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Teletrabalho: boas práticas para trabalhar em casa (miúdos incluídos)

Fazer parte de uma equipa de Recursos Humanos significa entre outras coisas que diariamente estou focada nos colaboradores e no seu bem-estar.

Se é certo que a situação que estamos a viver de momento pode causar alguns receios e incertezas, quando estamos ao serviço de outras pessoas, com quem criamos ligações, essa preocupação ganha outro significado porque acima de tudo queremos que estejam bem e a trabalhar da melhor forma.

Assim, para ultrapassarmos alguns obstáculos e fazermos a necessária adaptação ao teletrabalho de uma forma permanente, tornando este momento numa experiência positiva, eu e a minha equipa juntámos, neste artigo, algumas boas práticas para trabalhar em casa – que implementámos internamente para garantir que todos os Xpanders conseguem trabalhar em casa de forma produtiva.

Acredito que estas dicas também podem ser muito úteis para ti, quer sejas estudante quer sejas profissional. Pelo menos têm sido eficazes para mim, e até achei que a adaptação seria mais difícil do que, na verdade, está a ser, já que tenho de dividir a minha atenção entre reuniões remotas, trabalho, dois filhos e tarefas domésticas.

Parte I – Teletrabalho: Dicas gerais para trabalhar em casa de forma produtiva

1 – Define uma rotina diária de trabalho e respeita o teu planeamento

Trabalhar em casa pode, nalgumas circunstâncias, tornar-nos mais desleixados ou trazer distrações acrescidas. Para garantir a produtividade e o otimismo, em teletrabalho, deves seguir um planeamento e manter as tuas rotinas diárias de sempre, tais como: vestires-te (evita a tentação de trabalhar de pijama) fazeres as refeições habituais, entre outras. Para além disto, é muito importante que dês tempo ao tempo para perceberes e experimentares a rotina que melhor se adequa a ti, fazendo alguns ajustes.

2 – Cria uma lista com objetivos

Para chegares ao fim do dia com a sensação de dever cumprido e de paz interior, pode ser boa ideia definires objetivos diários que queres atingir, logo pela manhã. Ainda que possas concretizar diversas tarefas ao longo do dia, é fundamental teres dois ou três resultados pretendidos que vão orientar o teu dia. Desta forma, é quase certo que vais sentir-te realizado/a a trabalhar em casa.

3 – Cria o teu home office

Em teletrabalho, é fundamental que o espaço em que vais passar tantas horas a trabalhar ou a estudar seja apropriado e tenha as condições necessárias para conseguires estar confortável e focado/a. Se ainda não tens um home office ou escritório, prepara um espaço confortável e evita trabalhar no sofá ou na cama. Será mais fácil se o teu espaço de trabalho não for o mesmo onde fazes pausas, comes, relaxas, ou tens as tuas atividades de lazer.

4 – Trabalha por blocos de tempo e faz pausas

Uma boa estratégia que podes experimentar para gerires o teu tempo é dividires as tuas tarefas em blocos de tempo específicos para cada tipo, fazendo pausas entre elas. Assim, consegues fazer o shift mental e manter o foco. No fundo, o teletrabalho é como estar no escritório – precisamos de fazer pausas para nos sentirmos bem e trabalharmos melhor.

5 – Comunica com as pessoas que partilham contigo a tua casa

Se vives com alguém, parceiro/a, familiares, amigos, e têm a necessidade de partilhar o mesmo espaço de trabalho, é boa ideia explicares como vai ser o teu dia para que estejam todos na mesma página em relação às vossas expectativas e necessidades.

Por exemplo, se tiveres uma chamada importante e precisares de algum silêncio, ou precisares de te focar especialmente devido a um deadline apertado, partilha com as pessoas em casa, para que possam ajudar-te nesse objetivo. Por certo, também vão haver momentos em que vais precisar de apoiar o teu parceiro/a. Em teletrabalho, é importante equilibrar as necessidades de ambos, mantendo uma comunicação aberta e positiva entre vocês.

6 – Mantém o contacto com colegas e managers

Podemos estar fisicamente isolados, mas isso não significa que não continuamos a poder falar regularmente com os nossos colegas e managers. Felizmente existem diversas ferramentas digitais ao nosso dispor, muito úteis quando estamos a trabalhar em casa. Na Xpand IT o Microsoft Teams, por exemplo, já faz parte do nosso dia-a-dia, promovendo uma cultura de trabalho colaborativa e ágil. Tanto para chat entre equipas, como para partilhar documentos, criar interações dinâmicas ou fazer uma videochamada.

Garante que tu e a tua equipa estão totalmente alinhados e que os teus colegas têm a noção das circunstâncias em tua casa, do trabalho que tens em mãos, das tuas necessidades e expectativas. Mais uma vez, a chave é: comunicar, comunicar, comunicar. Partilhar, partilhar, partilhar. Confiar, confiar, confiar.

7 – Usa o tempo extra a teu favor

Uma vez que em teletrabalho não temos de fazer as deslocações habituais, pode ser uma boa ideia usares esse tempo extra para fazeres algo que potencie a tua saúde e equilíbrio pessoal. Há quanto tempo queres tentar meditar? E quantos livros tens na cabeceira da cama, por ler? E que tal fazeres logo pela manhã alguns exercícios físicos, para começares o dia com mais energia? Se há uma coisa fantástica na internet é a quantidade e diversidade de recursos e vídeos que podes encontrar, para te manteres ativo/a e saudável. É só fazer uma pesquisa.

Parte II – Boas práticas para trabalhar em casa de forma produtiva e cuidar em simultâneo dos miúdos

1 – Usa a sesta em teu benefício

Começar logo a trabalhar cedo pela manhã enquanto os teus filhos ainda estão a dormir pode ser muito útil. Ou aproveitares aquele momento à noite, depois de adormecerem. Assim, não te vais sentir tão stressado/a quando precisares de fazer pausas, durante o dia, para brincar com eles.

2 – Cria um espaço próprio para as brincadeiras das tuas crianças

Prepara uma secretária adequada ao tamanho dos teus filhos, com diferentes materiais, para os manter entretidos. Isto vai dar-te literalmente algumas horas em cada dia porque vão ter uma quantidade enorme de diferentes coisas para fazer, fazendo-os sentir-se importantes.

3 – Define um plano de atividades para os teus filhos

Em teletrabalho, é tão importante definires um planeamento para as tuas rotinas e produtividade, como teres um plano específico com diferentes atividades para os teus filhos estarem ocupados, ao longo do dia. Podes planear o número de horas que podem passar a ver televisão ou a jogar videojogos, definir um período para lerem ou para atividades criativas e até mesmo para aprenderem coisas novas (temas escolares ou outros). Tira vantagem de plataformas como a Khan Academy entre outras que são excelentes recursos.

4 – Permite a proximidade

Se achares que pode fazer sentido, faz por trabalhar perto dos teus filhos, deixando-os brincar no teu espaço de trabalho. Como deves saber, as crianças exigem atenção o tempo todo e para além disso gostam de poder observar-te (e até admirar-te a trabalhar em casa).

