonte ou origem);

Valor (os dados gerados têm realmente valor para a empresa? É necessário avaliar se aqueles dados, de facto, irão gerar novas oportunidades, aumentar receitas ou otimizar custos, por exemplo).

Vantagens de implementar uma estratégia bem definida

Sabemos, então, que a implementação de uma estratégia de Big Data tornou-se numa necessidade para as grandes organizações, e que o foco da questão deixou de ser “utilizar ou não utilizar Big Data”, para passar a ser “como utilizar Big Data da forma mais eficiente”.

Sabemos, também, que Big Data abre portas para tomadas de decisão mais sustentadas, com base em análises extremamente complexas, e que permite retirar insights muito importantes para otimizar as informações recolhidas. Assim, a decisão de implementar uma estratégia de Big Data deve partir das equipas ligadas às áreas de negócio, e não dos departamentos de TI, que devem garantir a execução técnica do projeto, da forma mais eficiente.  No fundo, são essas equipas (as de negócio) que vão retirar valor dos dados recolhidos para a realização do seu trabalho diário e para a definição estratégica.

Mas quais são as verdadeiras vantagens da implementação de um projeto de Big Data? O que é que as empresas trarão como vantagem competitiva para o seu negócio? Identificámos três das principais vantagens de implementar Big Data na sua empresa:

Vantagem 1: Tomadas de decisão fundamentadas

Através das análises de dados realizadas por tecnologias de Big Data é possível encontrar padrões de compra ou de comportamento que apoiam tomadas de decisão por parte dos departamentos de negócio. Por exemplo, se a equipa de marketing tiver a informação de que determinada família compra o mesmo produto todos os meses, poderá despoletar fluxos de mailing digital ou físico (se for o caso) de descontos para esse produto, com o intuito de garantir a fidelização daqueles clientes.

Vantagem 2: Redução de custos

Os dados gerados para ou por uma empresa são armazenados, processados e analisados, levando à descoberta de importantes insights de negócio ou mesmo de lacunas e falhas. Ao trabalhar sobre dados previamente analisados e ao ter acesso a, por exemplo, tendências constantes de comportamento ou de compra, as empresas conseguem lançar campanhas mais eficazes, que atingem diretamente o target pretendido e que, por isso, podem apresentar um ROI maior. Desta forma, a otimização da aplicação de budget vai tornar as equipas mais eficientes – aumentando também a sua produtividade.

Vantagem 3: Possibilidade de prever situações futuras

Em Big Data, por norma, podem realizar-se três tipos de análises que se complementam entre si: Descriptive analytics (é o tipo de análise que descreve aquilo que acontece, muitas vezes em real-time. Recorrendo à agregação de dados e a data mining, é possível aceder a uma fotografia do passado e perceber qual a razão de determinado desvio ou alteração ou, então, apenas sumarizar um determinado aspeto); Predictive analytics (este é o tipo de análise que descreve aquilo que poderá ocorrer no futuro, recorrendo a modelos estatísticos e algoritmos, e oferecendo cenários de situações estatisticamente prováveis); Prescritive analytics (com base em otimização, algoritmos de simulação, machine learning e modelos computacionais, este é um tipo de análise bastante complexo, que pretende responder à questão “o que devemos fazer em determinada situação?”. No fundo, os cenários criados irão funcionar como prescrições de diferentes ações e dos seus resultados finais, permitindo à empresa optar pelo cenário que apresenta um menor grau de risco).

Exemplos de aplicação prática

Agora que sabe quais as vantagens de implementar Big Data na sua empresa e como definir objetivos específicos e mensuráveis, a questão que se coloca é, de facto, como tirar partido dos dados que a sua organização gera, dependendo do tipo de área em que atua.