5 – Tem um biberon ao pé de ti

Se tens um bebé, pode ser útil teres um biberon preparado, antes de iniciares uma reunião. Desta forma, mesmo que o teu bebé acorde durante a mesma, tens um salva vidas para o distrair e tranquilizar. Se já forem crianças maiores, prepara snacks que eles possam comer ou beber, durante o dia, para que consigam ser mais autónomos.

6 – Deixa o telemóvel na tua secretária

Quando decidires fazer uma pausa para estar algum tempo com a tua família, faz por deixar o teu telemóvel na secretária, para que possas usufruir verdadeiramente desse momento com eles.

7 – Alterna os brinquedos e cria uma “caixa surpresa”

Podes preparar uma roda da sorte para descobrirem a que jogo vão brincar, mantendo a animação e a motivação certas para brincarem sozinhos. Outra ideia é ter uma caixa já preparada com cartolinas, pom poms, cola, tesouras, glitter, tubos, botões, autocolantes, jóias de plástico, tintas aguarela, canetas, bolas de sabão, balões, missangas, papel de seda, plasticina, penas, etc. (escolhe os itens cuidadosamente, de acordo com a idade dos teus filhos e deixa-os divertirem-se).

8 – Liberta-te da pressão

Se as coisas nem sempre correrem como planeaste, em vez de stressares, foca-te nos teus filhos e desanuvia um pouco. Podes sempre trabalhar em casa mais tarde quando já estiverem a dormir ou compensar no dia seguinte. Permite-te também fazer algo de significativo ou divertido com eles, equilibrando o teu tempo pessoal-profissional. Aqui é fundamental que fales com o teu manager e equipa, partilhando as tuas necessidades e horários.

9 – Mindfull! Desfruta!

Fazer teletrabalho em casa é uma oportunidade única para te focares em ti, na tua saúde e família. Desfruta de cada dia e dos pequenos momentos com as tuas crianças, para manteres o espírito positivo.

*Este artigo é uma versão PT do conteúdo original que pode ser lido aqui.

Marta AlegriaTeletrabalho: boas práticas para trabalhar em casa (miúdos incluídos)
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6 benefícios para o negócio com Microsoft Azure

Cloud computing, ou computação em nuvem, é um termo utilizado para, segundo a Microsoft, “descrever uma rede global de servidores”. A cloud então, é uma entidade virtual que permite a comunicação entre vários servidores remotos por todo o mundo cujo objetivo é que funcionem como um único ecossistema. A questão que se impõe é: o que fazem, precisamente, esses servidores que estão espalhados um pouco pelo mundo?

Esses servidores são responsáveis por armazenar e gerir dados, executar aplicações ou outro tipo de serviços como análises, fornecimento de conteúdo ou mesmo inteligência, por forma a que a informação seja mais rapidamente disponibilizada a quem dela necessita. Ao invés dos colaboradores acederem aos serviços e ficheiros localmente através do seu próprio computador, tudo passa a estar disponível online, acessível em qualquer sítio e em qualquer lugar, através da Internet.

O grande objetivo da cloud é permitir o acesso a capacidades de computação e armazenamento a qualquer empresa, independentemente da sua dimensão, desde que tenham um modelo de negócio que suporte esta abordagem. Atualmente, existem vários fornecedores de serviços de cloud: alguns exemplos incluem a Amazon AWS, a Google Cloud e o Microsoft Azure.

A cloud certa para o seu negócio e as respetivas vantagens

Importa referir, no entanto, que nem todas as clouds são iguais. De facto, cada negócio é um negócio com as suas necessidades individuais. Assim, vários tipos de cloud surgiram por forma a ajudar cada empresa a optar pela solução mais adequada ao seu negócio. Os três tipos de cloud são:

–  Cloud pública: gerida e operada por fornecedores externos, de como é exemplo o Microsoft Azure. Nestes casos, todos os recursos são geridos pelo fornecedor da cloud.

Cloud privada: os recursos de computação são utilizados de forma exclusiva por uma única empresa. Esta cloud pode estar alojada fisicamente num datacenter ou nos escritórios das empresas;

Cloud híbrida: uma mistura entre a cloud pública e a cloud privada onde tudo pode ser partilhado de uma para a outra e vice-versa.

Independentemente do tipo de cloud que mais se adequa ao seu negócio, é inegável que a sua adoção tem um impacto relevante na forma como gere o seu negócio e nos benefícios palpáveis no dia-a-dia da empresa. Muitas vezes, no entanto, estes benefícios podem não ser claros ou percetíveis para quem está a ponderar adotar a cloud no seu negócio. Assim, para que não restem quaisquer dúvidas, apresentamos-lhe uma lista de 6 benefícios que o seu negócio pode ter ao adotar uma tecnologia de cloud como o Microsoft Azure:

1) Escalabilidade

Um dos maiores benefícios da utilização da cloud é a escalabilidade: com esta tecnologia, passa a ser possível aumentar ou diminuir os recursos e serviços que utiliza com base nas suas necessidades ou carga nos sistemas que detém. Melhor que isso é poder alocar ou desalocar recursos a qualquer momento, numa questão de minutos e em qualquer lugar que esteja – uma capacidade que antes não era possível no quotidiano das empresas. Adicionalmente, pode optar por fazer essa alteração de forma manual ou automática, com base em comportamentos específicos, como a utilização da CPU por exemplo.

2) Flexibilidade

A imprevisibilidade e as rápidas mudanças de contexto que todos nós sofremos nos dias que correm podem ter um impacto seriamente negativo para as empresas, caso estas não estejam preparadas para responder a novas circunstâncias em tempo útil. No entanto, ao adotar a cloud torna-se possível ajustar-se a todas essas mudanças de contexto, adicionando ou removendo recursos de forma automática. Imaginemos que o seu website sofre um aumento de tráfego da noite para o dia: beneficiando da elasticidade da cloud, esta aloca automaticamente mais recursos de computação para conseguir lidar com o aumento de tráfego, reajustando-se automaticamente e retirando os recursos adicionais quando o tráfego se normaliza.

3) Segurança

Quando falamos em segurança, não pensamos apenas em segurança física (acesso aos edifícios ou acesso físico aos servidores) mas também em segurança digital (quem pode aceder aos sistemas e aos dados da sua empresa). Os fornecedores de serviços de cloud contam com um amplo número de políticas, tecnologias, controlos e skills tecnológicas que oferecem um melhor nível de segurança, tanto física como digital, que a maior parte das empresas conseguiria alcançar de forma independente. Todas estas medidas por parte dos fornecedores resultam numa segurança reforçada que ajuda a garantir a proteção dos dados, das aplicações e da infraestrutura de potenciais ameaças.