Aqui ficam alguns exemplos de aplicação prática:

  • Dados provenientes de sensores em sistemas de transportes;
  • Análise de dados financeiros para evitar fraudes (deteção de utilização de um cartão de crédito por um user não habitual, por exemplo).
  • Análise de tráfego de rede;
  • Web analytics (em sites de e-commerce);
  • Monitorização de menções nas redes sociais, com o intuito de avaliar se os sentimentos são positivos ou negativos em relação à marca/empresa;
  • Recomendação de filmes, viagens, hotéis, produtos, com base nas pesquisas e compras dos indivíduos;
  • Informações sobre trânsito e previsões de horas mais problemáticas.
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Advantages of implementing Big Data in your company

Big Data is not a ‘trend’. It is a necessity associated with most large, or even medium or small, companies that can no longer get sufficient value from the data produced by more traditional Business Intelligence tools. Big Data plays an important role in boosting business, and many companies are already aware of that. According to Forbes, the global market for Big Data (software and services) will grow from 42 trillion dollars, in 2018, to 103 trillion dollars in 2027.

There are many advantages to implementing Big Data in your company, and having a well-defined strategy is a halfway house to being able to make well-informed decisions, which can be a key to success for your business.

What is Big Data?

Big Data is the ability to analyse and/or process very large amounts of data, based either on its volume or on the number of ‘data points’ generated. The concept of Big Data comes to the fore when companies face such a great flow of data that conventional processing and analysis tools cannot handle it effectively.

Data can be structured, semi-structured or unstructured. Structured data are, for example, data from purchases or sales from an organisation or information from forms or operational tables. Unstructured or semi-structured data are information generated without an established order and from sources such as, for example, social media, user logs in web or mobile apps, sharing of opinions or files.

According to data from Harvard Business Review, only 20% of the data that gets to companies is structured, while the other 80% is semi-structured or unstructured. Moreover, the percentage of that structured data that is used to support decision-making and to extract insights is less than 50%; however, for semi-structured or unstructured data, that percentage falls to 1%.

The Big Data concept can be characterised by five Vs:

  • Volume: massive amounts of data are generated and need to be stored and processed. According to the website Statista, already in 2018, 10.6 zettabytes were generated worldwide from cloud data centres.
  • Velocity: the velocity of generating, processing and analysing data can be more important than volume, since real-time or near-real time information provides great agility to companies that have a Big Data strategy implemented.
  • Variety: data can originate from various sources, such as normal data bases, social media, web pages, financial transactions, emails, sensors (IoT), audio, text or video files, archives, forums, etc.
  • Veracity: is the generated data reliable, according to its source or origin?
  • Value: do the generated data have true value for a company? It is necessary to assess if those data will, in fact, generate new opportunities, increase income or optimise costs, for example.

Advantages of implementing a well-defined strategy

So, we know that implementing a Big Data strategy has become a necessity for large organisations, and the focus has changed from “whether to use Big Data” to “how to use Big Data more efficiently”.

We also know that Big Data opens doors to better informed decision-making, based on extremely complex analysis, and that it allows the collection of important insights to optimise the information gathered. Consequently, the decision to implement a Big Data strategy must come from business teams and not from the IT departments that must ensure the technical execution of the project in the most efficient way. Basically, it is those business teams that will get value from the gathered data for their daily work and for the definition of  strategy.

However, what are the true advantages of implementing a Big Data project? What will be the advantages to the competitiveness of your business? We identify three of the main advantages of implementing Big Data in your company:

Advantage 1: Informed decision-making

With data analysis carried out by Big Data technologies, it is possible to find purchase or behaviour patterns that support decision-making from business departments. For example, if a marketing team has information that a certain family buys the same product every single month, it can send discounts for that same product through digital or physical mailing, in order to ensure that the customers stay faithful.

Advantage 2: Reduced costs

Data generated from or for a company are stored, processed and analysed, resulting in finding important business insights or the identification of gaps and errors. Working on data previously analysed and having access, for example, to constant behaviour or purchase trends, allows companies to launch more efficient campaigns that reach directly to the desired target and, therefore, can register a better ROI. This way, optimising the use of a budget will make teams more efficient – also increasing their productivity.

Advantage 3: Possibility to predict future situations

Usually, in Big Data, there are three types of analysis that can be carried out and complement each other:

  • Descriptive analytics, the type of analysis that describes what is happening, often in real-time. By the use of data aggregation and data mining, it is possible to access a picture from the past and understand the reason for a departure or a change – or just summarise a certain aspect.
  • Predictive analytics, the type of analysis that predicts what might happen in the future, relying on statistics and algorithms and providing scenarios of statistically probable situations.
  • Prescriptive analytics, based on optimisation, simulation algorithms, machine learning and computational models; this is quite a complex type of analysis, which seeks to answer the question “what should we do in a given situation?” Basically, the scenarios created will work as specifications of different actions and their expected outcomes, allowing the company to choose the scenario that represents least risk, for example.

Practical examples

Now that you know the advantages of implementing Big Data in your company and how to establish specific and measurable goals, the question is: how can you benefit from the data generated from the organisation, based on the area it impacts?

Here are a few practical examples:

  • Data from sensors in transportation systems;
  • Analysis of financial data to prevent fraud (for example, by detecting the use of a credit card from an unusual user);
  • Analysis of network traffic;
  • Monitoring mentions on social media to assess if the emotions towards a brand/company are positive or negative;
  • Information on traffic flows to predict which times will be more problematic.
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Tableau & Jira: A new way to look at your projects

Tableau is a self-service BI platform that allows the identification of valuable insights and provides advanced analysis, visualisations and the capability to share information quickly. As we all know, with the digital transformation era and with all the information surrounding our daily lives, the need to make decisions based on facts increases – this implies the ability to look at data and to be able to analyse and make decisions based on that data. Decisions taken on operational teams are no different, and in a service desk management team (and in bug fixing), having access to the numbers is the path to optimising teams and getting better results.

So, integrating Tableau and Jira is a new way to look at your projects because even though Jira offers some options to create reports or to get essential metrics, only with a tool such as Tableau will your team be able to cross-reference data with other data sources and create great looking dashboards or advanced analytics. This blog post aims to explain in detail how it is done.

Tableau is a visualisation tool, and it is divided into three modules: Tableau Desktop (allows the connection to all types of databases and enables the creation of business rules, field nomination and an overview of all data); Tableau Server (where you can publish views and share information with other team members – granting and removing access, writing comments and editing views); and Tableau Data Prep (which is an ETL tool that helps users prepare data and extract data from a variety of sources, transform that data and output it, saving much precious time).

Jira, as a project management tool, is not intended to analyse data in detail or to extract insights. It does have some features to create reports or to obtain some information: it has widgets; but if your team has different needs, for example, if your team truly needs to cross-reference data, you will need Tableau (because Jira can only access its own data). For example, to compare data from Jira with a timesheet application to see if the time registered in one app matches the time logged on the other app, you would need to install the All-In-One Tableau connector.

The All-In-One (AIO) Tableau connector is an app for Jira that implements a Web Data Connector (WDC) for Tableau. The WDC enables connections to data through HTTP when the data source does not have a Tableau native connector. The data is obtained and placed in an extract that becomes available to either Tableau Desktop or Server.

Setup

For an app to connect to Tableau through the WDC, you need to whitelist the corresponding URL available on the server. Make sure your sysadmin performs this step, and be aware that multiple keys will be generated, so the URL pattern and command need to be something along these lines:

tabadmin whitelist_webdataconnector -a  https://yourJIRAdomain/plugins/servlet/aio-tb/public/tableauconnect(.*)

Connecting to data

  1. Open Jira
    1. Obtain your AIO connector URL. Each URL provides access on behalf of a particular user, ensuring you will only have access to your own projects:
  1. On Tableau Desktop:
    1. Select the WDC connection type
    2. Paste the URL and click enter
    3. Define a name for this connection – perhaps the project name – and a JQL Query (to get all issues from a project, use: project = PROJECTID)
    4. Choose the fields or subjects of fields to retrieve, and click continue
    5. Depending on your selection, the WDC makes available multiple labels that you can now join as normal Tableau data sources
    6. Start your analysis
    7. Publish if you want to share

The result

You can now explore Jira data, create powerful dashboards, extract the most valuable insights and increase your team performance – all with a fantastic tool called Tableau!