4) Otimização de investimento

Os serviços de cloud, no que toca ao investimento, apresentam muitos benefícios: não apenas funcionam com base em modelos de consumo, isto é, o cliente apenas paga pelos recursos que consome, mas também não têm quaisquer custos iniciais (CapEx), não há necessidade de comprar ou gerir infraestrutura dispendiosa e, por fim, apenas se pagam recursos adicionais quando estes são necessários – e quando deixam de o ser, podem ser desligados. Todos estes benefícios traduzem-se numa otimização de custos: aliás, o Microsoft Azure disponibiliza os preços de recursos e serviços individuais por forma a que as empresas consigam prever o investimento para um dado período de tempo com base na sua estimativa de utilização.

5) Sustentabilidade

A sustentabilidade é um tema que se encontra na agenda política e económica mundial e a adoção da cloud é um passo para a total sustentabilidade da empresa na medida em que é responsável pela redução da pegada de carbono, é uma opção ecológica e endereça o tema do desperdício de uma forma transversal a toda a organização. Na verdade, os serviços de cloud têm uma contribuição relevante para a sustentabilidade das empresas: incentiva os colaboradores a utilizar serviços digitais por forma a substituir produtos físicos. Adicionalmente, com a cloud, os recursos podem ser alocados nos locais onde são usados com maior eficiência. No fundo, a adoção da cloud ajuda a desmaterializar a nossa economia: pensar em sustentabilidade nas empresas é pensar em soluções que endereçam o desperdício em todas as suas vertentes e a adoção desta tecnologia permite-nos a todos contribuir para a saúde do nosso planeta.

6) Competitividade

Todos os benefícios que listámos acima traduzem-se num ganho de competitividade no mercado em que a sua empresa está inserida. Porquê? Porque ao adotar tecnologia cloud, a sua empresa estará mais bem preparada para lidar e gerir de forma mais eficiente picos de atividade ou mesmo alterações de contexto do mercado ou de condições económicas. A sua empresa tornar-se-á mais flexível e mais ágil no seu processo de decisão e contará com melhor informação para tomar decisões sustentadas. Finalmente, com a redução de custos e uma melhor gestão dos processos internos, a empresa pode dedicar mais recursos ao acrescento de valor noutras áreas que lhe permitam estar à frente dos seus concorrentes.

A Unidade de Digital Xperience e o Microsoft Azure

A unidade de Digital Xperience da Xpand IT está focada, desde a sua criação, no desenvolvimento de soluções que tirem partido da cloud e, em particular, do Microsoft Azure. Desde o primeiro momento que o objetivo foi a utilização de serviços de plataforma (PaaS – Platform as a Service) e não infraestrutura (IaaS – Infrastructure as a Service), por todo o potencial que os serviços PaaS têm nas várias vertentes enunciadas anteriormente. Ou seja, praticamente todas as soluções que desenvolvemos tiram partido de uma combinação de diferentes componentes, como App Services, API Management, Cosmos DB, Cognitive Services, entre outros. Além de iniciativas de desenvolvimento de projetos nativos na cloud, trabalhamos muitas vezes com os nossos clientes na reengenharia de soluções existentes, por forma a que as mesmas consigam tirar partido de todas as vantagens da cloud.

Saiba como poderá tirar o máximo partido desta tecnologia na sua realidade: entre em contacto connosco aqui.

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Filipa Moreno6 benefícios para o negócio com Microsoft Azure
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6 ways you can benefit your business with Microsoft Azure

Cloud computing is a term used to, according to Microsoft, “describe a global network of servers”. The cloud then, is a virtual entity that allows communication between several remote servers throughout the world and whose objective is to function as a single ecosystem. The question that arises is: what do these servers, that are spread around the world, do, precisely?

These servers are responsible for storing and managing data, running applications or other types of services such as analytics, content delivery or even intelligence, so that information is quickly made available to those who need it. Instead of accessing services and files locally through their computer, employees can access everything online, where information is accessible anywhere via the Internet.

The cloud’s goal is to allow access to computing and storage capabilities to any company regardless of their size, as long as they have a business model that can support this approach. At present, there are several cloud providers: some examples include Amazon AWS, Google Cloud and Microsoft Azure.

The right cloud for your business and its benefits

It should be noted, however, that not all clouds are the same. In fact, each business is a business and each of them has individual needs. Thus, several types of clouds emerged to help each company choose the most adequate solution for their business. There are three types of clouds:

Public cloud: managed and operated by third-party providers, such as Microsoft Azure. In these instances, all resources are managed by the cloud provider;

Private cloud: computing resources are used exclusively by a single company. This cloud can be physically located at a datacentre or at the company’s offices;

Hybrid cloud: it is a mix between the public and the private cloud and where everything can be shared from one cloud to the other and vice versa.

Regardless of the type of cloud that best suits your business needs, it is undeniable that its adoption has a relevant impact in the way you run your business and also in the tangible benefits in the companies’ day-to-day operations.  Often, however, these benefits may not be clear or even noticeable to anyone who’s considering adopting cloud technology in their business. That’s why we made a list of 6 ways you can benefit your business by adopting a cloud technology such as Microsoft Azure:

1) Scalability

One of the biggest benefits that comes from adopting the cloud is scalability: with it, it becomes possible to increase or decrease resources and services you use, based on your needs or your workload. Better than that is being able to allocate or deallocate resources at any time, in a matter of minutes and wherever you are – something that was not possible in the daily lives of companies up until now. Additionally, you can choose to make this change manually or automatically, based on specific behaviours such as CPU usage, for example.

2) Flexibility

Unpredictability and rapid changes in context are, nowadays, an expected part of our existence that can have a serious negative impact for the companies if they are not prepared to respond to new circumstances in a timely manner. However, with cloud technology it becomes possible to adjust to the ever-changing reality, by adding or removing resources automatically. Imagine your website experiences an increase in traffic overnight: by taking advantage of the cloud’s elasticity, it can automatically allocate additional computing resources in order to cope with the traffic spike, automatically readjusting itself by removing the additional resources when the traffic normalises.

3) Security

When we talk about security, we don’t just think about physical security (physical access to the company’s offices or servers), but also about digital security (who can access your company’s systems and data). Cloud services providers have a wide range of policies, technologies, controls and technological skills that offer a better security, both physical and digital, than most companies would be able to achieve independently. All of these measures by cloud services providers result in enhanced security that helps ensure the protection of data, applications and infrastructure from potential threats.

4) Investment optimisation

When it comes to investment, cloud services have many benefits: not only are they based on consumption models, that is, the client only pays for the resources consumed, but they also do not have any initial costs (CapEx), there’s no need to buy or manage expensive infrastructure and, finally, you only pay for additional resources when you need them – when they are no longer need, they can be deleted. All these benefits translate into cost optimisation: in fact, Microsoft Azure displays the prices of individual resources and services so that companies can predict their investment for a given period of time based on their estimated usage.