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Tableau & Jira: uma nova forma de olhar para os seus projetos

O Tableau é uma ferramenta de self-service BI que permite a identificação de insights valiosos e que oferece análises avançadas, visualizações e a capacidade de partilhar informação rapidamente. Como sabemos, com a era da transformação digital, e com toda a informação que rodeia as nossas vidas quotidianas, a necessidade de tomar decisões baseadas em factos aumenta – isto implica que se olhe para os dados e que se consiga analisar e tomar decisões com base nesses mesmos dados. As decisões tomadas pelas equipas operacionais não são diferentes, e numa equipa de service management (e também nas de correção de bugs) ter acesso aos números é o caminho para otimizar a performance das equipas e atingir melhores resultados.

Assim, a integração de Tableau e Jira é a nova forma de olhar para os seus projetos porque, embora a ferramenta Jira ofereça algumas opções para a construção de relatórios ou para verificar métricas essenciais, apenas com uma ferramenta como Tableau a sua equipa será capaz de cruzar dados de várias fontes, de criar dashboards realmente apelativos ou de proceder a análises mais avançadas. Este blog post pretende mostrar em detalhe como esta integração é realizada.

Tableau é uma ferramenta de visualização e divide-se em três módulos: Tableau Desktop (permite a conexão a todos os tipos de bases de dados e permite a criação de regras de negócio, nomeação de campos e um overview sobre todos os dados); Tableau Server (no qual podem ser publicadas views e partilhar informações com outros membros da equipa – dar e retirar acessos, escrever comentários e editar visualizações); e o Tableau Data Prep (uma ferramenta de ETL que ajuda os utilizadores a preparar e extrair os dados de diferentes bases de dados, a transformá-los e a extraí-los, poupando tempo).

O Jira, como um software de gestão de projetos, não é especializado na análise de dados nem na extração de insights. Como descrito acima, possui algumas características que permitem a criação de relatórios e a obtenção de alguma informação, tem widgets, mas se a sua equipa apresenta necessidades diferentes – por exemplo, se a sua equipa apresenta a necessidade de cruzar dados de diferentes bases de dados – irá precisar de uma ferramenta como Tableau (já que o Jira apenas consegue aceder aos seus próprios dados). Por exemplo, para cruzar dados do Jira com dados de uma aplicação de registo de tempo (timesheets), e para verificar se o tempo registado num local corresponde ao tempo registado no outro, o utilizador irá precisar do conector All-In-One de Tableau.

O All-In-One Tableau Connector (AIO) é uma aplicação para o Jira que implementa um Web Data Connector (WDC) para Tableau. Este WDC possibilita a ligação dos dados através de HTTP quando a fonte de dados não tem um conector nativo de Tableau. Os dados obtidos são colocados num extract, disponível tanto no Desktop como no Server.

Setup

Para que a aplicação se conecte ao Tableau através do WDC, é necessário colocar como whitelist o URL correspondente no Server. Garanta, apenas, que o sysadmin efetua este passo e saiba que múltiplas chaves vão ser geradas, sendo que o padrão URL e o comando têm de estar algures nesta linha:

tabadmin whitelist_webdataconnector -a  https://yourJIRAdomain/plugins/servlet/aio-tb/public/tableauconnect(.*)

Conexão aos dados

  1. Abra o Jira
    1. Obtenha o seu URL do All-In-One connector. Cada URL permite o acesso a um utilizador em específico, garantindo que só terá acesso aos seus projetos:
  1. No Tableau Desktop:
    1. Selecione o tipo de conexão WDC;
    2. Cole o URL e clique no enter;
    3. Defina o nome para esta conexão, talvez o nome do projeto e a JQL Query (para conseguir todos os issues de um projeto utilize: project = PROJECTID);
    4. Escolha os campos ou os assuntos dos campos que pretende recuperar e clique em continuar;
    5. Dependendo da sua seleção, o WDC disponibiliza vários marcadores que pode agora juntar como fonte de dados normal de Tableau;
    6. Comece a sua análise;
    7. Publique a análise se pretender partilhá-la.