5) Sustainability

Sustainability is on the global political and economic agenda and cloud technology adoption is a step towards a company’s full sustainability, as it is responsible for reducing the carbon footprint, it is eco-friendly and addresses all aspects of waste across the whole of the organisation. In reality, cloud services make a relevant contribution to companies’ sustainability: it encourages employees to use digital services rather than physical products. Additionally, with the cloud, resources can be allocated where they are most efficiently used. Essentially, cloud adoption helps to dematerialise our economy: thinking about companies’ sustainability means thinking about solutions that address waste in all its aspects and, adopting cloud technology allows us all to contribute to our planet’s health.

6) Competitiveness

All the benefits we listed above translate into a competitive advantage in the market your company operates in. Why? Because by adopting cloud technology, your company will be better prepared to deal with and manage workload increases more efficiently or even changes in the market context or economic conditions. Your company will be more flexible and more agile in its decision-making process and it will have better data in order to make informed decisions. Finally, by reducing costs and by better managing internal processes, your company will be able to dedicate more resources to adding value in other areas that will allow you to be ahead of your competitors.

Digital Xperience and Microsoft Azure

Xpand IT’s Digital Xperience business unit is focused, since its dawning, in developing solutions that take advantage of cloud technology and, in particular, of Microsoft Azure. From the first moment, the goal was to use platform services (PaaS – Platform as a Service) and not infrastructure services (IaaS – Infrastructure as a Service), due to all the potential that PaaS has, namely in the aspects mentioned above. In other words, practically all the solutions we develop take advantage of a combination of different components such as App Services, API Management, Cosmos DB, Cognitive Services, among others. In addition to initiatives of development native projects in the cloud, we often work alongside our customers to reengineer existent solutions, so that they can take advantage of all the benefits the cloud technology provides.

Find out how you can make the most of this technology in your specific context: get in touch with us here.

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Filipa Moreno6 ways you can benefit your business with Microsoft Azure
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De QA para Business Intelligence developer: como me apaixonei pelos dados

Qualquer pessoa que me conheça sabe que adoro aquilo que faço profissionalmente enquanto business intelligence developer. No entanto, nem sempre foi assim.

Quando iniciei a minha carreira, acabada de sair da faculdade, não sabia exatamente em que área de TI me queria especializar e acabei por ir parar a uma função de software quality assurance. Mesmo tendo sido divertido por um tempo aprender a “quebrar” softwares e pregar partidas aos developers, não me sentia realizada e, sinceramente, não via um rumo à minha frente.

E não me interpretem mal – especialmente depois de ter trabalhado algum tempo como tester –acredito verdadeiramente na importância da área de Quality Assurance. Naturalmente que tem os seus desafios e retribuições. Esta experiência ensinou-me lições fundamentais que hoje em dia são muito úteis, tornando-me uma melhor profissional. Apenas não era o mais indicado para mim. Sempre soube lá no fundo que não me satisfazia testar o produto desenvolvido por alguém. Queria ser eu própria a desenvolver algo! Então, decidi fazer uma pausa, foquei-me noutra direção e procurei outra área de TI.

A minha mudança de Quality Assurance para Business Intelligence developer foi muito direta e espontânea. Sempre tive interesse em analytics mas pensava que o meu conhecimento académico neste tema era insuficiente para conseguir uma oportunidade profissional nesta área. Não podia estar mais enganada!

Bons testers são data-driven, sabem como explorar softwares, têm excelentes skills em bases de dados, conseguindo ir ao fundo da questão dos dados para descobrirem a causa de um problema. Para além disso, eles têm de perceber o negócio por dentro e por fora. Todas estas competências mostraram-se valiosas na minha transição para business intelligence developer.

Já passaram praticamente cinco anos desde que mudei de área. Partilho agora contigo cinco razões para te explicar como me apaixonei pelos dados e pela área de Business Intelligence e porque sei hoje que ser business intelligence developer é o trabalho certo para mim.

1 – Nunca vais sentir monotonia

Enquanto business intelligence developer trabalho em soluções end-to-end. O que significa que analiso e desenho soluções data warehouse, crio processos ETL bem como relatórios e dashboards para os clientes. Tenho também a possibilidade de trabalhar perto do negócio e com diversas tecnologias e ferramentas nas várias fases dos processos de desenvolvimento.

2 – Deixas de supor para passares a argumentar com factos

Os dados nunca mentem. Eles dão respostas objetivas às questões do negócio, pondo quase sempre um ponto final a qualquer argumento subjetivo. Vais poder ajudar as organizações a conhecer melhor os seus produtos, clientes e o mercado e, acima de tudo, a tomarem decisões seguras, informadas e acertadas com base em factos, deixando para trás as decisões por sensação ou feeling.

3 – Ajuda as organizações a darem sentido aos dados

Os dados e a informação estão por toda a parte. Das vendas aos leads de marketing, passando pelo impacto de social media até aos pedidos de suporte através de tickets, esta lista nunca acaba. Apesar disso, a maioria dos decisores de uma organização não tem acesso direto à informação que realmente importa para tomarem decisões de negócio críticas, quando na verdade deveriam ter. Normalmente acabam por pedir a terceiros essa informação, perdendo muitas vezes o momentum. Ajudar os negócios a implementar soluções self-service, modernas, de Business Intelligence e que definitivamente dão às pessoas o poder de terem autonomamente respostas para as suas questões, pode ser entusiasmante e vai, naturalmente, satisfazer as mentes mais curiosas.

4 –Otimiza operações de negócio

Um dos aspetos mais gratificantes de ser business intelligence developer é observar a satisfação plena nos rostos dos nossos clientes quando vêem as tarefas repetitivas a serem automatizadas. Dessa forma conseguem reduzir os erros e poupar tempo para se concentrarem noutras tarefas. Por exemplo, perdi a conta da quantidade de empresas – a que fiz consultoria – e que na altura utilizavam o Excel para fazer reporting. Todos os meses tinham alguém responsável por criar os mesmos relatórios: preencher a informação manualmente, apagar dados, criar apresentações de Powerpoint e enviá-las para a mesma listagem de emails. Mostrar aos business users que é possível automatizar e otimizar este processo faz com que olhem para ti como se estivesses a fazer algum truque de magia.

5 – Descobres novos insights para o negócio

Explorar visualmente os dados utilizando ferramentas self-service de analytics vai permitir-te desbloquear o potencial dos dados para qualquer negócio. Consegues revelar informação importante e descobrir novos padrões e tendências de negócio que estavam escondidas. É como um momento “ah-ah” sempre que encontras algo novo. Todo este processo de descoberta dos dados pode ser verdadeiramente divertido e entusiasmante.

Conclusão

Resumindo, mudar de percurso profissional de Quality Assurance para Business Intelligence foi a decisão certa para mim. Há muitos outros fatores que explicam o porquê de gostar tanto do que faço profissionalmente, enquanto business intelligence developer, mas estas são, sem dúvida, as principais razões para explicar porque sou apaixonada por BI. Acredito que servem para vos deixar entusiasmados também, e, quem, sabe, experimentarem esta área.

*Este artigo é uma versão PT do conteúdo original que pode ser lido aqui.

Vanessa RamosDe QA para Business Intelligence developer: como me apaixonei pelos dados
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Artificial intelligence: from buzzword to real-life application

Artificial intelligence is definitely here to stay. A technology that started out as a buzzword is now effectively in use in many different organisations and industries. Artificial intelligence shows tremendous potential not only to change the way in which organisations work, but also the way that we, users, interact with the most diverse digital solutions. The term Artificial intelligence is not exactly recent, but has, in recent years, witnessed unprecedented growth that highlights its credibility, as well as the value that organisations and individuals give to the technology with every passing year. Discover my vision about Artificial Intelligence: from buzzword to real-life application (and a great example!)

Artificial intelligence, in simple terms, consists of equipping machines and other devices with intelligence, an inherently human characteristic. The goal of this specific field of computer science is to develop devices that realistically simulate human reasoning. However, the technology doesn’t stop here. One of the great advantages this technology offers is the capacity to build models that develop and learn from the inputs they receive. It is this last feature that offers the automation potential for so many tasks already being operated by artificial intelligence systems, such as customer support services using chatbots.

AI Builder enters the scene

Presently, this technology is mainly used by technical people with the adequate knowledge for it, which in practice means that it is not accessible to everyone within an organisation It was precisely this gap that Microsoft intended to address when it launched AI Builder.

AI Builder is a Microsoft Power Platform (Power Apps, Power Automate and Power BI) capability that offers business users – regardless of their experience or technical knowledge –  the ability to use artificial intelligence technology in their applications. Even if employees do not have any programming knowledge, they can create an artificial intelligence model in just a few clicks (the first step may be using one of the templates that Microsoft provides), give it data to work with, and finally, customising the models generated. In just a few minutes, we can train the model we created, giving the system the opportunity to develop itself and learn using the information we provided. Of course, the quality of the algorithm’s answer depends on its training, but ultimately, it’s incredibly easy to start taking advantage of the technology and understand how all the pieces fit together, without the need for advanced technical knowledge, either in programming languages or in mathematical algorithms.

Use case: Retail PowerApp

As we mentioned earlier, AI Builder’s differentiation factor is giving non-technical people the ability to explore a powerful technology capable of transforming their organisations’ day-to-day life. The potential of a tool such as AI Builder becomes clear when we take as an example a supermarket that, with its many dozens of shelves, has an incredible amount of stock to manage. The shelves of any supermarket are in constant motion: products are initially placed on the shelves and, as customers visit the store, the product quantities on the shelves start to decrease. Therefore, it is necessary to replace those products so that shelves are never empty. This process can typically be based on manual tasks and that’s why we decided to understand how we could automate the whole process using AI Builder. Taking our Retail PowerApp, which as the name implies is a mobile application that was developed using Microsoft Power Apps, we then incorporated an artificial intelligence model trained to recognise certain products. And so, an employee tasked with replenishing supermarket shelves only has to open the app and, having previously defined what they were supposed to find on a given shelf, take a photo of the products. In this way, the Artificial Intelligence model will not only be able to recognise the products, but also which of those (and in what quantities) need replacements.

But the process doesn’t need to end there: so that this employee’s experience is smoother and simpler, if they find products that need replacement, they can order them directly in the app. And in the case of stock management capabilities, they can also check the order history and the stock available at a given store. All these features together enable employees with increased productivity, better information and more agility across the entire stock management and product replacement process, through a single digital experience.

More than explaining how this application works, how about seeing it in action? Meet our Retail PowerApp below.

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Inteligência Artificial: de buzzword à prática

A Inteligência Artificial veio definitivamente para ficar. Uma tecnologia que começou por ser uma buzzword está agora efetivamente em prática em diversas organizações e indústrias. Não só a Inteligência Artificial tem um potencial imenso para mudar a forma como as organizações trabalham, mas também a forma como, nós, os utilizadores, interagimos com as mais diversas soluções digitais. O termo Inteligência Artificial já não é recente, mas tem, nos últimos anos assistido a um crescimento sem precedentes, que faz notar a credibilidade e valor que organizações e indivíduos, a cada ano que passa, dão a esta tecnologia. Conheça a minha visão sobre Inteligência Artificial: de buzzword à prática (e um exemplo concreto!).

Inteligência Artificial, na sua definição mais simples, consiste na possibilidade de dotar máquinas e dispositivos de inteligência, uma característica que é inerentemente humana. O objetivo deste ramo da ciência de computação é desenvolver dispositivos que simulem, realisticamente, o raciocínio humano. No entanto, a tecnologia não se fica por aí. Uma das grandes vantagens que esta tecnologia traz é a capacidade de construir modelos que se desenvolvem e aprendem com os inputs que lhe são oferecidos. É esta última característica que oferece um potencial de automatização de tantas operações que hoje em dia já estão a ser operacionalizadas por sistemas de Inteligência Artificial, como é o caso do apoio ao consumidor com recurso a chatbots.

AI Builder entra em cena

Atualmente, a tecnologia é maioritariamente explorada por pessoas com perfis técnicos e com conhecimentos adequados, o que na prática quer dizer que não está acessível a todos os perfis de pessoas dentro das organizações. Foi precisamente esse gap que a Microsoft pretendeu endereçar ao disponibilizar o AI Builder.

O AI Builder é uma funcionalidade da Microsoft Power Platform (Power Apps, Power Automate e Power BI) que oferece a possibilidade aos utilizadores de negócio – independentemente da sua experiência ou conhecimento técnico – de utilizarem, nas suas aplicações, tecnologia de Inteligência Artificial. Mesmo que os colaboradores não tenham qualquer conhecimento de programação, é possível em apenas alguns cliques, criar um modelo de Inteligência Artificial – o primeiro passo pode passar por utilizar um dos templates que a Microsoft disponibiliza –, fornecer-lhe dados com os quais ele consiga trabalhar e, por fim, personalizar esses mesmos modelos gerados. Em poucos minutos, conseguimos ainda treinar o modelo que criámos dando oportunidade ao sistema de se desenvolver e aprender com a informação que lhe fornecemos. Claro que a qualidade da resposta dada pelo algoritmo depende diretamente do treino que lhe é dado, mas é incrivelmente simples começar a tirar partido da tecnologia e perceber como todas as peças encaixam, sem que sejam necessários conhecimentos técnicos avançados, seja em linguagens de programação ou em algoritmos matemáticos.