O resultado

Pode agora explorar os dados do Jira, criar poderosos e apelativos dashboards, extrair os insights mais valiosos e aumentar a performance da sua equipa, com uma ferramenta fantástica chamada Tableau!

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Sentiment Meter: the perfect mix between Gamification and Artificial Intelligence

The Sentiment Meter is an artificial intelligence (AI) solution conceived, developed and designed by Xpand IT and combines two components: gamification and artificial intelligence. It is a game of emotions in which, after the user fills in a small form, the software randomly selects an emotion that the user has to try to express to the best of their ability. After photographing this moment, the Sentiment Meter evaluates the user’s performance and gives the user a score. In fact, this game has turned out to be a real success, and it can be said that the Sentiment Meter is the perfect mix between gamification and artificial intelligence.

This game was born from the need to create something that would not only show Xpand IT’s technical abilities – ­from our new AI Solutions Centre – but also that would be able to entertain people coming to our stands in the countless events in which we take part. IDC Directions 2018 and Web Summit were the first conferences we took the Sentiment Meter to, and we can say that it did not go unnoticed. Here are some pictures of those moments:

The technology

The logic is very simple: the player spins the wheel of emotions, the computer selects an emotion/facial expression and the player simply has to express that emotion with his/her face. Finally, the interface scores to the player and he/she wins a prize. It seems quite simple; but, actually, what is behind this analysis of emotions is an intelligent algorithm from Microsoft: Azure Cognitive Services. In this case, we use the Face API, which allows processing and recognizing faces and identifies which emotion a person is expressing. This algorithm is fueled by each use and by the pictures taken all over the world.

The whole infrastructure is based on the cloud, in Azure. Some other Microsoft tools were also used, such as SignaIR, which manages interactions in real time between the screen that presents the game and the tablet that gives the commands to the person playing. Moreover, a .NET Core open source framework was used as the basis for this project, allowing for the development of web and cloud apps. The project’s front end was developed on the web with HTML, CSS and Javascript, also relying on some extensions, such as JQuery, Ajax and p5.js.

The team

This whole project would not have been possible without the teamwork of members from our Digital Xperience, UX/UI and Marketing teams, who were able to design and mastermind this solution: Francisco Correia, Senior Project Manager, and Ricardo Duarte, Developer, both from the Digital Xperience department; Marina Mendes, UX/UI Designer, and all the other members of the Marketing team who ensure its proper functioning during events.

 These are the screens of the game:

The Sentiment Meter sets the direction for what it is possible to do today by using artificial intelligence and good ideas born in simple conversations!

Ricardo Duarte, Developer at Xpand IT

With this project we were able to show that integrating Artificial Intelligence services can, even today, set the bar high, whether it concerns interactivity or decision-making.

Francisco Correia, Senior Project Manager at Xpand IT

We were able to bring the user closer to the interface by thinking in emotions and conveying them to technology in a fun and relaxed way.

Marina Mendes, UX/UI Designer at Xpand IT
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Sentiment Meter: a combinação perfeita entre Gamificação e Inteligência Artificial

Sentiment Meter é uma solução de inteligência artificial (IA) totalmente pensada, desenvolvida e desenhada pela Xpand IT, que junta dois componentes: a gamificação e a inteligência artificial. É um jogo de emoções no qual, após o preenchimento de um pequeno formulário, o software seleciona aleatoriamente uma emoção e o utilizador tem de a tentar expressar da melhor forma. Após a captura deste momento, o Sentiment Meter avalia o grau de excelência e atribui ao utilizador uma pontuação. De facto, este jogo revelou-se um verdadeiro sucesso e pode dizer-se que o Sentiment Meter é a combinação perfeita entra gamificação e inteligência artificial.