Use case: Retail PowerApp

Como referimos anteriormente, o eixo de diferenciação do AI Builder é colocar à disposição de pessoas com perfis não técnicos uma tecnologia poderosa que consegue transformar o dia-a-dia das organizações. As potencialidades de uma ferramenta como o AI Builder tornam-se claras quando tomamos como exemplo um supermercado que, com as suas muitas dezenas de prateleiras, tem uma quantidade incrível de stock a gerir. As prateleiras de qualquer supermercado estão em constante movimento: produtos são inicialmente expostos e, à medida que os clientes visitam as lojas, as quantidades expostas começam a diminuir. Assim sendo, é necessário proceder à sua reposição para que os expositores não fiquem vazios. Este processo pode, tipicamente, estar assente em tarefas manuais e, por isso, decidimos perceber como poderíamos automatizar todo este processo com recurso ao AI Builder. Com a Retail PowerApp, que como o nome indica é uma aplicação desenvolvida através da Microsoft PowerApps, incorporámos um modelo de Inteligência Artificial treinado para reconhecer determinados artigos. Assim, um repositor de um supermercado apenas teria que abrir a aplicação e, ao ter previamente definido o que era suposto encontrar numa dada prateleira, tirar uma fotografia aos produtos. Desta forma, o modelo de Inteligência Artificial conseguirá não apenas reconhecer os artigos, mas também perceber o número de artigos que carecem de reposição.

Mas o processo não precisa de acabar aqui: por forma a que a experiência do repositor de loja seja fluída e mais simples, caso este encontre artigos que necessitem de reposição, pode encomendá-los diretamente na aplicação. Para gestão de stock, é possível verificar o histórico das encomendas já realizadas e perceber também o stock que a loja tem disponível. Todas estas funcionalidades juntas permitem que os funcionários obtenham mais produtividade, mais informação e mais agilidade em todo o processo de gestão de stock e reposição de artigos numa única experiência digital.

Mais do que explicar a forma como esta aplicação trabalha, que tal verem a mesma em ação? Conheçam a nossa Retail PowerApp aqui em baixo.

Filipa MorenoInteligência Artificial: de buzzword à prática
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Tableau & Salesforce integration: 5 benefits for companies

Nowadays, data is the foundation of business and nothing is complete without getting the best data you can, then turning this same data into insight using tools like Tableau. Tableau provides an intuitive analytics platform that empowers people of any skill level to work with data, and it’s widely known for helping companies model, explore and visualise their data.

Salesforce is a cloud-based software-as-a-service platform, amazingly customisable with tons of integration functionalities. With Salesforce, companies can manage important functions such as sales management, accounting planning, time management and team collaboration. It’s a leader in the CRM (Customer Relationship Management) sector and is implemented in thousands of companies around the world. It’s also a really useful software for managing sales data and it performs even better if you combine it with Tableau.

In this blog post, I’m going to give the 5 integration benefits for companies and why it brings more value than the two tools do separately. If you’re interested in finding out how to connect Tableau to Salesforce, here’s a how-to guide to do just that.

Looking at the long-term perspective:

Tableau Improvements

As part of Salesforce, Tableau will be positioned to scale and further its mission to help people see and understand data, delivering even more innovation to more people, faster than ever before. Tableau will have access to the Salesforce Customer base and more resources, which means we can expect a big push in terms of new features and functionality, bringing a distinct advantage over other competitors in the market. This will enhance the engagement of the Tableau community with Salesforce and possibly boost Salesforce’s market share.

Artificial Intelligence & Business Intelligence blend

Salesforce Einstein is the first comprehensive Artificial Intelligence (AI) for CRM. It’s an integrated set of AI technologies that makes Salesforce Customer 360 smarter and pioneer every way. With the 360-degree view of your company’s business, it’s possible to know which prospects to target, which territories to align, which cross-sell opportunities to pursue and which leads to prioritize.

Innovation on Salesforce Einstein will fuse with BI capabilities of Tableau, which will give rise to a best-in-class unbeatable platform capable of delivering the next level of customer success with advanced AI capabilities, making Salesforce the world’s smartest CRM. We are really interested in this one and have big hopes for this to work and improve this sector.

However, there are already immediate benefits:

Salesforce improvements

Salesforce will play an even greater role in driving digital transformation, enabling companies around the world to tap into data across the entire business and get deeper insights to make smarter decisions.

An easy fusion of Salesforce products (Sales, Marketing, Commerce, etc.) and complex customer data will deepen the system’s capability of understanding the data resulting in deeper insights into business opportunities, making existing CRM systems more intelligent than ever before. The combination will also let customers visualise data and share insights across various levels of the organisation. With Tableau, Salesforce will bring data to life with new and innovative dashboards and reports, getting all the information needed on the same page, saving time and making better analyses of the data.

Get analysis in minutes

Tableau’s Dashboard Starters allows Tableau Online customers to quickly visualise data. This feature provides pre-designed dashboards, built to help you hit the ground running with actionable data analysis in minutes.

Sales teams are given important metrics to track a world-class sales department: how far ahead of quota you are, the size of your pipeline, what’s going well and what could use some improvements. With Salesforce Starters, you can fine-tune the sales funnel and improve the power of sales data faster than ever before.

Self-reliant Salesforce for everyone

Tableau’s Salesforce Canvas Adapter embeds dashboards in Salesforce to help you put analytics where and when your team needs them, ending the fear of missing out on potential opportunities inside the system, due to a lack of necessary intelligence. One of the best ways to ensure your people have the data to make the best decisions is to put analytics right into the systems they use every day. Most salespeople live inside Salesforce, deciding who to call and planning account strategy.

 

In conclusion, Salesforce and Tableau will together revolutionise the perspective of how businesses understand their customers using data.

Marc Beniott, Chairman and co-CEO of Salesforce, says: “We are bringing together the world’s #1 CRM with the #1 analytics platform. Tableau helps people see and understand data, and Salesforce helps people engage and understand customers. It’s truly the best of both worlds for our customers – bringing together two critical platforms that every customer needs to understand the world”.

Carina MartinsTableau & Salesforce integration: 5 benefits for companies
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Tableau e Salesforce: 5 benefícios para apostar na integração

Atualmente, os dados são a chave de um negócio e nada está completo até estes serem transformados em insights, através de ferramentas como o Tableau. O Tableau fornece uma plataforma de analytics intuitiva, que permite que pessoas sem qualquer tipo de skills técnicas possam trabalhar os dados, sendo amplamente conhecido por ajudar empresas a modelar, explorar e visualizar os dados que geram.

Já o Salesforce, é uma plataforma cloud-based, que funciona num modelo software-as-a-service, altamente customizável, com inúmeras funcionalidades de integração. Com Salesforce, as empresas conseguem gerir uma parte muito importante do seu trabalho, nomeadamente as vendas, o planeamento de contas, o tempo e toda a colaboração entre equipas. É o software líder no setor de CRM (Customer Relationship Management) e encontra-se implementado em milhares de empresas por todo o mundo. É uma plataforma extremamente útil para efetuar a gestão de todos os dados gerados por um departamento de sales, e funciona ainda melhor quando combinado com Tableau.

Neste blog post irei explicar os 5 principais benefícios para apostar na integração de Tableau e Salesforce, que acaba por trazer muito mais valor do que utilizar duas ferramentas em separado. Se ficou interessado em aprender como integrar Tableau e Salesforce, veja aqui.