Este jogo surgiu da necessidade de criar algo que não só demonstrasse as capacidades da Xpand IT a nível técnico – enquadrado no nosso novo AI Solutions Center – como também que fosse capaz de divertir as pessoas junto dos nossos stands, ao longo dos inúmeros eventos nos quais participamos. IDC Directions 2018 e Web Summit foram as primeiras conferências para as quais transportámos o Sentiment Meter e podemos dizer que ninguém ficou indiferente. Aqui ficam algumas fotografias que ilustram estes momentos:

A tecnologia

A lógica é muito simples: o jogador roda a roleta de sentimentos, o computador seleciona um sentimento/expressão facial, e o jogador só tem de expressar através da sua cara aquela emoção. Finalmente, a interface atribui uma pontuação e o jogador ganha um prémio. Parece simples mas, na verdade, o que está por trás desta análise de sentimentos são algoritmos inteligentes da Microsoft: os Azure Cognitive Services. Neste caso, foi utilizada a Face API, que permite processar e reconhecer rostos, identificando que tipo de sentimento a pessoa em questão está a expressar. Este algoritmo é alimentado a cada utilização efetuada e através de imagens captadas um pouco por todo o mundo.

Toda a infraestrutura está alojada na cloud, em Azure, e foram também utilizadas algumas ferramentas Microsoft, como, por exemplo, o SignaIR, que gere a interação em tempo real entre o ecrã que apresenta o jogo e o tablet que comanda a ordem de quem joga. Para além disso, como base do projeto foi utilizada a framework open source .NET Core, que permite o desenvolvimento de aplicações web e cloud. Já o front end do projeto foi desenvolvido em web com HTML, CSS e JavaScript, recorrendo também a algumas extensões, tais como JQuery, Ajax e p5.js.

A equipa

Todo este projeto não teria sido possível sem o trabalho em conjunto, concretizado por elementos das equipas de Digital Xperience, UX/UI e Marketing, que conceberam e idealizaram esta solução: Francisco Correia, Senior Project Manager, e Ricardo Duarte, Developer, ambos da unidade de Digital Xperience; Marina Mendes, UX/UI Designer e todos os elementos que compõem a equipa de Marketing, que asseguram o seu bom funcionamento durante os eventos.

 Estes são os ecrãs de jogo:

O Sentiment Meter abre as portas para aquilo que é possível fazer no presente com recurso a inteligência artificial, e através de boas ideias, geradas em conversas!

Ricardo Duarte, Developer at Xpand IT

Com este projeto conseguimos mostrar que a integração de serviços de Inteligência Artificial tem a capacidade, já nos dias de hoje, de elevar a fasquia, tanto no campo da interatividade como das tomadas de decisão.

Francisco Correia, Senior Project Manager at Xpand IT

Conseguimos aproximar o utilizador da interface ao pensar em emoções e transportá-las para a tecnologia de uma forma divertida e descontraída.

Marina Mendes, UX/UI Designer at Xpand IT

O terceiro evento para o Sentiment Meter será o Building the Future, entre os dias 29 e 30 de janeiro. Este é um evento totalmente focado em temas como transformação digital, inteligência artificial, machine learning ou Big Data, e organizado pela Ativar Portugal, uma iniciativa da Microsoft pensada para potenciar a tecnologia como motor do crescimento económico em Portugal.

Não perca a oportunidade de experimentar o Sentiment Meter e de ficar com uma fotografia para recordar esta experiência de última geração!

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2018 e as iniciativas na FCT – Wrap Up

Uma das principais características que define a Xpand IT é o facto de sermos extremamente “picky” com os nossos colaboradores. No entanto, sabemos reconhecer valor e talento onde ele realmente existe. Por isso mesmo, o ano 2018 marcou o início de uma relação com a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT), que se quer que seja duradoura e bastante positiva!

A primeira iniciativa a acontecer foi a nossa participação na JOBFEST, entre os dias 10 e 12 de outubro. A JOBFEST é a Feira de Empregabilidade e Empreendedorismo e é totalmente organizada pela Associação de Estudantes da FCT. Este ano celebrou-se a sua 19ª edição, mas, para a Xpand IT, esta feira de emprego foi uma estreia. Para além de um stand divertido (com direito a jogos e brindes), a Xpand IT ainda organizou um workshop de Big Data, lecionado por Nuno Barreto, o nosso Big Data Lead, e Ricardo Cardante, Big Data Engineer.

Aqui ficam algumas fotografias:

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Depois deste primeiro contacto, e tendo em conta o sucesso que demonstrou ser, a Xpand IT decidiu organizar outro workshop sobre Big Data, desta vez em parceria com o Núcleo de Informática da FCT. Vasco Lopes e Ricardo Gaspar – dois antigos alunos e atuais colaboradores da unidade de Big Data da Xpand IT – foram os dinamizadores e oradores desta iniciativa, que aconteceu no dia 28 de novembro e que, mais uma vez, se revelou um verdadeiro sucesso!

Finalmente, com o intuito de reforçar toda a relação construída com a instituição, a Xpand IT alargou o programa Missão Aproximar – Educação à Faculdade de Ciências e Tecnologia. A Missão Aproximar – Educação tem como objetivo apoiar estudantes de Engenharia Informática que demonstrem mérito académico e cuja situação social mereça essa atenção, tornando o seu percurso académico mais estável.

Assim, em parceria com o SASNOVA – Serviços de Ação Social da FCT, a Xpand IT compromete-se a atribuir uma bolsa de estudo a um estudante da licenciatura de Engenharia Informática para o ano letivo de 2018/2019, passando a ser três as instituições de ensino abrangidas por este programa – Instituto Superior Técnico, Instituto Politécnico de Viana do Castelo e, agora, a Faculdade de Ciências e Tecnologia.

Curiosos para espreitar os próximos passos das iniciativas FCT? Não percam todas as novidades aqui no Blog e nas nossas redes sociais.

Ana Lamelas2018 e as iniciativas na FCT – Wrap Up
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Engenharia Informática e de Computadores? Este Roadshow é para ti!

2019 está apenas a começar, mas os nossos planos já estão bem definidos. Queremos reforçar a presença nas melhores Faculdades de Engenharia do país porque encontrar novos talentos é uma prioridade para nós. Se és aluno de Engenharia Informática e de Computadores, este Roadshow é mesmo para ti!

Neste blogpost podes encontrar todas as Semanas Tecnológicas e Feiras nas quais estaremos presentes nos primeiros meses deste ano. De norte a sul do país, procura a tua Universidade e marca já as datas na tua agenda:

Talk A Bit – 26 de janeiro (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto)

A Talk A Bit é uma conferência inteiramente organizada por estudantes da Faculdade de Engenharia do Porto e, este ano, assinala a sua 7ª edição.

Com um crescimento significativo desde o ano 2013, a TAB contou com mais de 500 participantes no ano de 2018, esperando aumentar este número já em 2019.  Como temas principais, a Talk A Bit terá os tópicos que marcam o presente e o futuro da tecnologia, como Inteligência Artificial, Blockchain, Empreendedorismo ou as Smart Cities.

A Xpand IT irá estar presente enquanto patrocinador oficial e também orador, garantindo uma talk sobre Inteligência Artificial, por Sérgio Viana, Digital Xperience Lead da Xpand IT.

JORTEC – 1 de fevereiro (Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Almada)

As Jornadas Tecnológicas da FCT têm como principal objetivo mostrar as saídas profissionais e potencialidades de cada curso lecionado. Através de palestras e workshops, os alunos ficam a conhecer melhor o curso que frequentam, tendo ainda a possibilidade de entrar em contacto com empresas que atuam nas suas áreas de interesse, como engenharia do ambiente, eletrotécnica, química ou informática, por exemplo.

A Xpand IT irá estar presente na JORTEC pela primeira vez enquanto oradores, dinamizando uma talk de Big Data com Nuno Barreto e Ricardo Cardante.

SEI – 4 a 8 de fevereiro (Universidade do Minho, Braga)

A Semana da Engenharia Informática da Universidade do Minho é já uma participação clássica para a Xpand IT.

Este ano iremos estar presentes, uma vez mais, prontos para levar expertise e workshops interessantes a todos os alunos, nomeadamente um workshop de Business Intelligence – lecionados por alguns dos melhores profissionais a trabalhar na área – mas também para preparar momentos divertidos e oferecer alguns prémios! Fiquem atentos.