Perspetiva de melhorias a longo-prazo:

Melhorias no Tableau

Como parte integrante do Salesforce, o Tableau conseguiria escalar e expandir a sua missão, que passa por ajudar as pessoas a ver e entender os dados, entregando, assim, a possibilidade de inovar na tomada de decisões, mais rápido do que nunca. Tendo o Tableau acesso à base de dados de clientes presente no Salesforce (para além de outras fontes de informação), é expectável assistir a um grande push em termos de novas funcionalidades, que aumentam a vantagem competitiva sobre os outros concorrentes no mercado. Esta melhoria criada pela integração das duas plataformas aumentará o engagement da comunidade do Tableau em relação ao Salesforce, possivelmente aumentado o market share do Salesforce.

Inteligência Artificial & Business Intelligence

O Salesforce Einstein é o primeiro sistema de Inteligência Artificial (IA) para o CRM. É um conjunto integrado de tecnologias de IA, que torna o Salesforce Customer 360 mais inteligente e pioneiro em todos os sentidos. Com uma visão 360º do negócio da sua empresa, é possível perceber melhor que clientes devem ser abordados e em que momento, que territórios alinhar, que oportunidades de cross-sell devem ser seguidas e que leads se devem priorizar.

A inovação trazida pelo Salesforce Eisntein irá fundir-se com as capacidades de Business Intelligence oferecidas pelo Tableau, o que dará origem a uma plataforma imbatível, capaz de levar para outro nível o sucesso com os seus clientes, utilizando capacidades de Inteligência Artificial extremamente avançadas, fazendo do Salesforce o CRM mais inteligente do mundo. Estamos de olhos postos neste tema e esperamos que esta integração possa revolucionar este setor.

Existem, também, benefícios imediatos:

Melhorias no Salesforce

O Salesforce irá desempenhar um papel ainda mais importante na transformação digital, permitindo que empresas em todo o mundo possam explorar os seus dados e obter insights realmente úteis, para que possam tomar decisões mais fundamentadas.

Uma simples fusão de alguns produtos de Salesforce (Sales, Marketing, Commerce, etc) com dados mais complexos de clientes irá aprofundar a capacidade do sistema entender os dados, resultando em insights mais relevantes sobre oportunidades de negócio, tornando os sistemas de CRM, de facto, mais inteligentes do que nunca. Esta fusão irá permitir aos clientes visualizar dados e partilhar conclusões entre os vários níveis de uma organização. Com Tableau, o Salesforce dará “vida” aos dados, através de relatórios e dashboards inovadores, garantindo que toda a informação necessária se encontra na mesma página, poupando tempo, e garantindo uma melhor análise dos dados.

Análises em minutos

O Dashboard Starters do Tableau permite que os clientes do Tableau Online possam visualizar dados rapidamente. Esta característica do software oferece dashboards pré-desenhados, construídos para conseguir analisar os dados que quiser em poucos minutos.

As equipas de sales precisam de seguir métricas importantes, se pretendem que o seu departamento atinja uma classe mundial: em que ponto estão em termos de quota, qual o tamanho do seu pipeline, o que está a correr bem e o que poderia ser melhorado. Com o Salesforce Starters, é possível afunilar o funil de vendas e utilizar o poder dos dados que têm dentro do seu departamento, também mais rápido do que nunca.

Salesforce autónomo para todos

A extensão do Tableau para Salesforce – o Salesforce Canvas Adapter – permite incorporar dashboards diretamente no Salesforce, para que a equipa tenha acesso a análises onde e quando precisa, diminuindo, assim, o receio de deixar passar uma boa oportunidade, devido à falta de inteligência incorporada. Uma das melhores formas de garantir que as suas equipas têm os dados necessários para tomas as decisões certas é colocar as análises dentro dos sistemas que estas utilizam diariamente.

 

Em conclusão, o Salesforce e o Tableau, juntos, irão certamente revolucionar a perspetiva de como as empresas entendem os seus clientes, utilizando os dados disponíveis para sustentar essa visão.

Marc Benioff, Presidente do Conselho de Administração e co-CEO do Salesforce disse: “Estamos a juntar o #1 CRM em todo o mundo e a #1 plataforma de análise. O Tableau ajuda as pessoas a ver e entender os dados, enquanto que o Salesforce ajuda a entender e criar relação com os clientes. De facto, é o melhor dos dois mundos para os nossos clientes – juntar duas plataformas das quais todos os clientes precisam para entender o mundo”.

Se quiser saber mais sobre Tableau e Salesforce, inscreva-se no DnA Series – Business Intelligence:

Carina MartinsTableau e Salesforce: 5 benefícios para apostar na integração
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Marketing and Sales: 4 reasons to bet on a unique vision between teams

When we look at a sales funnel, we usually worry about the number of opportunities that come at the end of the funnel – that is, that they actually materialise in a sale. However, the quantity and quality of the converted opportunities are directly related to their nutrition, as well as the new Leads (potential new customers).

By this I mean that in order to have good sales, the sales teams and the marketing teams must be in full harmony, they must bet on a unique vision between teams. And this should happen not only in planning and retrospective meetings, but also in constant communication and information sharing, since this alignment is a critical factor for success. It is in this continuity that platforms such as Salesforce (Customer Relationship Manager – CRM) become a fundamental support.

Here are 4 key points for the cohesion of information between commercial and marketing teams.

1. 360º view of the client

One of the central points of information for both teams is what is usually called the “360º Client View“.

The 360º view is not only the details of a customer file, but also the name, address or website. It is also the information about all the opportunities (remembering that an opportunity is a possible sale) and the information about how many of those opportunities actually materialized in sales, how many requests for support this customer has and, in the case of Business-to-Business (B2B) businesses, the contacts that are associated with this customer.

The marketing teams are usually the first to realize that some information is not according to what was planned. This is because there is a variation between the conversion rates of the campaigns when compared to those planned.

As far as the sales teams are concerned, they are in most cases responsible for introducing and updating most of the information that will be used by the marketing teams later on. More on this topic.

2. Campaigns

Speaking of information used by marketing teams, it is in marketing campaigns that information about customers has its most critical role.

Today, any action taken is focused on customers, not products. Campaigns are the entry point for various leads and opportunities. But I’ll speak better of quantity than quality. For the moment, let’s return to the fundamental point: how to make each communication unique for each client.

Before we customize the actions, it is necessary to segment the customers so that they can enter the right campaign. This is where marketers use customer data – which, as I said in the first point, it is essential that they are up-to-date – to target campaigns and, consequently, sales. Some common points of segmentation are: region, trend of products already purchased, degree of satisfaction, indicators from websites visited, etc.

After the segmentation is done, the marketing teams define a certain workflow to reach the sales target. In this process, we may have digital points and/or points of contact with sales teams (mostly in B2B). It is in this nutrition process that the 360º vision information is being updated.

3. Quantity Vs Quality

As I addressed in the previous point, we should focus our marketing and commercial actions on people and not on the products and/or services we provide.

Leads and poor quality opportunities are not only cold leads/opportunities, but also inappropriate leads/opportunities. And they are inappropriate because companies will waste time and resources trying to convert an opportunity that, in the beginning, they would no longer convert. And when do these inappropriate leads come out? When there is a lack of information or when the information is of poor quality.

Maintaining a strong and careful relationship with the client helps to maintain a good relationship with them. With more confidence, there is more and better information, brought by the sales teams, which in turn will feed the marketing actions. In other words, it is more important to nurture leads and increase their quality, than to bet on quantity – since what we will achieve are leads with no real interest in our company.

4. Retrospective

Finally, it is in the analytical component that both teams can draw conclusions. The marketing team usually looks for conversion rates, campaign ROI, publication views. The sales teams look for indicators such as sales volume by customers, quantities sold, top customers, etc.

Although both teams have their reports, the most important thing to analyse is the crossover of both sides. We remind you that the commercial pipeline begins with the discovery of opportunities, follows the nutrition path – usually used in marketing automation tools – but also supported by sales teams, teams that carefully monitor customers and feed CRM platforms, such as Salesforce, to feed back marketing initiatives.

In conclusion, the sales funnels must be worked by the marketing and sales teams together, and this is the only way to guarantee the quality of the leads, verify which are real opportunities, and improve the results of the marketing campaigns carried out. Only a single 360° view between the two teams guarantees the best results, and a tool such as Salesforce can in fact be an extremely facilitating element.

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Marketing e Sales: 4 razões para apostar numa visão 360º

Quando olhamos para um funil de vendas, normalmente preocupamo-nos com o número de oportunidades que chegam ao final do funil – isto é, que se materializam, efetivamente, numa venda. No entanto, a quantidade e a qualidade das oportunidades convertidas estão diretamente relacionadas com a nutrição das mesmas, assim como das novas Leads (potenciais novos clientes).

Quero com isto dizer que, para ter boas vendas, as equipas comerciais e as equipas de marketing devem estar em plena sintonia, devem apostar numa visão única entre equipas. E isto deve acontecer, não apenas nas reuniões de planeamento e retrospetiva, mas também na constante comunicação e partilha de informação, já que este alinhamento é um fator crítico para o sucesso. É nesta continuidade que plataformas como o Salesforce (Customer Relationship Manager – CRM) se torna um apoio fundamental.

Eis 4 razões para apostar numa visão 360º e na coesão da informação entre as esquipas comerciais e de marketing.

1. Visão 360º do cliente

Um dos pontos centrais de informação para ambas as equipas é aquilo que se costuma chamar a “Visão 360º do Cliente”.

A visão 360º não são só os detalhes de uma ficha de cliente, como o nome, a morada ou o website. É também a informação sobre todas as oportunidades (relembrando que uma oportunidade é uma possível venda) e a informação sobre quantas dessas oportunidades realmente se materializaram em vendas, quantos pedidos de apoio esse cliente tem e, no caso de negócios Business-to-Business (B2B), dos contatos que estão associados a esse cliente.

As equipas de marketing, por norma, são as primeiras equipas a dar conta de que alguma informação não está de acordo com o que foi planeado. Isto acontece por haver uma variação entre as taxas de conversão das campanhas, quando comparada com as planeadas.

No que diz respeito às equipas de vendas, são estas, na maioria dos casos, as responsáveis pela introdução e atualização da maior parte da informação que será utilizada pelas equipas de marketing mais tarde. Mais sobre este tópico.

2. Campanhas

Por falar em informação utilizada pelas equipas de marketing, é nas campanhas de marketing que a informação sobre os clientes tem o seu papel mais crítico.

Hoje em dia, qualquer ação realizada está centrada nos clientes, e não nos produtos. As campanhas são o ponto de entrada de diversas leads e oportunidades. Mas já irei falar melhor da quantidade face à qualidade. De momento, voltemos ao ponto fundamental: como tornar cada comunicação única para cada cliente.

Antes de personalizarmos as ações, é necessário segmentar os clientes para que estes possam entrar na campanha certa. É aqui que os marketers utilizam os dados dos clientes – que, como disse no primeiro ponto, é fundamental que estejam atualizados – para direcionar as campanhas e, consequentemente, as vendas. Alguns pontos comuns de segmentação são: região, tendência de produtos já comprados, grau de satisfação, indicadores provenientes de websites visitados, etc.

Depois de feita a segmentação, as equipas de marketing definem um determinado workflow para que se alcance o objetivo de vendas. Neste processo, poderemos ter pontos digitais e/ou pontos de contacto com as equipas de venda (maioritariamente em B2B). É neste processo de nutrição que a informação da visão 360º vai sendo atualizada.

3. Quantidade vs Qualidade

Como abordei no ponto anterior, devemos centrar as ações, quer de marketing quer comerciais, nas pessoas e não nos produtos e/ou serviços que fornecemos.

Leads e oportunidades de fraca qualidade, não são apenas leads/oportunidades frias, mas também leads/oportunidades inapropriadas. E são inapropriadas porque as empresas irão desperdiçar tempo e recursos a tentar converter uma oportunidade que, à partida, já não iria converter. E quando é que estas leads inapropriadas se revelam? Quando existe falta de informação ou quando a informação é de fraca qualidade.

Manter uma relação forte e cuidada com o cliente ajuda a manter uma boa relação com os mesmos. Havendo mais confiança, existe mais e melhor informação, trazida pelas equipas de vendas, que, por sua vez, alimentará as ações de marketing. Ou seja, é mais importante nutrir leads e aumentar a sua qualidade, do que apostar na quantidade – uma vez que o que iremos conseguir são leads sem verdadeiro interesse na nossa empresa.

4. Retrospetiva

Por fim, é na componente analítica que ambas as equipas poderão tirar conclusões. A equipa de marketing, por norma, procura saber taxas de conversão, ROI de campanha, visualizações de publicações. Já as equipas comerciais procuram indicadores como o volume de vendas por clientes, quantidades vendidas, top de clientes, etc.

Apesar de ambas as equipas terem os seus reports, o mais importante a analisar é o cruzamento de ambos os lados. Relembramos que o pipeline comercial começa na descoberta das oportunidades, segue pelo percurso de nutrição – normalmente utilizado em ferramentas de automação de marketing – mas também suportado pelas equipes comerciais, equipas essas que fazem um acompanhamento cuidado com os clientes e alimentam plataformas CRM, como o Salesforce, para retroalimentar iniciativas de marketing.

Em conclusão, os funis de vendas devem ser trabalhados pelas equipas de marketing e de vendas em conjunto, e só é assim é possível garantir a qualidade das leads, verificar quais são oportunidades verdadeiras, e melhorar os resultados das campanhas de marketing realizadas. Apenas uma visão única e 360º entre as duas equipas garante os melhores resultados, e uma ferramenta como Salesforce pode ser, de facto, um elemento extremamente facilitador.

João GomesMarketing e Sales: 4 razões para apostar numa visão 360º
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