SINFO – 18 a 22 de fevereiro (Instituto Superior Técnico, Lisboa)

A SINFO é a maior conferência gratuita sobre tecnologia a acontecer em Portugal, e é inteiramente organizada por alunos do Instituto Superior Técnico. O objetivo da SINFO é aproximar os estudantes daquilo que de melhor se faz a nível mundial nas áreas da tecnologia e Engenharia Informática, dando-lhes também a oportunidade de comunicar com empresas que poderão ser os seus futuros empregadores.

Pelo 4º ano consecutivo, a Xpand IT marcará presença nesta semana informática, para partilhar conhecimento e esclarecer todas as dúvidas sobre a empresa que possam surgir. Iremos contribuir com um pitch sobre Inteligência Artificial, com Sérgio Viana! Podem contar com um stand animado e com brindes originais!

SET – 25 a 28 de fevereiro (Instituto Superior Técnico – Taguspark, Lisboa)

A Semana Empresarial e Tecnológica é uma iniciativa inserida no IST Career Weeks e acontece no Instituto Superior Técnico – Taguspark. O principal objetivo desta semana é mostrar aos estudantes quais as suas saídas profissionais e colocá-los em contacto direto com potenciais empregadores. Para além disso, a SET conta com prestigiados oradores nas mais diversas áreas da tecnologia.

A Xpand IT irá marcar presença nesta semana, oferecendo uma visão global sobre alguns dos projetos em que trabalha e mostrando um pouco daquilo que um futuro engenheiro informático poderá vir a desenvolver na sua vida profissional. Não esquecendo, claro, os jogos e os prémios do nosso stand!

 

Fiquem atentos às nossas redes sociais para saberem mais novidades em breve, e em primeira mão!

Ana LamelasEngenharia Informática e de Computadores? Este Roadshow é para ti!
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Xpand IT’s new Artificial Intelligence Center

The US Merriam-Webster dictionary defines Artificial Intelligence (AI) as:  a field of computer science that works on the simulation of intelligent behaviour in computers; the ability of machines to copy intelligent human behaviour. In fact, this is exactly what Xpand IT seeks to achieve with the new Artificial Intelligence centre: to incorporate an intelligence component in all areas of our society.

AI is a trend that is here to stay, and it will not be long before all companies have incorporated at least one solution simulating human intelligence in their systems, in order to accomplish basic tasks on a daily basis. However, let’s take it easy – we still are not at the level of The Matrix, or Ex Machina! The main focus of Xpand IT is to find real use cases and make  prototype solutions that can ultimately be presented to the end customer. There are plenty of examples of the use of AI that are meant to reduce effort in certain tasks, improve performance and speed in the solving of certain problems, or just gather valuable information that can be used by some departments inside a company. We present a few examples of the use of AI:

Development of a conversational interface (chatbots)

Chatbots are increasingly important in the global technological scene, and it does not take much thought to name several websites that have conversational interfaces trained to help visitors. This type of bot can be a big help to perform simple tasks, such as setting an appointment or buying a movie ticket, and can be applied to countless industries: banking, education, health, retail, and others. The main goal is to have a chatbot that is truly useful for users.

Text analysis and emotion analysis

Currently, we exchange a huge amount of information in text format. Therefore, text analysis ability is expected to improve as the amount of information improves. However, human beings have limits in their ability to process and analyse information, and that is why we have artificial intelligence. By taking advantage of specific techniques and more advanced technologies, it is possible to process all information in record time and to simultaneously gather other types of information, such as the mood of a person who wrote a certain message.

Image or video processing

Another case in which human limits are an opportunity to introduce AI is image (or video) processing. Being able to learn from a large dataset, an artificial intelligence solution can be taught to identify elements in an image or video, a task that would take a lot more time if it was done by human eyes. We can refer to facial recognition for app authentications, or even finding people or specific products in a live video. An AI solution can be an answer to these challenges.

In essence, Xpand IT has gathered specialists from various teams – such as Digital Xperience, Big Data and Data Science – to form a unit of true experts in Artificial Intelligence experiments and solutions, capable of developing projects completely out-of-the-box!

Ana LamelasXpand IT’s new Artificial Intelligence Center
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